Parecia difícil, mas, aconteceu o retorno de Márcio Ferreira da Silva, irmão do vereador Marcos Ferreira da Silva, o Marcos da Ideal, para a direção da Cadeia Pública de Itaituba.
No começo deste semana, uma comitiva seguiu de Itaituba com o objetivo de tentar reverter a situação, que consistiria em exonerar o novo diretor e renomear Márcio.
A conversa não caminhava lá muito favoravelmente, até que um argumento infalível foi usado: o advogado que tinha sido nomeado, trabalhava no escritório de advocacia Paxiúba, do Dr. Dudimar Paxiúba, que acerca de dois meses filiou-se ao PSDB.
Para reforçar, foi mostrado um exemplar da edição passada do Jornal do Comércio, onde Dudimar aparece ao lado do ex-governador Simão Jatene, foto feita durante a reunião realizada no clue Emoção, dia 19 de julho.
Márcio foi reconduzido ao cargo.
Sexta-feira, Julho 31, 2009
Fio dental expiatório
Li diversos comentários a respeito da Lei do Fio Dental, que foi sansionada pela governadora Ana Júlia. A maioria, manifestou-se indignada pelo fato dela ter sansionado a tão criticada lei. Mas, de tudo que li, o que achei mais interessante, porque condiz com a realidade, foi o comentário postado do blog Flanar, assinado por Yúdice Andrade, o qual reproduza a seguir.
Jota Parente
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Desde ontem, quando o Diário Oficial do Estado publicou a Lei n. 7.297, de 28 de julho de 2009, que torna obrigatória a disponibilização de fio ou fita dental em restaurantes e similares, a blogosfera se agitou um tanto, com duras críticas à governadora Ana Júlia. Acusam-na de não enfrentar à altura os problemas do Pará e de perder tempo com bobagens. A meu ver, a crítica está no mínimo equivocada.
De fato, Ana Júlia é uma governadora ruim. Fato. Seu governo tem-se caracterizado mais por ineficiências e desatinos do que pela gestão adequada dos serviços públicos ou por bons investimentos. Fato, também. Mas a governadora não pode ser responsabilizada - muito menos crucificada - pelo conteúdo desta ou daquela lei. Primeiro porque no mundo inteiro - vejam bem, senhores críticos, eu disse no mundo inteiro! - existem leis idiotas ou, no mínimo, de duvidosa relevância.
Já recebi uns tantos e-mails com listagens desse tipo. Em um país árabe, p. ex., é proibido por lei transar com ovelhas após as refeições. Em outro, o indivíduo só pode transar com animais do sexo oposto ao seu.
Que tal? Fio dental é fichinha perto disso.Entendam, meus caros, que o processo legislativo se inicia por uma proposição oriunda do chefe do Poder Executivo ou de qualquer um dos membros do Poder Legislativo (neste caso, da Assembleia Legislativa).
A proposição tramita no parlamento, passando no mínimo por uma comissão técnica (a de Constituição e Justiça ou congênere), sendo normal passar por mais de uma, onde é objeto de um parecer. Por fim, é aprovada em plenário. Só depois o projeto aprovado é encaminhado ao Executivo, para o exercício do direito de sanção ou veto.No caso, a lei objurgada foi proposta pelo deputado Joaquim Passarinho.
A única atuação de Ana Júlia foi sancionar a lei. Só isso. Por que então, pitombas, ela está pagando o pato sozinha? Por que ninguém baixa o sarrafo na Assembleia Legislativa, verdadeira responsável pela lei? Sim, porque em respeito à independência dos poderes, a governadora só poderia vetar o projeto se houvesse razões de ordem constitucional, legal, econômica ou, quem sabe, impactos sociais negativos e relevantes. Ela não pode vetar simplesmente porque não gostou da ideia.
Sendo assim, volto a questionar: onde foi que ela errou?Estão dizendo que a sanção foi um agrado ao deputado Passarinho, que lhe dá sustentação. Se for, isso não muda nada do que foi dito acima.Por fim, nos últimos anos, começaram a surgir, por toda parte, muitas normas destinadas a assegurar maior conforto aos consumidores.
O fio dental é apenas mais um exemplo. Estranha é a obrigatoriedade, já que o próprio restaurante é que deveria preocupar-se com essa comodidade, como alguns já fazem. Mas daí a justificar esse barulho todo que estão fazendo, vai uma enorme distância.Àqueles que estão malhando o zelo da governadora com a coisa errada, meu conselho: ocupem-se vocês de algo mais relevante do que essa lei. Há ações (e omissões) do governo bem mais sérias a enfrentar.
Yúdice Andrade
Jota Parente
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Desde ontem, quando o Diário Oficial do Estado publicou a Lei n. 7.297, de 28 de julho de 2009, que torna obrigatória a disponibilização de fio ou fita dental em restaurantes e similares, a blogosfera se agitou um tanto, com duras críticas à governadora Ana Júlia. Acusam-na de não enfrentar à altura os problemas do Pará e de perder tempo com bobagens. A meu ver, a crítica está no mínimo equivocada.
De fato, Ana Júlia é uma governadora ruim. Fato. Seu governo tem-se caracterizado mais por ineficiências e desatinos do que pela gestão adequada dos serviços públicos ou por bons investimentos. Fato, também. Mas a governadora não pode ser responsabilizada - muito menos crucificada - pelo conteúdo desta ou daquela lei. Primeiro porque no mundo inteiro - vejam bem, senhores críticos, eu disse no mundo inteiro! - existem leis idiotas ou, no mínimo, de duvidosa relevância.
Já recebi uns tantos e-mails com listagens desse tipo. Em um país árabe, p. ex., é proibido por lei transar com ovelhas após as refeições. Em outro, o indivíduo só pode transar com animais do sexo oposto ao seu.
Que tal? Fio dental é fichinha perto disso.Entendam, meus caros, que o processo legislativo se inicia por uma proposição oriunda do chefe do Poder Executivo ou de qualquer um dos membros do Poder Legislativo (neste caso, da Assembleia Legislativa).
A proposição tramita no parlamento, passando no mínimo por uma comissão técnica (a de Constituição e Justiça ou congênere), sendo normal passar por mais de uma, onde é objeto de um parecer. Por fim, é aprovada em plenário. Só depois o projeto aprovado é encaminhado ao Executivo, para o exercício do direito de sanção ou veto.No caso, a lei objurgada foi proposta pelo deputado Joaquim Passarinho.
A única atuação de Ana Júlia foi sancionar a lei. Só isso. Por que então, pitombas, ela está pagando o pato sozinha? Por que ninguém baixa o sarrafo na Assembleia Legislativa, verdadeira responsável pela lei? Sim, porque em respeito à independência dos poderes, a governadora só poderia vetar o projeto se houvesse razões de ordem constitucional, legal, econômica ou, quem sabe, impactos sociais negativos e relevantes. Ela não pode vetar simplesmente porque não gostou da ideia.
Sendo assim, volto a questionar: onde foi que ela errou?Estão dizendo que a sanção foi um agrado ao deputado Passarinho, que lhe dá sustentação. Se for, isso não muda nada do que foi dito acima.Por fim, nos últimos anos, começaram a surgir, por toda parte, muitas normas destinadas a assegurar maior conforto aos consumidores.
O fio dental é apenas mais um exemplo. Estranha é a obrigatoriedade, já que o próprio restaurante é que deveria preocupar-se com essa comodidade, como alguns já fazem. Mas daí a justificar esse barulho todo que estão fazendo, vai uma enorme distância.Àqueles que estão malhando o zelo da governadora com a coisa errada, meu conselho: ocupem-se vocês de algo mais relevante do que essa lei. Há ações (e omissões) do governo bem mais sérias a enfrentar.
Yúdice Andrade
Imazon detecta aceleração da devastação nas margens da Cuiabá-Santarém
Em poucos meses, uma área de floresta equivalente a 60 vezes o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, foi destruída nas margens da rodovia BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA). Segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (30) pelo Imazon (Instituto do Homem e meio Ambiente da Amazônia), apenas três municípios paraenses, próximos a essa estrada, concentraram 95,1 km² de florestas derrubadas.
Na medição de junho, o estado que apresentou maior devastação foi o Pará (121 km²), seguido de Mato Grosso (11 km²), Rondônia (11 km²), Amazonas (5 km²), Tocantins (2 km²) e Acre (0,3 km²). No Amapá não foi detectado desmatamento, enquanto a porção maranhense pertencente à Amazônia Legal não foi analisada pela ONG. A cobertura de nuvens prejudicou a visibilidade dos satélites, pois cobriu 58% de toda a região.
Estrada da destruição
Os municípios de Novo Progresso, Altamira e Itaituba, no Sul do Pará, ficaram no topo da lista de devastação. O desmatamento nesses locais seguiu a rota de BR-163, e invadiu a Floresta Nacional de Jamanxim, que perdeu 18,8 km² de matas na medição realizada em junho.
Para o pesquisador Adalberto Veríssimo, um dos responsáveis pelo levantamento, esse local é hoje o epicentro do desmatamento da Amazônia. “Há uma corrida muito forte de especulação de terras naquela região, e a maneira de legitimar posses é desmatando”, afirma.
Segundo o cientista do Imazon, os desmatadores da Floresta de Jamanxim têm esperanças de que o governo cancele parte da reserva, assim como foi feito em Rondônia, onde parte da Floresta Nacional do Bom Futuro foi trocada por uma reserva estadual, beneficiando invasores. (Globo Amazônia)
Na medição de junho, o estado que apresentou maior devastação foi o Pará (121 km²), seguido de Mato Grosso (11 km²), Rondônia (11 km²), Amazonas (5 km²), Tocantins (2 km²) e Acre (0,3 km²). No Amapá não foi detectado desmatamento, enquanto a porção maranhense pertencente à Amazônia Legal não foi analisada pela ONG. A cobertura de nuvens prejudicou a visibilidade dos satélites, pois cobriu 58% de toda a região.
Estrada da destruição
Os municípios de Novo Progresso, Altamira e Itaituba, no Sul do Pará, ficaram no topo da lista de devastação. O desmatamento nesses locais seguiu a rota de BR-163, e invadiu a Floresta Nacional de Jamanxim, que perdeu 18,8 km² de matas na medição realizada em junho.
Para o pesquisador Adalberto Veríssimo, um dos responsáveis pelo levantamento, esse local é hoje o epicentro do desmatamento da Amazônia. “Há uma corrida muito forte de especulação de terras naquela região, e a maneira de legitimar posses é desmatando”, afirma.
Segundo o cientista do Imazon, os desmatadores da Floresta de Jamanxim têm esperanças de que o governo cancele parte da reserva, assim como foi feito em Rondônia, onde parte da Floresta Nacional do Bom Futuro foi trocada por uma reserva estadual, beneficiando invasores. (Globo Amazônia)
El Niño pode trazer seca ao nordeste e à Amazônia, diz agência dos EUA
A chegada do fenômeno climático El Niño poderá provocar seca no nordeste brasileiro e na região amazônica e enchentes no sul do país entre o fim deste ano e o começo de 2010, segundo avaliação da agência nacional e atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).
Após registrar um aumento constante das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico central nos últimos seis meses, a NOAA confirmou o início do El Niño.
O fenômeno climático é caracterizado pelo aumento das temperaturas na zona equatorial do Pacífico, que ocorre a cada quatro ou cinco anos e afeta o clima em todo mundo.
Para muitos, a simples menção ao El Niño é um sinal de alarme. Há pouco mais de uma década, entre 1997 e 1998, ocorreu um dos mais fortes El Niño da história, com catástrofes climáticas que deixaram milhares de mortos.
Danos
As inundações nas Américas (que afetaram principalmente vastas regiões do Chile, da Bolívia, do Equador e dos Estados Unidos) e na África destruíram colheitas na maioria dos países afetados.
As secas se propagaram pela Austrália e partes do sudeste asiático, provocando incêndios florestais. O fenômeno afetou ainda a pesca na América do Sul, por conta da redução nos estoques de peixes.
O furacão Mitch, em 1998, cuja força também foi relacionada ao fenômeno climático, provocou intensas inundações na América Central que deixaram mais de 9 mil mortos.
Calcula-se que os danos totais provocados pelo El Niño em todo o mundo chegaram a US$ 34 bilhões. (Globo Amazônia)
Após registrar um aumento constante das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico central nos últimos seis meses, a NOAA confirmou o início do El Niño.
O fenômeno climático é caracterizado pelo aumento das temperaturas na zona equatorial do Pacífico, que ocorre a cada quatro ou cinco anos e afeta o clima em todo mundo.
Para muitos, a simples menção ao El Niño é um sinal de alarme. Há pouco mais de uma década, entre 1997 e 1998, ocorreu um dos mais fortes El Niño da história, com catástrofes climáticas que deixaram milhares de mortos.
Danos
As inundações nas Américas (que afetaram principalmente vastas regiões do Chile, da Bolívia, do Equador e dos Estados Unidos) e na África destruíram colheitas na maioria dos países afetados.
As secas se propagaram pela Austrália e partes do sudeste asiático, provocando incêndios florestais. O fenômeno afetou ainda a pesca na América do Sul, por conta da redução nos estoques de peixes.
O furacão Mitch, em 1998, cuja força também foi relacionada ao fenômeno climático, provocou intensas inundações na América Central que deixaram mais de 9 mil mortos.
Calcula-se que os danos totais provocados pelo El Niño em todo o mundo chegaram a US$ 34 bilhões. (Globo Amazônia)
Ibama dará licença para pavimentação de trecho da Cuiabá-Santarém
O Ibama vai conceder nesta quinta-feira (30) licença de instalação que autoriza as obras de pavimentação de um trecho de 250 quilômetros da BR-163 (Cuiabá-Santarém), informa a Agência Brasil. Será a primeira de 11 licenças ambientais para grandes obras que serão concedidas pelo instituto até o fim de setembro.
Novas licenças para outras obras na mesma BR-163 estão previstas para os dias 30 de agosto (pavimentação de 100 quilômetros) e 30 de setembro (asfaltamento de mais 350 quilômetros.
"Como é uma rodovia que passa por uma área que sofreu desmatamento extremo, temos que ter mais cuidado. Equipes fazem vistorias em cada um dos pedaços para ver se os problemas foram sanados em relação às populações tradicionais e aos impactos ambientais”, disse o presidente do Ibama, Roberto Messias, à Agência Brasil ao justificar o fracionamento das licenças. (Globo Amazônia)
Novas licenças para outras obras na mesma BR-163 estão previstas para os dias 30 de agosto (pavimentação de 100 quilômetros) e 30 de setembro (asfaltamento de mais 350 quilômetros.
"Como é uma rodovia que passa por uma área que sofreu desmatamento extremo, temos que ter mais cuidado. Equipes fazem vistorias em cada um dos pedaços para ver se os problemas foram sanados em relação às populações tradicionais e aos impactos ambientais”, disse o presidente do Ibama, Roberto Messias, à Agência Brasil ao justificar o fracionamento das licenças. (Globo Amazônia)
Farinha do Itapacurá
Um empresário de Itaituba teria possibilidade de vender 200 sacos de farinha do Itapacurá, a melhor que Itaituba produz e uma das melhoras de todas esta região. Seria para o Estado de Mato Grosso.
O empresário foi até a comunidade de Itapucará para conversar com alguns produtores e voltou decepcionadom, porque foi informado que só poderiam ser entregues num prazo de 30 dias, no máximo, 50 sacos de farinha.
Ele perguntou porque eles, os colonos com quem conversou não se uniam para fazerem esse trabalho juntos. Disseram que não daria certo, por esse ou por aquele motivo.
O pessoal destas bandas não tem o menor cacoetede fazer trabalhos no sistema cooperativado, o que só é ruim para os próprios colonos, pois se trabalhassem unidos, os resultados positivos apareceriam muito mais depressa.
Com isso, a encomenda não será entregue.
O empresário foi até a comunidade de Itapucará para conversar com alguns produtores e voltou decepcionadom, porque foi informado que só poderiam ser entregues num prazo de 30 dias, no máximo, 50 sacos de farinha.
Ele perguntou porque eles, os colonos com quem conversou não se uniam para fazerem esse trabalho juntos. Disseram que não daria certo, por esse ou por aquele motivo.
O pessoal destas bandas não tem o menor cacoetede fazer trabalhos no sistema cooperativado, o que só é ruim para os próprios colonos, pois se trabalhassem unidos, os resultados positivos apareceriam muito mais depressa.
Com isso, a encomenda não será entregue.
Baile dos 4 anos do JC
Está confirmado para o dia 5 de setembro, na sede social do Parque de Exposição Hélio Mota Gueiros, o baile: DE VOLTA AOS ANOS 60, em comemoração aos 4 anos de atividades do Jornal do Comércio.
A banda Mistura Brasileira, reforçada por dois metais, além de outras novidades que Jeferson Serique está providenciando, apresentará uma seleção musical especialmente preparada para esse evento.
Só haverá venda de mesas.
A banda Mistura Brasileira, reforçada por dois metais, além de outras novidades que Jeferson Serique está providenciando, apresentará uma seleção musical especialmente preparada para esse evento.
Só haverá venda de mesas.
Enterro de Joel será em Santarém
Como eu estive fora do ar, ontem, não fiz o acompanhamento do caso da morte do empresário Joel, (Posto Equador). Entretanto, informo que seu corpo seguiu ontem à tarde para Santarém, onde está sendo velado. O Sepultamento deverá ocorrer no dia de hoje.
Quarta-feira, Julho 29, 2009
Moisés comenta o caso da central do Luis Gomes
Parente, apesar de ¨quase¨ trágica, a história de Luís Graças a Deus ele e sua família não estavam naquele barco, mas acredito que coisas como essas só podiamm mesmo acontecer com o Luís (KKK).
Só lamento muito pela Central que provavelmente depois de muito esforço ela deve ter se destruído com o acidente no barco, esse é um tipo caso de quando o barato sai caro.
Um grande abraço ao meu amigo Luís e sua família!!!!
Moisés Aguiar
Só lamento muito pela Central que provavelmente depois de muito esforço ela deve ter se destruído com o acidente no barco, esse é um tipo caso de quando o barato sai caro.
Um grande abraço ao meu amigo Luís e sua família!!!!
Moisés Aguiar
Moratória da soja é renovada
A chamada Moratória da Soja, pacto de empresas e associações do agronegócio que se comprometeram a não negociar a oleaginosa de áreas desmatadas do Bioma Amazônico após 2006, foi renovada nesta terça-feira por mais um ano, até julho de 2010.
Em vigor há três anos, a moratória tem colaborado para reduzir o desmatamento, na avaliação de organizações não-governamentais e do Ministério do Meio Ambiente, mas outras ações precisam ser implementadas para manter a floresta em pé, de acordo com as empresas signatárias do acordo.
"A gente está fazendo a nossa parte, porque tem o poder de compra, mas o governo tem que compensar o produtor que deixa de desmatar", afirmou à Reuters Michel Santos, gerente de Sustentabilidade da Bunge, após evento que marcou o aniversário da moratória. (Diário do Pará)
Em vigor há três anos, a moratória tem colaborado para reduzir o desmatamento, na avaliação de organizações não-governamentais e do Ministério do Meio Ambiente, mas outras ações precisam ser implementadas para manter a floresta em pé, de acordo com as empresas signatárias do acordo.
"A gente está fazendo a nossa parte, porque tem o poder de compra, mas o governo tem que compensar o produtor que deixa de desmatar", afirmou à Reuters Michel Santos, gerente de Sustentabilidade da Bunge, após evento que marcou o aniversário da moratória. (Diário do Pará)
Mais áreas de proteção para esta região
Esta é para iniciar a semana. Nós, AMOT e SIMIOESPA, fomos convidados a participar da Reunião do Fórum Plano BR-163 e Seminário de Ordenamento Territorial - área de agrangência Plano BR-163, que esta sendo realizado, em Santarém-PA, de hoje até amanhã. Mesmo sem recursos, enviamos nossa colaboradora, Lúcia Bezerra, para representar a AMOT e o SIMIOESPA.
Há poucos minutos atrás ela nos ligou para informar que foi apresentada, pelo governo federal, proposta para criação de mais reservas na região, cobrindo as áreas de entorno e amortecimento das unidades já criadas na região oeste do Pará.
O tipo de unidades a serem criadas não foi especificado, porém, foi colocado como matéria já pronta e em tom de simples comunicação a sociedade local, que, diga-se de passagem, só tem como único representante para colocar opinião contrária, a nossa representante.
Assim, esperem para assistir mais esta do governo federal, para atender a iteresses não claros e contrários aos interesses dos brasileiros que aqui vivem e que querem que se gere oportunidades de emprego e desenvolvimento, não restrições e mais fanatismo ambiental.
Um abraço a todos,
Sérgio Aquino
Há poucos minutos atrás ela nos ligou para informar que foi apresentada, pelo governo federal, proposta para criação de mais reservas na região, cobrindo as áreas de entorno e amortecimento das unidades já criadas na região oeste do Pará.
O tipo de unidades a serem criadas não foi especificado, porém, foi colocado como matéria já pronta e em tom de simples comunicação a sociedade local, que, diga-se de passagem, só tem como único representante para colocar opinião contrária, a nossa representante.
Assim, esperem para assistir mais esta do governo federal, para atender a iteresses não claros e contrários aos interesses dos brasileiros que aqui vivem e que querem que se gere oportunidades de emprego e desenvolvimento, não restrições e mais fanatismo ambiental.
Um abraço a todos,
Sérgio Aquino
Domingo, Julho 26, 2009
Volta da América do Sul, de moto: A Expedição, tintim por tintim, capítulo 10
Foi-se o mês de outubro. Estamos há 24 dias fora de casa, 20 dos quais, na estrada. Até aqui percorremos mais de nove mil quilômetros de jornada. Hoje, dia 1º de novembro, deixamos Huarmey, bem cedo, rumo a Lima, capital do Peru, com projeto de conhecer alguma coisa , o mais rápido possível, pois queremos avançar o máximo que pudermos. O frio inclemente nos persegue, mesmo estando nós, praticamente ao nível do mar. O vento que sopra o tempo todo só faz piorar a situação. A compensação veio da paisagem, pois passamos o dia quase todo tendo o Oceano Pacífico como companhia, de vez em quando.
O relogio marca 11:35 quando eu chego na entrada de Lima. O Jadir desapareceu da minha vista. Como a gente pegou um trânsito meio camplicado, não tenho certeza se ele está na frente ou atrás. Paro numa bifurcação, num lugar onde seria facilmente avistado, imaginando que se meu amigo estiver atrás, vai ver-me; se estiver na frente, vai voltar, porque depois de Caracas e Quito nós ficamos craques nesse tipo de encrenca. Não deu outra. em dez minutos ele está de volta e a gente entra nas ruas de Lima, conhecida como a cidade estranha, onde nunca chove. O Pacifico envia uma brisa fria e umida, as montanhas que rodeiam a cidade são aridas, marrons, e as favelas que avancam morro acima cobertas de densas camadas de poeira misturada com poluicão.
Lima é também uma cidade sempre nublada. É raro conseguir avistar-se o céu azul nesta cidade, em alguns períodos do ano. Está sempre coberta por um manto cinzento escuro de nuvens como se fosse chover desregradamente para nunca mais parar. Mas, a chuva é quase nula. A média anual de 7 mm relatados no aeroporto é o valor mais baixo em uma área metropolitana do mundo.
A Rodovia Panamericana corta a cidade, o que nos faz enfrentar um trânsito muito pesado. Todo cuidado é pouco. Passamos ao lado do centro histórico, que foi declarado Patrimônio Mundial, pela Unesco, em 1988. É cada uma construção antiga, mais bonita do que a outra. Infelizmente, nossa contemplação foi efêmera, de passagem, porque não dava para parar. Atualmente, a capital peruana tem oito milhões e meio de habitantes, um terço da população de todo o país andino. Lima fica no meio da viagem entre o extremo Norte e o extremo Sul do País, na costa do Pacífico.
Na saída de Lima fizemos algumas fotos de favelas que ficam nas encostas de morros que cercam aquela capital. Um pouco mais adiante seguimos umas placas que indicavam algumas praias. Paramos na praia do Silêncio, uma das mais concorridas de lá, onde fizemos fotos inesquecíveis. De lá seguimos viagem, mas paramos pouco depois em Canhete para trocar o óleo e apertar as correntes das motos.
Nosso objetivo é chegar à cidade de Pisco, onde em 15 agosto de 2007 aconteceu um terremoto terrível, que matou mais de 500 pessoas. Começa a anoitecer quando entramos na cidade, que fica um pouco fora da Panamericana. Muito pouco. Nas ruas que percorremos já percebemos que Pisco ainda tem muito trabalho para concluir sua reconstrução. O terremoto foi mais violento em Pisco, mas levou pânico e destruição em menor escala, também a Cañete, Ica e Chincha.
Depois de duas tentativas conseguimos um lugar para ficar, com promessa de água quente, o que nos animou, porque o frio de 14 graus incomodava bastante. Depois do banho, devidamente agasalhados, mesmo assim sentindo frio, procuramos um restaurante que aceitasse cartão de crédito para que a gente economizasse os nossos poucos soles para usar mais adiante.
Andréia, a moça que nos atende no So e Lua é muito solícita. Faço um monte de perguntas a ela, a respeito do terremoto e ela respondeu, pacientemente, uma a uma. Nesse momento, entra em ação o jornalista Jota Parente, deixando o aventureiro de lado. Ela informou que a destruição foi muito grande, incluindo a catedral de São Clemente, na qual uma missa de corpo presente estava sendo celebrada no momento do terremoto.
O corpo de uma pessoa muito conhecida na cidade estava sendo velado na hora do terremoto. Como tratava-se de uma construção do Século XVI, com peças de madeira enormes na sustentação da cobertura, o peso era muito grande. Quando o teto desabou, caiu sobre o povo que se encontrava dentro da catedral, registrando-se 127 mortes na hora. Mais de 1.300 pessoas ficaram feridas, muitas das quais morreram em consequência dos ferimentos. Faltou médico para atender tanta gente machucada, faltaram medicamentos para atender todo mundo.
Oitenta por cento da cidade ficaram totalmente arrasados. Por onde a gente passa vê destruição. Casas e mais casas de alvenaria no chão, mesmo tempo em que vemos centenas de casinhas de madeira espalhadas pela cidade, mandadas construir pelo governo do Peru, como um paliativo. Pisco é de fato uma terra arrasada. Vai demorar muitos anos para se recuperar.
Com tanta gente morta, não havia material, dinheiro, muito menos, tempo para providenciar caixões para todos. A solução foi cavar uma grande vala com uma pá carregadeira, onde os mortos foram todos sepultados, servindo aquele local como uma cova coletiva. Como a gente chegou dia 1º, naturalmente, dia 2, Dia de Finados, amanhecemos lá. Depois de prontos para pegar a estrada resolvemos dar uma passada no cemitério da cidade para ver e fotografar a sepultura coletiva das vítimais fatais do terremoto de 7.9 graus na escala Richter.
Ontem, no jantar, a Andréia nos informou que quarta e quinta, portanto, dois dias antes da gente chegar, novos tremores tinham acontecido, colocando a cidade toda em polvorosa. Felizmente, esses abalos foram pouco acima dos 5 graus, ficando apenas no susto.
Depois disso pegamos a estrada para Ayacucho, certos que de lá nós iriamos direto para Cusco. Pelas informações que a gente tinha, aquele seria o caminho mais curto. Mas, nem imaginávamos o que nos reservava aquele, que foi um dos mais difíceis dias de toda nossa longa jornada.
Por volta de 09:30 da manhã paramos em um restaurante perdido naquele mundão de estrada onde há muito poucas habitações. Pedimos o café e puxamos conversa com a dona. Eu lhe pergunto se passam muitos brasileiros por alí rumo a Ayacucho e de lá para Cusco. Ela responde que não passam brasileiros, de jeito nenhum, nem de carro, que dirá de motocicleta. Diss, ainda, que nós não chegariamos a Ayacucho naquelas motos. Eu e o Jadir quisemos saber porque. Ela informa que não conseguiríamos vencer a montanha com aquelas máquinhas pequenas, uma vez que ainda nem títnhamos começado a subir.
E não é que a Marina, como ela se chama, estava coberta de razão! Ela sabia do que estava falando. Mas, voltar não fazia parte do nosso projeto. O negócio era andar para frente. E lá vamos nós desafiar os Andes, de novo, deixando temperaturas mais amenas da beira do Pacífico para enfrentar as agruras do frio inclemente da Cordeilheira dos Andes.
Para compensar um pouco as dificuldades que viriam pela frente, avistamos as primeiras lhamas, alpacas e vicunhas, animais que produzem lã e carne de baixo colesterol. Mais de uma tarde paramos para almoçar num posto de gasolina. A comida pode ser incluída entre as piores que já comemos em toda a viagem. De novo, frango, só que o tempero passou quilômetros longe. Eu comi apenas um pouco de arroz. O Jadir ainda deu umas bocadas. Nesse local o frentista nos informou que alí estávamos a uma altitude de 3.800 metros acima do do nível do mar, mas, que ainda subiriamos bem mais. Depois, só teríamos descida. E foi exatamente a partir daquele lugar que nossa vida piorou muito, a ponto da gente achar que não daria para continuar.
Pouco depois de 14:30 paramos numa casa porque a chuva apertou. A gente não aguentava de tanto frio; a chuva que caía era gelada. Para completar, enquanto a gente estava dentro da casa, por uns longos três minutos caiu uma chuva de ganizo. Foi a primeira vez que isso aconteceu até aquele momento.
Para a chuva, lá vamos nós cordilheira acima. E haja frio, e tome subida. A essa altura as motos falham demasiadamente. A minha XTZ parece um cabrito enfezado, subindo bem devagar. Mesmo assim, distancio-me do Jadir, pois sua Bros não quer nada com aquele terreno. Sem saber mais o que fazer, o Jadir desce da moto, engata uma primeira e tenta continuar subindo ao lado da moto. Mas, quem foi que disse que ele aguentou mais do que uns vinte metros? Ninguém consegue, pois o ar rarefeito naquelas alturas acaba com a resistência da gente.
Para nossa sorte, isso aconteceu já em Abra Apacheta, na parte mais alta daquele trajeto. Alcançamos a altitude de 4.746 metros, a mais alta de nossa viagem pelos Andes, com direito a placa e tudo para registrar em fotos aquele momento histórico para nós. Falar do frio daquele momento é redundância. O queixo treme. Nossa meta de chegar a Cusco já tinha ido por água abaixo. Chegar a Ayacucho passou a ser o nosso desejo. Mas, até chegar lá foi uma novela, a qual incluiu prego de gasolina, combustível comprado a preço de ouro, pedindo quase de joelhos para a dona vender. Todos esses imprevistos nos deram muitas dores de cabeça, mas, ilustraram a história dessa aventura. Tem muita coisa interessante para o próximo capítulo da Expedição.
A competição da vida moderna*
A competição da vida moderna, muitas vezes, transforma-nos em verdadeiros robôs. O que importa é quanto eu ganho, que cargo eu ocupo na diretoria da empresa para a qual eu trabalho, que o meu comércio é maior do que o teu, que a minha loja é mais bonita do que a tua, que o meu carro é mais novo, mais potente e mais bonito do que o teu e por aí vai.
Isso tudo a gente transmite para os nossos filhos, que crescem praticando o que vêem os pais fazerem. Nem sempre são bons exemplo, capazes de contribuir para a formação de um bom caráter nos jovens, que nos substituirão em todos os setores da vida.
Em busca de uma maior projeção profissional, muitas mulheres abdicam de uma das coisas mais belas da vida que é a maternidade. Não têm tempo. Estão demais ocupadas, competindo com os homens com os quais trabalham. A vida vai passando, até que muitas delas olham para trás com nostalgia. Algumas ainda conseguem superar essa parte tendo filhos bem mais maduras; outras, simplesmente, quando tentam, não dá mais, porque a Natureza também tem as suas leis, quase sempre bem rigorosas.
Em nome da modernidade não temos tempo de olhar para o lado, para ver que existem crianças famintas bem perto da gente. Fazemos de conta que não é problema nosso, quando na verdade é. Mas, encontramos tempo para cuidar com todo esmero, do nosso gato ou do nosso cachorro de estimação.
Nossa cegueira nos impede de ver que existem seres humanos ao nosso redor, que muitas vezes não carecem de nada material. Precisam apenas de um pouco de afeto, do afeto que a vida negou por razões que não interessa tentar descobrir, porque a nós pedem o que foi negado.
Quando sai uma notícia na imprensa a respeito de um adulto que foi preso por molestar sexualmente menores de idade, sobretudo quando se tratam de homens abusando de meninas, se a garota já tiver passado dos treze anos, quantas vezes são ouvidos comentários do tipo: ah! mas, essa menina já está bem grandinha, já sabe muito bem o que está fazendo. Ela deve ter ido tentar o homem, que não é de ferro. Tentamos justificar o que não tem justificativa.
Quantas vezes não nos escondemos por trás de alguma religião para encobrir os nossos mal feitos? Domingo, dia sagrado para os cristãos vamos à Igreja para ter um encontro com Deus, achando que isso é suficiente para apagar os nossos pecados, que não são apenas de ofensas diretas a Deus, se não, ofensas ao nosso irmão, com o qual esquecemos de nos reconciliar antes de irmos a um templo. Ademais, tem gente que passa a semana fazendo coisas erradas, semana após semana. Mas, domingo, não deixa de ir à Missa ou ao Culto, para segunda-feira começar tudo de novo.
A vida é muito curta para a gente gastá-la de maneira fútil, praticando atitudes egoístas. A vida deve ser vivida de modo que façamos de fato parte do coletivo, pois, embora aprendamos, desde cedo, que somos seres racionais, seres sociais, gastamos boa parte dela com atos irracionais e dissociados de qualquer vivência social. É o tal de olhar somente para o próprio umbigo.
Não há nada de errado em lutar para ter uma vida melhor; não há erro algum em conquistar posições profissionais ou sociais, conquanto é por isso que quase todo mundo luta. Desde que isso não seja conseguido ao custo de atropelarmos quem quer que se meta no nosso caminho.
Neste momento, em que estamos vivendo mais uma festividade de Santana, mãe de Maria, portanto, avó de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tal pararmos para pensar um pouco a respeito de nossa vida?!!! Reflitamos sobre a falta de solidariedade que pode ter sido uma marca do nosso dia-a-dia e mudemos de atitude, passando a estender a mão para aqueles irmãos que estão com suas mãos estendidas, a espera de que alguém note que eles existem.
* - Artigo de Marilene Parente, publicado na edição 87 do Jornal do Comércio
Isso tudo a gente transmite para os nossos filhos, que crescem praticando o que vêem os pais fazerem. Nem sempre são bons exemplo, capazes de contribuir para a formação de um bom caráter nos jovens, que nos substituirão em todos os setores da vida.
Em busca de uma maior projeção profissional, muitas mulheres abdicam de uma das coisas mais belas da vida que é a maternidade. Não têm tempo. Estão demais ocupadas, competindo com os homens com os quais trabalham. A vida vai passando, até que muitas delas olham para trás com nostalgia. Algumas ainda conseguem superar essa parte tendo filhos bem mais maduras; outras, simplesmente, quando tentam, não dá mais, porque a Natureza também tem as suas leis, quase sempre bem rigorosas.
Em nome da modernidade não temos tempo de olhar para o lado, para ver que existem crianças famintas bem perto da gente. Fazemos de conta que não é problema nosso, quando na verdade é. Mas, encontramos tempo para cuidar com todo esmero, do nosso gato ou do nosso cachorro de estimação.
Nossa cegueira nos impede de ver que existem seres humanos ao nosso redor, que muitas vezes não carecem de nada material. Precisam apenas de um pouco de afeto, do afeto que a vida negou por razões que não interessa tentar descobrir, porque a nós pedem o que foi negado.
Quando sai uma notícia na imprensa a respeito de um adulto que foi preso por molestar sexualmente menores de idade, sobretudo quando se tratam de homens abusando de meninas, se a garota já tiver passado dos treze anos, quantas vezes são ouvidos comentários do tipo: ah! mas, essa menina já está bem grandinha, já sabe muito bem o que está fazendo. Ela deve ter ido tentar o homem, que não é de ferro. Tentamos justificar o que não tem justificativa.
Quantas vezes não nos escondemos por trás de alguma religião para encobrir os nossos mal feitos? Domingo, dia sagrado para os cristãos vamos à Igreja para ter um encontro com Deus, achando que isso é suficiente para apagar os nossos pecados, que não são apenas de ofensas diretas a Deus, se não, ofensas ao nosso irmão, com o qual esquecemos de nos reconciliar antes de irmos a um templo. Ademais, tem gente que passa a semana fazendo coisas erradas, semana após semana. Mas, domingo, não deixa de ir à Missa ou ao Culto, para segunda-feira começar tudo de novo.
A vida é muito curta para a gente gastá-la de maneira fútil, praticando atitudes egoístas. A vida deve ser vivida de modo que façamos de fato parte do coletivo, pois, embora aprendamos, desde cedo, que somos seres racionais, seres sociais, gastamos boa parte dela com atos irracionais e dissociados de qualquer vivência social. É o tal de olhar somente para o próprio umbigo.
Não há nada de errado em lutar para ter uma vida melhor; não há erro algum em conquistar posições profissionais ou sociais, conquanto é por isso que quase todo mundo luta. Desde que isso não seja conseguido ao custo de atropelarmos quem quer que se meta no nosso caminho.
Neste momento, em que estamos vivendo mais uma festividade de Santana, mãe de Maria, portanto, avó de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tal pararmos para pensar um pouco a respeito de nossa vida?!!! Reflitamos sobre a falta de solidariedade que pode ter sido uma marca do nosso dia-a-dia e mudemos de atitude, passando a estender a mão para aqueles irmãos que estão com suas mãos estendidas, a espera de que alguém note que eles existem.
* - Artigo de Marilene Parente, publicado na edição 87 do Jornal do Comércio
Agricultura familia: o que falta?*
Enquanto produzia matérias para esta edição do Jornal do Comércio, durante conversas com o gerente local do BASA, Alessandro de Sousa Pereira e com o empresário Juvêncio Pereira da Silva, despertou-me a vontade de escreve alguma coisa a respeito da agricultura familiar e das conseqüências que Itaituba sofre por não dispensar a esse setor econômico a atenção que o mesmo merece.
Quase ninguém se dá conta, quando está diante de uma gôndola de supermercado, que produtos básicos como arroz, feijão, milho e seus derivados, e hortaliças, vêm quase todos de fora. Toda semana os supermercados recebem carretas e mais carretas abarrotadas desses gêneros.
Os bancos da rede oficial – em Itaituba, BASA e Banco do Brasil – têm dinheiro para emprestar para a agricultura familiar. Mas, nem sempre o fazem por razões diversas. As exigências legais inibem uma boa parte dos pequenos produtores, mas, a falta de uma política agrícola bem definida por parte do município ajuda muito a piorar esse quadro. O que acontece é que a cada ano os agricultores inseridos nessa categoria da agricultura familiar deixam de ter acesso ao crédito. Um dos maiores entraves é a falta de uma malha de vicinais plenamente trafegáveis. O que há são exceções. Uma ou outra estrada dá passagem; a maioria é quase intrafegável. Isso dificulta, tanto o escoamento da produção, quanto a entrada de técnicos para dar assistência aos agricultores.
Com isso, os recursos destinados especificamente para Itaituba são aplicados em outros municípios, até mesmo fora do Estado do Pará, mas, dentro da área de atuação dos bancos, porque há uma determinação do governo federal no sentido de que essas casas bancárias ligadas ao governo não podem devolver esses recursos.
Hás deficiências que precisam ser supridas. Uma delas é da EMATER, cujos técnicos devem preparar os projetos para os colonos que praticam agricultura familiar, praticamente todos eles. Essa deficiência, em parte se dá por falta de um melhor aparelhamento do órgão, em Itaituba, que tem um déficit de material humano e de equipamentos.
Impedidos por razões diversas de terem acesso ao crédito a juros muito baixos, os pequenos produtores continuam trabalhando dentro de suas limitações. Não têm como crescer; não há como melhorar sua produtividade. Sem perspectiva de crescimento, a produção mantém-se estagnada e Itaituba continua importando quase tudo que precisa para comer, formando-se dessa maneira, um círculo vicioso, altamente danoso para a economia do município, além do que, o dinheiro que deixa de ser emprestado, é recurso que deixa de circular no comércio de Itaituba.
O prejuízo que isso trás para a economia é muito grande, pois, quando a gente deixa nosso dinheiro no caixa do supermercado, ele está destinado a agregar valores em outros estados, pois o estabelecimento vai ficar apenas com parte do lucro, uma vez que precisa fazer novas compras. Comprando, vai mandar o dinheiro para fora do município, fora do Estado, o qual vai gerar empregos bem distante daqui. Se houvesse produção suficiente em Itaituba, haveria mais trabalho no campo e a agregação de valores aconteceria aqui.
Recentemente foi reativado o Conselho Municipal de Agricultura, que tem no secretário Adonis (SEMAGRA) o seu presidente. Tem muita gente apostando que esse é um bom começo, pois esse conselho pode motivar o setor, de diversas maneiras. É bom que isso realmente aconteça, começando pela questão das vicinais e por uma melhor assistência técnica para o pequeno produtor rural, que vise a facilitar o seu acesso ao crédito. Não adianta ficar apenas reunindo para marcar a próxima reunião. Tem que arregaçar as mangas e partir para a ação. Chega de paliativos. A hora é de soluções duradouras. Que cada um dos órgãos responsáveis arregace as mangas e faça sua parte!
*Artigo de Jota Parente, publicado na edição 87 do Jornal do Comércio, que está circulando desde ontem
Quase ninguém se dá conta, quando está diante de uma gôndola de supermercado, que produtos básicos como arroz, feijão, milho e seus derivados, e hortaliças, vêm quase todos de fora. Toda semana os supermercados recebem carretas e mais carretas abarrotadas desses gêneros.
Os bancos da rede oficial – em Itaituba, BASA e Banco do Brasil – têm dinheiro para emprestar para a agricultura familiar. Mas, nem sempre o fazem por razões diversas. As exigências legais inibem uma boa parte dos pequenos produtores, mas, a falta de uma política agrícola bem definida por parte do município ajuda muito a piorar esse quadro. O que acontece é que a cada ano os agricultores inseridos nessa categoria da agricultura familiar deixam de ter acesso ao crédito. Um dos maiores entraves é a falta de uma malha de vicinais plenamente trafegáveis. O que há são exceções. Uma ou outra estrada dá passagem; a maioria é quase intrafegável. Isso dificulta, tanto o escoamento da produção, quanto a entrada de técnicos para dar assistência aos agricultores.
Com isso, os recursos destinados especificamente para Itaituba são aplicados em outros municípios, até mesmo fora do Estado do Pará, mas, dentro da área de atuação dos bancos, porque há uma determinação do governo federal no sentido de que essas casas bancárias ligadas ao governo não podem devolver esses recursos.
Hás deficiências que precisam ser supridas. Uma delas é da EMATER, cujos técnicos devem preparar os projetos para os colonos que praticam agricultura familiar, praticamente todos eles. Essa deficiência, em parte se dá por falta de um melhor aparelhamento do órgão, em Itaituba, que tem um déficit de material humano e de equipamentos.
Impedidos por razões diversas de terem acesso ao crédito a juros muito baixos, os pequenos produtores continuam trabalhando dentro de suas limitações. Não têm como crescer; não há como melhorar sua produtividade. Sem perspectiva de crescimento, a produção mantém-se estagnada e Itaituba continua importando quase tudo que precisa para comer, formando-se dessa maneira, um círculo vicioso, altamente danoso para a economia do município, além do que, o dinheiro que deixa de ser emprestado, é recurso que deixa de circular no comércio de Itaituba.
O prejuízo que isso trás para a economia é muito grande, pois, quando a gente deixa nosso dinheiro no caixa do supermercado, ele está destinado a agregar valores em outros estados, pois o estabelecimento vai ficar apenas com parte do lucro, uma vez que precisa fazer novas compras. Comprando, vai mandar o dinheiro para fora do município, fora do Estado, o qual vai gerar empregos bem distante daqui. Se houvesse produção suficiente em Itaituba, haveria mais trabalho no campo e a agregação de valores aconteceria aqui.
Recentemente foi reativado o Conselho Municipal de Agricultura, que tem no secretário Adonis (SEMAGRA) o seu presidente. Tem muita gente apostando que esse é um bom começo, pois esse conselho pode motivar o setor, de diversas maneiras. É bom que isso realmente aconteça, começando pela questão das vicinais e por uma melhor assistência técnica para o pequeno produtor rural, que vise a facilitar o seu acesso ao crédito. Não adianta ficar apenas reunindo para marcar a próxima reunião. Tem que arregaçar as mangas e partir para a ação. Chega de paliativos. A hora é de soluções duradouras. Que cada um dos órgãos responsáveis arregace as mangas e faça sua parte!
*Artigo de Jota Parente, publicado na edição 87 do Jornal do Comércio, que está circulando desde ontem
Prefeito em Belém
O prefeito Roselito Soares, depois de ficar poucos dias no município, retornou para Belém, quata-feira. Lá ele tem tido encontros frequentess com os advogados que o defendem no recurso movido pela coligação de Valmir Climaco.
Caso o julgamento seja mesmo confirmado para quinta-feira que vem, Roselito deverá permanecer na capital do Estado.
Caso o julgamento seja mesmo confirmado para quinta-feira que vem, Roselito deverá permanecer na capital do Estado.
Pode ser quinta
Fonte do blog informa, de Belém, que está previsto para acontecer na próxima quinta-feira o julgamento pelo TRE, do recurso da coligação liderada pelo PMDB, que teve Valmir Climaco como candidato a prefeito, contra o então candidato à reeleição, prefeito Roselito Soares.
Mário comenta (MPE propõe cassação...)
Caro Parente ,
O Procurador Regional Eleitoral, Dr. Ubiratan Cazetta, fundamentou com muita propriedade seu parecer sobre os recursos interpostos pela Coligação Majoritária Frente de Trabalho, onde destaca de forma objetiva, as provas incontestes de crime eleitoral praticado pelo atual prefeito, nas últimas eleições.
É lamentavel que os responsáveis pela sentenca de improcedência da demanda, no primeiro julgamento, não tenham praticado a justiça, deixando de aplicar as sanções necessárias à correção dos ilícitos praticados pelos recorridos.
Atenciosamente,
Mário de Miranda
O Procurador Regional Eleitoral, Dr. Ubiratan Cazetta, fundamentou com muita propriedade seu parecer sobre os recursos interpostos pela Coligação Majoritária Frente de Trabalho, onde destaca de forma objetiva, as provas incontestes de crime eleitoral praticado pelo atual prefeito, nas últimas eleições.
É lamentavel que os responsáveis pela sentenca de improcedência da demanda, no primeiro julgamento, não tenham praticado a justiça, deixando de aplicar as sanções necessárias à correção dos ilícitos praticados pelos recorridos.
Atenciosamente,
Mário de Miranda
Tranquilo
A reportagem do blog manteve contato, ontem, com Valmir Climaco, procurando saber como ele se sente diante da decisão do parecer do Procurador Regional Eleitoral, Dr. Ubiratan Cazetta, que pediu a cassação do diploma do prefeito Roselito Soares.
Valmir respondeu que ele, pessoalmente, nem o PMDB, partido do qual é filiado, iriam fazer qualquer declaração pública sobre o assunto, porque entende que não há porque falar nada neste momento, pois quem tem que se pronunciar são os advogados que cuidam do caso, uma vez que eles é que têm conhecimento técnico sobre o assunto.
Valmir respondeu que ele, pessoalmente, nem o PMDB, partido do qual é filiado, iriam fazer qualquer declaração pública sobre o assunto, porque entende que não há porque falar nada neste momento, pois quem tem que se pronunciar são os advogados que cuidam do caso, uma vez que eles é que têm conhecimento técnico sobre o assunto.
Sexta-feira, Julho 24, 2009
Luis Gomes quase viajou no Karolina do Norte, com a família
O empresário Luis Gomes (LG Materiais Elétricos) tirou duas semanas de merecidas férias.
Ao lado da esposa Célia e da filinha Ana Luíza foi dar uma volta para recarregar as baterias.
Em Manaus alugou um carro e pegou a estrada rumo a Venezuela, passando por Boa Vista.
Em Santa Elena de Uairém, primeira cidade venezuelana, até onde ele foi, comprou uma central de arcondicionada por um preço pra lá de bom: R$ 500,00. Custaria uns R$ 1.200,00 em Itaituba, segundo disse.
Botou a central no bagageiro do carro e pegou a estrada de volta feliz da vida.
O primeiro problema aconteceu quando se deparou com uma barreira da fazenda estadual de Roraima, onde a central sofreu uma "leve" taxação de 80%.
A central de R$ 500,00 já passou a custar R$ 900,00.
Até aí Luis disse que ainda achava que estava no lucro, mesmo tendo que pagar o transporte até santarém, onde tinha deixado seu gol verde.
De novo em Manaus ele foi com a família para o aeroporto, para pegar o avião da Gol para Santarém. Quando a central estava quase despachada, um funcionário da empresa aérea disse que a carga não poderia seguir porque feria as normas do transporte aéreo, porque a central de ar condicionado tem gás.
Sem saber mais o que fazer para trazer a bendita central Luis virou para Célia e disse que o melhor que eles fariam serie vir de barco até Santarém, ou então, abandonar a central no aeroporto, uma vez que não lembravam do nome de nem um conhecido, muito menos do telefone de alguém que morasse em Manaus e pudesse embarcar a central até Santarém.
Nisso, apareceu uma conhecida, que mora na capital amazonense, a qual, ao tomar conhecimento da história prontificou-se a colocar a complicada central no barco, para alívio de Luis e Célia.
A viagem de avião até Santarém foi tranquila. Lá, Luis pegou seu carro e retornou para Itaituba.
Quarta-feira ele recebeu um telefone da amiga de Manaus, ainda bastante assustas, a qual lhe comunicou que sua central tinha sido despachada no navio Karollina do Norte, que saiu terça-feira da capital amazonense e adernou.
Esse seria o navio no qual Luis e família teriam entrado, caso tivessem mesmo decidido vir por transporte fluvial. Felizmente, ele e os seus vieram de avião e estão aqui sãos e salvos.
Mas, por pouco eles não entraram no Karollina do Norte.
Ao lado da esposa Célia e da filinha Ana Luíza foi dar uma volta para recarregar as baterias.
Em Manaus alugou um carro e pegou a estrada rumo a Venezuela, passando por Boa Vista.
Em Santa Elena de Uairém, primeira cidade venezuelana, até onde ele foi, comprou uma central de arcondicionada por um preço pra lá de bom: R$ 500,00. Custaria uns R$ 1.200,00 em Itaituba, segundo disse.
Botou a central no bagageiro do carro e pegou a estrada de volta feliz da vida.
O primeiro problema aconteceu quando se deparou com uma barreira da fazenda estadual de Roraima, onde a central sofreu uma "leve" taxação de 80%.
A central de R$ 500,00 já passou a custar R$ 900,00.
Até aí Luis disse que ainda achava que estava no lucro, mesmo tendo que pagar o transporte até santarém, onde tinha deixado seu gol verde.
De novo em Manaus ele foi com a família para o aeroporto, para pegar o avião da Gol para Santarém. Quando a central estava quase despachada, um funcionário da empresa aérea disse que a carga não poderia seguir porque feria as normas do transporte aéreo, porque a central de ar condicionado tem gás.
Sem saber mais o que fazer para trazer a bendita central Luis virou para Célia e disse que o melhor que eles fariam serie vir de barco até Santarém, ou então, abandonar a central no aeroporto, uma vez que não lembravam do nome de nem um conhecido, muito menos do telefone de alguém que morasse em Manaus e pudesse embarcar a central até Santarém.
Nisso, apareceu uma conhecida, que mora na capital amazonense, a qual, ao tomar conhecimento da história prontificou-se a colocar a complicada central no barco, para alívio de Luis e Célia.
A viagem de avião até Santarém foi tranquila. Lá, Luis pegou seu carro e retornou para Itaituba.
Quarta-feira ele recebeu um telefone da amiga de Manaus, ainda bastante assustas, a qual lhe comunicou que sua central tinha sido despachada no navio Karollina do Norte, que saiu terça-feira da capital amazonense e adernou.
Esse seria o navio no qual Luis e família teriam entrado, caso tivessem mesmo decidido vir por transporte fluvial. Felizmente, ele e os seus vieram de avião e estão aqui sãos e salvos.
Mas, por pouco eles não entraram no Karollina do Norte.
JC amanhã à tarde
Se não acontecer mais nada que possa atrapalhar, a edição 87 do Jornal do Comércio estará circulando amanhã a partir de uma tarde.
Era para estar pronta hoje, mas, alguns probleminhas atrasaram a impressão.
O primeiro problema aconteceu com o equipamentoda Grafipar, onde vinha sendo feito, mas, esse não atrapalhou em nada, porque foi há quase duas semanas.
Hoje, estava tudo certo para o JC ser entregue pela Gráfica Amazônia, no final da tarde. Entrentanto, a gente precisa reservar um espaço para o imprevisto, como bem disse o pensador russo Gerdef, pois ele existe.
No momento em que o jornal começava a ser impresso quebrou uma peça da máquina e, apesar de todo o esforço dos dedicados profissionais da Gráfica Amazônia, a começar pelo seu proprietário, José de Fátima, gente da melhor qualidade, não foi possível recuperar a máquina a tempo.
Em função desse problema técnico, a saída foi entrar em contato com a nova direção da Gráfica Globo, que nos atendeu prontamente.
Amanhã cedo o JC começará a ser feito lá.
São coisas que acontecem e que a gente entende. Atrapalham, mas, a vida é mesmo assim.
Fica aqui o agradecimento a todos esses profissionais das três gráficas citadas, que trabalham como concorrentes, não como inimigos, ajudando-se uns aos outros, sempre que possível. A vida fica mais fácil para todos, quando se age dessa maneira.
Era para estar pronta hoje, mas, alguns probleminhas atrasaram a impressão.
O primeiro problema aconteceu com o equipamentoda Grafipar, onde vinha sendo feito, mas, esse não atrapalhou em nada, porque foi há quase duas semanas.
Hoje, estava tudo certo para o JC ser entregue pela Gráfica Amazônia, no final da tarde. Entrentanto, a gente precisa reservar um espaço para o imprevisto, como bem disse o pensador russo Gerdef, pois ele existe.
No momento em que o jornal começava a ser impresso quebrou uma peça da máquina e, apesar de todo o esforço dos dedicados profissionais da Gráfica Amazônia, a começar pelo seu proprietário, José de Fátima, gente da melhor qualidade, não foi possível recuperar a máquina a tempo.
Em função desse problema técnico, a saída foi entrar em contato com a nova direção da Gráfica Globo, que nos atendeu prontamente.
Amanhã cedo o JC começará a ser feito lá.
São coisas que acontecem e que a gente entende. Atrapalham, mas, a vida é mesmo assim.
Fica aqui o agradecimento a todos esses profissionais das três gráficas citadas, que trabalham como concorrentes, não como inimigos, ajudando-se uns aos outros, sempre que possível. A vida fica mais fácil para todos, quando se age dessa maneira.
Quarta-feira, Julho 22, 2009
Sem saber com quem falava, Minc chamou prefeitos de vagabundos
Hoje, Lula recebeu prefeitos de todo o país em Brasília. Foi a Marcha dos Prefeitos. O ministro Carlos Minc foi vaiado pelos prefeitos quando subiu ao palco. Sentou-se depois em mesa de ilustres desconhecidos. Pensou que eram burocratas de Brasília. Soltou o verbo:
– Esses prefeitos são todos vagabundos.
Mal sabia que se dirigia a prefeitos do Paraná que fecharam a cara e saíram espalhando a grosseria para todos os presentes. Na sexta, Minc vem a Curitiba para o lançamento de certificação ambiental para empresas. Os que ele chamou de vagabundos preparam a recepção.
Fonte: blog Pelos Corredores do Planalto
– Esses prefeitos são todos vagabundos.
Mal sabia que se dirigia a prefeitos do Paraná que fecharam a cara e saíram espalhando a grosseria para todos os presentes. Na sexta, Minc vem a Curitiba para o lançamento de certificação ambiental para empresas. Os que ele chamou de vagabundos preparam a recepção.
Fonte: blog Pelos Corredores do Planalto
Terça-feira, Julho 21, 2009
Dono do Karollina foi preso
O Jornal A Crítica, de Manaus, através do seu site, informou há pouco, que dono do Karollina do Norte foi preso pela Capitania dos Portos de Manaus, após o navio adernar no porto da capital amazonense.
Bombeiros confirmam dois mortos após naufrágio em Manaus
Embarcação tombou no Rio Negro com 185 pessoas a bordo.Equipes de resgate prosseguem com as buscas.
O Corpo de Bombeiros informou que duas pessoas morreram após um naufrágio em Manaus, na tarde desta terça-feira (21). A embarcação, com 185 pessoas a bordo, tombou ao subir em um estaleiro .
Segundo os bombeiros, o primeiro corpo retirado do Rio Negro foi uma menina de 8 anos. A outra é uma mulher, com idade entre 45 e 55 anos.
As equipes de resgate prosseguem com as buscas para tentar encontrar mais pessoas, que poderiam estar presas no interior da embarcação. Não há informações sobre o número de desaparecidos ou de feridos.
Acidente
De acordo com a Capitania dos Portos, a embarcação seguia de Manaus para Santarém, no Pará. Pouco depois de partir, apresentou problemas mecânicos. A tripulação resolveu retornar para o porto para tentar resolver o problema.
No momento em que o barco era puxado para o estaleiro, por meio de rampas de madeira, a embarcação tombou. Muitos passageiros caíram na água.
Segundo a Capitania dos Portos, o procedimento é padrão, mas não deve ser realizado com passageiros a bordo. (G1)
O Corpo de Bombeiros informou que duas pessoas morreram após um naufrágio em Manaus, na tarde desta terça-feira (21). A embarcação, com 185 pessoas a bordo, tombou ao subir em um estaleiro .
Segundo os bombeiros, o primeiro corpo retirado do Rio Negro foi uma menina de 8 anos. A outra é uma mulher, com idade entre 45 e 55 anos.
As equipes de resgate prosseguem com as buscas para tentar encontrar mais pessoas, que poderiam estar presas no interior da embarcação. Não há informações sobre o número de desaparecidos ou de feridos.
Acidente
De acordo com a Capitania dos Portos, a embarcação seguia de Manaus para Santarém, no Pará. Pouco depois de partir, apresentou problemas mecânicos. A tripulação resolveu retornar para o porto para tentar resolver o problema.
No momento em que o barco era puxado para o estaleiro, por meio de rampas de madeira, a embarcação tombou. Muitos passageiros caíram na água.
Segundo a Capitania dos Portos, o procedimento é padrão, mas não deve ser realizado com passageiros a bordo. (G1)
MPE propõe cassação do diploma de Roselito Soares
O Ministério Público Eleitoral emitiu, hoje, parecer no processo que analisa o Recurso Eleitoral Nº 4507, de iniciativa da Coligação Majoritária Frente de Trabalho, que lançou Valmir Climaco à Prefeitura de Itaituba.
O recurso se deu contra decisão do juiz eleitoral de Itaituba que julgou improcedente ação de investigação criminal contra o candidato Roselito Soares, acusado de distribuir cestas básicas durante a campanha eleitoral do ano passado.
O parecer do MPE é de acatamento ao recurso eleitoral apresentado pelo PMDB e demais partidos autores da ação, propondo a cassação do diploma de Roselito Soares e aplicação de multa.
Veja abaixo a síntese do processo.
PROCESSO: RE Nº 4507 - Recurso Eleitoral UF: PA TRE MUNICÍPIO: ITAITUBA – PAN.° Origem: 567/2009 PROTOCOLO: 63612009 - 22/05/2009 10:14 RECORRENTE:
COLIGAÇÃO MAJORITÁRIA FRENTE DE TRABALHO ADVOGADO: SÁBATO GIOVANI MEGALE ROSSETTI RECORRENTE: VALMIR CLIMACO DE AGUIAR
ADVOGADO: INOCÊNCIO MÁRTIRES COÊLHO JÚNIOR - RECORRIDO: ROSELITO SOARES DA SILVA E SILVIO DE PAIVA MACEDO
ADVOGADO: MANOEL GOMES MACHADO JÚNIORRELATOR(A): JUIZ ANDRÉ RAMY PEREIRA BASSALO
ASSUNTO: AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - ABUSO DE PODER ECONÔMICO - ABUSO DE PODER POLÍTICO/AUTORIDADE - DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS BÁSICAS - MUNICÍPIO DE ITAITUBA - CASSAÇÃO - IMPROCEDENTE - NOS AUTOS DO PROC. N.º 567/2008/34ªZE LOCALIZAÇÃO: CPRO-COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO
FASE ATUAL: 21/07/2009 11:54 - Enviado para GABJM. Conclusos
PROCESSO: RE Nº 4507 - Recurso Eleitoral UF: PA “Enviado para GABJM. Conclusos ao Relator Juiz André Ramy Pereira Bassalo. 21/07/2009 11:39
Juntado Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral "... Opina o MPE no sentido do provimento dos recursos ora analisados, a fim de que, com fulcro nos arts. 41-A; 73, IV e §§ 4º, 5º e 10; apliquem-se aos recorridos as sanções de cassação do diploma e multa pecuniária. (...)"O processo vai agora para decisão do TRE.
Blog do Piteira
O recurso se deu contra decisão do juiz eleitoral de Itaituba que julgou improcedente ação de investigação criminal contra o candidato Roselito Soares, acusado de distribuir cestas básicas durante a campanha eleitoral do ano passado.
O parecer do MPE é de acatamento ao recurso eleitoral apresentado pelo PMDB e demais partidos autores da ação, propondo a cassação do diploma de Roselito Soares e aplicação de multa.
Veja abaixo a síntese do processo.
PROCESSO: RE Nº 4507 - Recurso Eleitoral UF: PA TRE MUNICÍPIO: ITAITUBA – PAN.° Origem: 567/2009 PROTOCOLO: 63612009 - 22/05/2009 10:14 RECORRENTE:
COLIGAÇÃO MAJORITÁRIA FRENTE DE TRABALHO ADVOGADO: SÁBATO GIOVANI MEGALE ROSSETTI RECORRENTE: VALMIR CLIMACO DE AGUIAR
ADVOGADO: INOCÊNCIO MÁRTIRES COÊLHO JÚNIOR - RECORRIDO: ROSELITO SOARES DA SILVA E SILVIO DE PAIVA MACEDO
ADVOGADO: MANOEL GOMES MACHADO JÚNIORRELATOR(A): JUIZ ANDRÉ RAMY PEREIRA BASSALO
ASSUNTO: AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - ABUSO DE PODER ECONÔMICO - ABUSO DE PODER POLÍTICO/AUTORIDADE - DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS BÁSICAS - MUNICÍPIO DE ITAITUBA - CASSAÇÃO - IMPROCEDENTE - NOS AUTOS DO PROC. N.º 567/2008/34ªZE LOCALIZAÇÃO: CPRO-COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO
FASE ATUAL: 21/07/2009 11:54 - Enviado para GABJM. Conclusos
PROCESSO: RE Nº 4507 - Recurso Eleitoral UF: PA “Enviado para GABJM. Conclusos ao Relator Juiz André Ramy Pereira Bassalo. 21/07/2009 11:39
Juntado Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral "... Opina o MPE no sentido do provimento dos recursos ora analisados, a fim de que, com fulcro nos arts. 41-A; 73, IV e §§ 4º, 5º e 10; apliquem-se aos recorridos as sanções de cassação do diploma e multa pecuniária. (...)"O processo vai agora para decisão do TRE.
Blog do Piteira
Rádio AM para Itaituba
Está no Diário Oicial da União:Decreto de 17.7.2009 - Outorga concessão a Beija-Flor Radiodifusão Ltda., para explorar serviço de radiodifusão sonora em ondas médias, no Município de Itaituba, Estado do Pará.
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Karololina do Norte aderna ao deixar o Porto de Manaus
Segundo a Rádio Rio Mar, de Manaus, o barco Karollina do Norte adernou hoje à tarde, ao deixar o porto de Manaus, com 185 passageiros a bordo. A embarcação tinha Santarém como destino. O corpo de uma menina já foi resgatado.
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Avião da Gol é retido por suspeita de gripe suína em dois passageiros
Avião da Gol que chegou de Manaus está retido no aeroporto de Santarém.Dois passageiros estão sendo examinados com sintomas de gripe suína.Há intensa movimentação de ambulâncias na pista.
Fonte: blog do Jornal o Estado do Tapajós
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Karololina do Norte aderna ao deixar o Porto de Manaus
Segundo a Rádio Rio Mar, de Manaus, o barco Karollina do Norte adernou hoje à tarde, ao deixar o porto de Manaus, com 185 passageiros a bordo. A embarcação tinha Santarém como destino. O corpo de uma menina já foi resgatado.
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Avião da Gol é retido por suspeita de gripe suína em dois passageiros
Avião da Gol que chegou de Manaus está retido no aeroporto de Santarém.Dois passageiros estão sendo examinados com sintomas de gripe suína.Há intensa movimentação de ambulâncias na pista.
Fonte: blog do Jornal o Estado do Tapajós
Jatene surpreso com o tamanho do desgaste de Ana Júlia
O ex-governador Simão Jatene, que visitou os municípios de Trairão, Novo Progresso e Itaituba, disse que, quando saiu de Belém sabia que a governadora Ana Júlia estava bastante desgastada.
Entretanto, ficou surpreso com o tamanho desse desgaste, que segundo ele apurou nos municípios que vistou até agora, é enorme.
Entretanto, ficou surpreso com o tamanho desse desgaste, que segundo ele apurou nos municípios que vistou até agora, é enorme.
Jatene reuniu com Wilmar
O ex-governador Simão Jatene recebeu o presidente do Diretório Municipal do PMDB (Itaituba), Wilmar Freire.
Por mais de uma hora os dois conversaram no apartamento onde Jatene esteve hospedado no Hotel Apiacás.
Um dos principais assuntos foi a sucessão no governo do Estado.
Wilmar disse que sentiu Jatene muito animado para concorrer ao cargo que já ocupou por um mandato.
Por mais de uma hora os dois conversaram no apartamento onde Jatene esteve hospedado no Hotel Apiacás.
Um dos principais assuntos foi a sucessão no governo do Estado.
Wilmar disse que sentiu Jatene muito animado para concorrer ao cargo que já ocupou por um mandato.
Sexta-feira, Julho 17, 2009
Saiu de férias e perdeu o lugar
Márcio Ferreira da Silva, então diretor da cadeia pública de Itaituba, saiu de férias e viajou para Goiânia para esfriar a cabeça.
Na sua ausência, gente que já estava de olho no seu lugar conseguiu que ele fosse exonerado.
Seu irmão, o vereador Marcos da Ideal (PTC), entrou em ação para tentar reverter o quadro.
Hoje pela manhã houve um contato com o deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa, ao qual foi pedido que interferisse no caso.
Juvenil, que se encontra em Brasília, disse que tomaria pé da situação para ver o que é possível ser feito.
É gente do mesmo lado se comendo.
Na sua ausência, gente que já estava de olho no seu lugar conseguiu que ele fosse exonerado.
Seu irmão, o vereador Marcos da Ideal (PTC), entrou em ação para tentar reverter o quadro.
Hoje pela manhã houve um contato com o deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa, ao qual foi pedido que interferisse no caso.
Juvenil, que se encontra em Brasília, disse que tomaria pé da situação para ver o que é possível ser feito.
É gente do mesmo lado se comendo.
De volta
O geólogo Jubal Cabral Filho, nas horas de folga, também blogueiro (Agonia ou Êxtase), retornou de Goiânia, onde ficou por duas semanas, tratando de assuntos profissionais e particulares.
Já está no batente, desde ontem.
Já está no batente, desde ontem.
Faltam juízes em Itaituba
A OAB, sub-secção de Itaituba, através de seu presidente, o advogado Jairo Araújo, pediu ao Tribunal de Justiça do Estado providências urgentes no sentido de resolver a falta de juízes na Comarca de Itaituba.
O juiz da 1ª Vara, José Admilson Gomes Pereira encontra-se respondendo pela Comarca de Novo Progresso, onde se encontra, atualmente, com previsão de retorno a Itaituba somente em 27 de julho. Ele tem despachado de lá, situações emergenciais daqui, via fax.
O juiz de direito da Comarca de Rurópolis está respondendo pela 2ª Vara Cívil da Comarca de Itaituba, uma vez que o Dr. Arnaldo Albuquerque da Rocha, ex-titular da mesma, foi promovido para a 1ª Vara Cívil da Comarca de Santarém. Está respondendo, apenas no papel.
Ele ainda não veio a Itaituba e não há previsão de vinda. Aliás, há uma informação dando conta de que ele teria dito que não virá.
O juiz da 3ª Vara Criminal de Itaituba, Cleytoney Passaos, está de licença até o dia 21 de julho, estando o juiz de Rurópolis respondendo, também, por essa vara.
A OAB de Itaituba aguarda uma providência do TJE até o próximo dia 20, especialmente no que se refere à designação de um juiz para a 2ª Vara Cívil de Itaituba.
Não é primeira que isso acontece por aqui.
O juiz da 1ª Vara, José Admilson Gomes Pereira encontra-se respondendo pela Comarca de Novo Progresso, onde se encontra, atualmente, com previsão de retorno a Itaituba somente em 27 de julho. Ele tem despachado de lá, situações emergenciais daqui, via fax.
O juiz de direito da Comarca de Rurópolis está respondendo pela 2ª Vara Cívil da Comarca de Itaituba, uma vez que o Dr. Arnaldo Albuquerque da Rocha, ex-titular da mesma, foi promovido para a 1ª Vara Cívil da Comarca de Santarém. Está respondendo, apenas no papel.
Ele ainda não veio a Itaituba e não há previsão de vinda. Aliás, há uma informação dando conta de que ele teria dito que não virá.
O juiz da 3ª Vara Criminal de Itaituba, Cleytoney Passaos, está de licença até o dia 21 de julho, estando o juiz de Rurópolis respondendo, também, por essa vara.
A OAB de Itaituba aguarda uma providência do TJE até o próximo dia 20, especialmente no que se refere à designação de um juiz para a 2ª Vara Cívil de Itaituba.
Não é primeira que isso acontece por aqui.
Jornalista Piteira concorda com Ivo
Grande Ivo Lubrinna!
Corajoso, destemido, forte, um líder que vai à luta, que não se acovarda diante daqueles que propõem a miséria humana como alternativa ao uso sustentável dos recursos da natureza.
Poucas pessoas, em Itaituba e região, têm demonstrado tamanha determinação na defesa do desenvolvimento sustentável dos municípios do sudoeste do Pará, na defesa de trabalho, ocupação e renda para milhares de garimpeiros e mineradores.
Ivo e Sérgio Aquino têm sido dois guerreiros ness luta. Mas esta precisa ser engrossada. Uma corrente não se faz com apenas dois elementos.
Já que o poder público local não faz nada em prol desse objetivo, por que empresários, comerciantes, dirigentes comunitários e políticos locais - refiro-me princopalmente aos veraedores - não constroem um movimento para isso?
A Sema se prepara para se instalar em Itaituba, o município passará a ter autonomia na execução da legislação ambiental, inclusive para a liberação de licenciamentos ambientais, na fiscalização de projetos produtivos.
Se não houver participação direta dos diversos segmentos produtivos locais - e se deixarmos apenas os ecoloucos livres e serelepes como antagonistas nesse roteiro - a ação do órgão ambiental local se restringirá à fiscalização, repressão e multas aos projetos econômicos. E todos sabemos que não é isso que se espera dos órgãos ambientais.
Queremos, sim - e a Amot e o Simioespa também - que se construa uma parceria institucional entre governo, empreendedores e ONG's ambientais sérias. Que se combata o crime ambiental, mas também que se eduque, que se oriente, que se forme uma nova cultura de produção - a produção sustentável -, que se libere licenciamento para os projetos que se enquadram nessa concepção de sustentabilidade.
Parabéns, Ivo, pela coragem de assumir possições inequívocas em prol do desenvolvimento dessa região.Tenho certeza de que tua voz e de teus companheiros de causa tão nobre não se perderão em meio as florestas e os rios.Força, camarada!
José Maria Piteira
Jornalista
Corajoso, destemido, forte, um líder que vai à luta, que não se acovarda diante daqueles que propõem a miséria humana como alternativa ao uso sustentável dos recursos da natureza.
Poucas pessoas, em Itaituba e região, têm demonstrado tamanha determinação na defesa do desenvolvimento sustentável dos municípios do sudoeste do Pará, na defesa de trabalho, ocupação e renda para milhares de garimpeiros e mineradores.
Ivo e Sérgio Aquino têm sido dois guerreiros ness luta. Mas esta precisa ser engrossada. Uma corrente não se faz com apenas dois elementos.
Já que o poder público local não faz nada em prol desse objetivo, por que empresários, comerciantes, dirigentes comunitários e políticos locais - refiro-me princopalmente aos veraedores - não constroem um movimento para isso?
A Sema se prepara para se instalar em Itaituba, o município passará a ter autonomia na execução da legislação ambiental, inclusive para a liberação de licenciamentos ambientais, na fiscalização de projetos produtivos.
Se não houver participação direta dos diversos segmentos produtivos locais - e se deixarmos apenas os ecoloucos livres e serelepes como antagonistas nesse roteiro - a ação do órgão ambiental local se restringirá à fiscalização, repressão e multas aos projetos econômicos. E todos sabemos que não é isso que se espera dos órgãos ambientais.
Queremos, sim - e a Amot e o Simioespa também - que se construa uma parceria institucional entre governo, empreendedores e ONG's ambientais sérias. Que se combata o crime ambiental, mas também que se eduque, que se oriente, que se forme uma nova cultura de produção - a produção sustentável -, que se libere licenciamento para os projetos que se enquadram nessa concepção de sustentabilidade.
Parabéns, Ivo, pela coragem de assumir possições inequívocas em prol do desenvolvimento dessa região.Tenho certeza de que tua voz e de teus companheiros de causa tão nobre não se perderão em meio as florestas e os rios.Força, camarada!
José Maria Piteira
Jornalista
Emerson Brito e o artigo do Ivo
Muito bom Artigo Ivo Lubrina. Suas palavras sensatas traduzem exatamente o sentimento que nós "amazonidas" temos em relação à esse mal que se propaga em nossa região - ONG's.
Devemos dar um basta sim, e partir pra cima deles, pois não há outra saída se não essa, não podemos ficar de braços cruzados enquanto eles partem de forma até agressiva para cima desse povo esquecido e tanto sofrido pelo descaso do poder público.
Temos que entrar na briga, fiscalizá-los, investigá-los, ir a fundo, averiguar quem os financiam, pois certamente encontraremos algo de errado (tem sempre um político corrupto por tras disso), e desmascará-lo e derrota-los nessa briga pela sobrevivencia de nosso povo.Tem o meu apoio.
Emerson BRito
Devemos dar um basta sim, e partir pra cima deles, pois não há outra saída se não essa, não podemos ficar de braços cruzados enquanto eles partem de forma até agressiva para cima desse povo esquecido e tanto sofrido pelo descaso do poder público.
Temos que entrar na briga, fiscalizá-los, investigá-los, ir a fundo, averiguar quem os financiam, pois certamente encontraremos algo de errado (tem sempre um político corrupto por tras disso), e desmascará-lo e derrota-los nessa briga pela sobrevivencia de nosso povo.Tem o meu apoio.
Emerson BRito
Discordando
Boa noite,
Apenas para discordar da frase que diz que o Tremont não teria densidade política, acho que tem sim, seu potencial não pode ser subestimado.
Conte com meu irrestrito apoio. Precisamos que pessoas honestas na política, o povo está aprendendo separar as coisas, o povo está calado, e como diz o ditado popular "Nunca se sabe o que o calado quer".
Parabens Tremonte pela iniciativa, Vá em frente, e conte comigo.
Abs.
Jose Carlos Seixas
Apenas para discordar da frase que diz que o Tremont não teria densidade política, acho que tem sim, seu potencial não pode ser subestimado.
Conte com meu irrestrito apoio. Precisamos que pessoas honestas na política, o povo está aprendendo separar as coisas, o povo está calado, e como diz o ditado popular "Nunca se sabe o que o calado quer".
Parabens Tremonte pela iniciativa, Vá em frente, e conte comigo.
Abs.
Jose Carlos Seixas
Segunda-feira, Julho 13, 2009
JC cedinho na rua
Amanhã de manhã, bem cedo, o Jornal do Comércio estará circulando. A seguir, matérias e artigos que fazem parte da presente edição.
Volta da América do Sul, de moto: A Expedição, tintim por tintim, capítulo 10
Em Águas Verdes paramos para fazer a troca de óleo das duas motocicletas. Lá eu esqueci o GPS que eu quase perdi no dia anterior. Coloquei o meu capacete, as luvas e o GPS num cantinho, enquanto trocavam o óleo da XTZ. Na hora de sair eu não o peguei. Ainda voltei procurando pelo caminho, mas, só muito mais tarde, muito distante dali lembrei-me onde o tinha deixado. Àquela altura não havia chance de retornar. Aliás, eu perdi quase tudo na viagem.
Da fronteira até Tumbes, primeira cidade peruana a distância é menos de 30 quilômetros de estrada impecável. Em poucos minutos a gente estaria lá, se não tivesse parado na metade do caminho para apreciar a vastidão bela do Oceano Pacífico. Eu e o Jadir não resistimos à tentação de molhar ao menos os pés, pela primeira vez na vida, no maior de todos os oceanos.
Já passava de uma e meia da tarde, quando resolvemos parar numa barraca que vendia comida, para saber o que havia para o almoço e, principalmente, qual o preço, pois à beira mar não costuma haver muita coisa barata. Mas, para nossa surpresa, a especialidade do pessoal era pescado e o preço era muito acessível. Assim sendo, pedimos uma torta de lagostim, coisa que eu nunca tinha comido. Saciamo-nos de verdade, com uma refeição muito deliciosa, pagando por ela o preço que teríamos pago por um prato comum em outro lugar.
Enquanto na Venezuela, na Colômbia e no Equador viajamos quase sempre tendo o verde da Natureza como companhia , no Peru já começamos a enfrentar o deserto logo no começo, com distâncias enormes entre uma cidade e outra.
Passamos por Piúra às 16:30, com pressa. Com tanta pressa que esquecemos de abastecer nossas motos. Não podíamos ter feito aquilo. Às sete da noite, já escurecendo, o Jadir já tinha rodada uns 30 km com a gasolina da reserva; eu acabara de rodar a chave que aciona a reserva do tanque da minha moto. Começou a bater uma preocupação, mesmo tempo em que o tempo foi mudando bruscamente do calor diurno para o frio intenso do deserto.
Paramos no primeiro lugar que apareceu, um restaurante iluminado pela luz de um lampião a gás. Pedimos informações a um rapaz, o qual no disse que o posto de gasolina mais próximo estava distante uma hora de viagem. Disse, também, que o dono do restaurante vendia gasolina; muito cara por sinal, mas, nós não tínhamos escolha. Seria abastecer, ou ficar no prego. Continuamos viajando por mais duas horas, enfrentando muito frio e dezenas de carretas no sentido contrário ao da gente, cujos motoristas quase nunca davam luz baixa. Paramos em Lambayaque depois das nove da noite, onde pernoitamos, depois de rodarmos 715 km. Lá conversamos com um peruano, Carlos Gimenez, que nos disse que o Peru e o Chile são dois grandes desertos. Nós tivemos oportunidade de confirmar isso.
O deserto peruano tem formações geológicas distintas. Em alguns pontos predomina um terreno argiloso, enquanto em outras partes o que se vê é areia; tanta areia, que o vento transporta com facilidade para o leite da rodovia. Equipes de limpeza são vistas com freqüência afastando a areia da estrada. Outras peculiaridades que eu e o Jadir observamos no Peru são as enormes plantações irrigadas em pleno deserto e um sem número de aviários muito, perto da margem do Oceano Pacífico.
O dia 31 de outubro, uma sexta-feira começou frio. Alias, continuou o frio que fez à noite. Saímos cedo para tentar chegar o mais perto possível de Lima. Às 11:30 começou uma chuva fina que só fez piorar o frio. Eu, que tinha saído sem agasalho, tive que parar, pois estava tremendo. Melhorou, mas não resolveu, porque aquele foi de fato um dia bastante frio. Paramos pouco depois das quatro da tarde para conversar sobre o que fazer diante daquele clima nada camarada. Decidimos que pararíamos no primeiro lugar que tivesse algo parecido com um hotel para passar a noite. Por volta de cinco da tarde entramos na cidade de Huarmey, que fica a um quilômetro e meio do Pacífico.
Mais cedo nos permitimos um pouco de maluquice. Eu e o Jadir resolvemos experimentar como nossas máquinas reagiriam no deserto. Assim, saímos da estrada por alguns quilômetros, sentindo-nos verdadeiros pilotos de rali. No começo foi tudo bem. A certa altura eu parei minha moto e quando tentei largar novamente, patinou legal até encostar a corrente na areia. Mas, aquela parte foi uma pequena festa que nos permitimos. Não houve risco algum, nem danos às motos. Hoje nós conhecemos o mototáxi do Peru, que é bem diferente do nosso, tudo regularizado. É bem mais confortável e existe aos milhares por quase tudo quanto é cidade. Só lembro de não termos visto em Cusco.
Hoje nós paramos na casa de um casal de peruanos simples, que parecem viver muito felizes com a vida que levam. Israel e Marina Castilho moram em pleno deserto, mas, tem água de um poço artesiano que lhes permite ter 18 cabeças de gado leiteiro, além de galinhas, porcos, perus e preás, sem contar o belo jardim da Marina. Jadir, que é oriundo de Santa Catarina, numa região onde o gado leiteiro tem uma produtividade excelente, ficou surpreso quando Israel informou que suas vagas chegavam a dar até 40 litros de leite por dia, o que é mais do que acontece no Sul do Brasil.
À noite, depois de um gostoso banho quente saímos para comer alguma coisa. Paramos na banca da Rosa, que prepara uma saborosa CACHAMBA, um tipo de pastel peruano, bem grande, frito na hora, o qual fica nadando numa grande quantidade de óleo. O cheiro é bom e o gosto também, mas, minha barriga acusou o golpe do excesso de gordura e por pouco a viagem não foi retardada por conta da cachamba. Felizmente, depois de algumas visitas à casinha, durante a noite, amanheci bem na manhã seguinte, pronto para prosseguir nossa aventura, cumprindo o desafio de fazer a volta de motocicleta pela América do Sul. No próximo capítulo, nossa passagem por Pisco, a cidade onde ocorreu um grande terremoto em agosto de 2007.
Esmola grande...
Artigo de Jota Parente
No decorrer dos próximos anos – sabe Deus por quantos – a gente vai ouvir falar do assunto hidrelétricas do Tapajós e do Jamaxim, que deve ser tratado como Complexo de Hidrelétricas do Tapajós, posto que o Jamaxim é afluente daquele.
A discussão sobre o tema mal começou. Ainda sabemos muito pouco sobre tudo que poderá acontecer. Os impactos ambientais são superestimados pelos que são contra e subestimados pelos que são a favor. Por isso é que é imprescindível a discussão exaustiva desse conjunto de obras. No nosso caso, sobremodo a de São Luis do Tapajós.
Quem é contra – as ONGs em geral são visceralmente contrárias – perguntam, para que e para quem construir hidrelétricas no Tapajós, se já temos energia de sobra, aqui, vinda de Tucurui. Esse pessoal responde, dizendo que será energia elétrica para grandes projetos multinacionais, citando a Alcoa, em Juruti, como exemplo.
Quem é favor diz que o Brasil precisa desse conjunto de obras para continuar crescendo. Do contrário, corre sério risco de sofrer um novo apagão, esse de conseqüências bem maiores do que o vivido nos anos 90. Nós, ficamos no meio desse fogo cruzado, muitas vezes, desinformados porque não queremos nos informar e assim aceitamos tudo que nos dizem como verdade, ou então, achamos que está todo mundo querendo nos enganar.
O governo quando quer fazer alguma coisa, tenta passar por cima de tudo e de todos. Tem força para isso. Na maioria das vezes consegue seu intento, sem levar em conta os prejuízos que pode causar a quem estiver no seu caminho. Não está sendo assim com Belo Monte porque a obra causaria um estrago muito grande a povos indígenas que tiveram muito apoio para lutar contra.
As ONGs se levantam contra qualquer obra desse porte, sobretudo quando elas estão previstas para acontecerem na Amazônia. Algumas delas são entidades sérias, que precisam ser respeitadas, mas, tem muita picaretagem nesse meio, praticada por gente que recebe dinheiro do exterior, principalmente de alguns países da Europa, claramente interessados em manter a Amazônia intocável e, em travar o desenvolvimento do Brasil.
Diz o velho ditado, que quando a esmola é grande o santo desconfia. Pois essa é uma esmola muito grande que está sendo prometida para Itaituba. O engenheiro Luis Fernando Rufato, da Eletronorte, que falou na reunião realizada na Câmara há duas semanas, estimou em 25 mil empregos diretos e 75 mil indiretos em todo o complexo, como se todas as obras fossem realizadas ao mesmo tempo. No caso de Itaituba, a obra que vai ter impacto direto na economia será a de São Luis. Os números têm o claro objetivo de impressionar os ouvintes, atenuando a resistência ao projeto.
Tenho conversado com alguns empresários, especialmente sobre a hidrelétrica de São Luis do Tapajós, que está mais para Pimental do que para São Luis. De qualquer forma, essa terá impacto direto na economia do município.
Pois bem, o empresariado local, de um modo geral, olha para frente e aposta suas fichas nessa obra, que injetará recursos vultosos no comércio itaitubense, o que fará com que sejam criados mais empregos, também nas casas comerciais daqui, conseqüência do aumento do movimento.
Itaituba ainda tenta se recuperar da ressaca de um boom da economia, provocado pelo o ciclo do ouro, que deixou muitas seqüelas na economia e mazelas sociais duradouras. Lembro isso para que não fechemos os olhos para os benefícios que trará uma geração de empregos em massa, principalmente para trabalhadores braçais, mas, da mesma forma, que não esqueçamos que na vida tudo tem seu preço. Nesse caso, o alto preço que teremos que pagar será cobrado após o encerramento da obra, pois com o término da mesma, muitas centenas de famílias que terão se estabelecido em Itaituba em função da construção da hidrelétrica de São Luis não terão para onde ir, nem tampouco o que fazer depois que perderem seus empregos.
É exatamente nesse ponto que quero terminar esta abordagem, para continuar tratando do assunto em outra ocasião: não vamos ser contra, pelo simples prazer de ser contra, mas, não vamos deixar de pensar no que virá depois, sob pena de repetirmos tudo o que está acontecendo desde que o ciclo do ouro declinou. Nesse caso, quanto mais soubermos desse projeto, mais preparados estaremos para discutir o assunto.
No decorrer dos próximos anos – sabe Deus por quantos – a gente vai ouvir falar do assunto hidrelétricas do Tapajós e do Jamaxim, que deve ser tratado como Complexo de Hidrelétricas do Tapajós, posto que o Jamaxim é afluente daquele.
A discussão sobre o tema mal começou. Ainda sabemos muito pouco sobre tudo que poderá acontecer. Os impactos ambientais são superestimados pelos que são contra e subestimados pelos que são a favor. Por isso é que é imprescindível a discussão exaustiva desse conjunto de obras. No nosso caso, sobremodo a de São Luis do Tapajós.
Quem é contra – as ONGs em geral são visceralmente contrárias – perguntam, para que e para quem construir hidrelétricas no Tapajós, se já temos energia de sobra, aqui, vinda de Tucurui. Esse pessoal responde, dizendo que será energia elétrica para grandes projetos multinacionais, citando a Alcoa, em Juruti, como exemplo.
Quem é favor diz que o Brasil precisa desse conjunto de obras para continuar crescendo. Do contrário, corre sério risco de sofrer um novo apagão, esse de conseqüências bem maiores do que o vivido nos anos 90. Nós, ficamos no meio desse fogo cruzado, muitas vezes, desinformados porque não queremos nos informar e assim aceitamos tudo que nos dizem como verdade, ou então, achamos que está todo mundo querendo nos enganar.
O governo quando quer fazer alguma coisa, tenta passar por cima de tudo e de todos. Tem força para isso. Na maioria das vezes consegue seu intento, sem levar em conta os prejuízos que pode causar a quem estiver no seu caminho. Não está sendo assim com Belo Monte porque a obra causaria um estrago muito grande a povos indígenas que tiveram muito apoio para lutar contra.
As ONGs se levantam contra qualquer obra desse porte, sobretudo quando elas estão previstas para acontecerem na Amazônia. Algumas delas são entidades sérias, que precisam ser respeitadas, mas, tem muita picaretagem nesse meio, praticada por gente que recebe dinheiro do exterior, principalmente de alguns países da Europa, claramente interessados em manter a Amazônia intocável e, em travar o desenvolvimento do Brasil.
Diz o velho ditado, que quando a esmola é grande o santo desconfia. Pois essa é uma esmola muito grande que está sendo prometida para Itaituba. O engenheiro Luis Fernando Rufato, da Eletronorte, que falou na reunião realizada na Câmara há duas semanas, estimou em 25 mil empregos diretos e 75 mil indiretos em todo o complexo, como se todas as obras fossem realizadas ao mesmo tempo. No caso de Itaituba, a obra que vai ter impacto direto na economia será a de São Luis. Os números têm o claro objetivo de impressionar os ouvintes, atenuando a resistência ao projeto.
Tenho conversado com alguns empresários, especialmente sobre a hidrelétrica de São Luis do Tapajós, que está mais para Pimental do que para São Luis. De qualquer forma, essa terá impacto direto na economia do município.
Pois bem, o empresariado local, de um modo geral, olha para frente e aposta suas fichas nessa obra, que injetará recursos vultosos no comércio itaitubense, o que fará com que sejam criados mais empregos, também nas casas comerciais daqui, conseqüência do aumento do movimento.
Itaituba ainda tenta se recuperar da ressaca de um boom da economia, provocado pelo o ciclo do ouro, que deixou muitas seqüelas na economia e mazelas sociais duradouras. Lembro isso para que não fechemos os olhos para os benefícios que trará uma geração de empregos em massa, principalmente para trabalhadores braçais, mas, da mesma forma, que não esqueçamos que na vida tudo tem seu preço. Nesse caso, o alto preço que teremos que pagar será cobrado após o encerramento da obra, pois com o término da mesma, muitas centenas de famílias que terão se estabelecido em Itaituba em função da construção da hidrelétrica de São Luis não terão para onde ir, nem tampouco o que fazer depois que perderem seus empregos.
É exatamente nesse ponto que quero terminar esta abordagem, para continuar tratando do assunto em outra ocasião: não vamos ser contra, pelo simples prazer de ser contra, mas, não vamos deixar de pensar no que virá depois, sob pena de repetirmos tudo o que está acontecendo desde que o ciclo do ouro declinou. Nesse caso, quanto mais soubermos desse projeto, mais preparados estaremos para discutir o assunto.
Um basta na poluição sonora
Arrtigo de Marilene Parente
O que se pode fazer para dar uma basta na poluição sonora que atormenta a vida de quem precisa de silêncio para ter uma noite tranqüila de sono?
O saudoso Elias Leão, que morreu há um ano, foi o último a se preocupar com esse problema sério, que tanto incomoda. Lembro que ele, com seu jeito educado, mas, firme, conseguiu melhorar a questão das propagandas em portas de lojas, que eram ligadas no volume máximo. Bastava ligar para ele, para em pouco tempo alguém da SEMMA aparecer no local onde o som estivesse estridente. Sem dúvida houve um avanço nesse ponto.
De vez em quando a gente ainda ouve alguma loja com som estourado, mas, bem menos que antes. Entretanto, quando o assunto é a poluição sonora provocada por alguns carros, motos ou bicicletas de propaganda volante e por carros particulares que parecem boates ambulantes, aí posso afirmar que a situação está completamente fora de controle. Semana passada foi realizada uma blitz por funcionários da Prefeitura, acompanhados da Polícia Militar. Mas, foi uma ação isolada.
Moro no centro da cidade, parte da cidade onde a poluição sonora é mais evidente. Tanto faz de dia ou de noite, o barulho incomoda muito. Como se não bastasse o ruído provocado pelos motores dos carros, ainda há o descontrole do som dos veículos.
É preciso que a Secretaria Municipal de Mineração e Meio Ambiente volte a atuar na repressão desses abusos. Não é possível continuar como está. Ninguém merece viver sob essa pressão sonora que tira o sossego da comunidade. Não interessa quem esteja fazendo esse tipo de coisa.
Durante o dia a gente está no embalo do trabalho e termina administrando melhor a situação, embora fosse muito melhor se houvesse uma disciplina no volume dos amplificadores. Contudo, é durante a noite que o barulho mais incomoda, sobretudo nos finais de semana, quando as janelas das casas e dos apartamentos tremem no momento em que carros que dispõem de equipamentos muito potentes exibem suas parafernálias no centro da cidade.
A maioria dos condutores é composta de jovens, mas, há, também marmanjos que parecem não ter ainda vivido seu período de adolescência e juventude, os quais desfilam com o intuito de mostrar o som que possuem, ou com carros ou motos com descarga fora do padrão. Isso vai até altas horas da madrugada sem que ninguém faça nada para dar um basta.
No Brasil existe O Programa Nacional de Educação e Controle da Poluição Sonora (SILÊNCIO), que foi instituído pela Resolução CONAMA nº 2, de 8/3/90 considerando a necessidade de estabelecer normas, métodos e ações para controlar o ruído excessivo que interfere na saúde e bem estar da população. Em nível local, a responsabilidade pela repressão à poluição sonora é da SEMMA, que precisa se mexer.
Não adianta perder tempo com campanhas educativas, porque esse pessoal sabe muito bem o que está fazendo; sabe que a legislação proíbe o uso de som num volume tão elevado quanto o que eles utilizam. Nesse caso, a única coisa a fazer é reprimir esses atos, que podem ser considerados verdadeiro vandalismo.
Uma vez que os jovens que praticam esse tipo de infração não são bem orientados por seus pais, que não souberam, ou não quiseram estabelecer limites a eles e uma vez que os adultos mal educados incorrem na prática da mesma irregularidade, o que resta às autoridades a não ser aplicar a lei? E o que está faltando para que comecem a fazer o seu trabalho?
Terra de ninguém! É assim que sinto Itaituba, principalmente sexta, sábado e domingo a partir de onze horas da noite, quando os abusos são mais evidentes. Cada um faz o que quer, do jeito que quer e a não ser por ações pontuais, que deveriam ser corriqueiras, nada se faz para reprimir a poluição sonora desses carros.
Do jeito que está não dá para continuar. Espero que a minha reclamação, que tenho certeza é de todos os que são incomodados por esse ruído que tira o sono da gente, sirva para tirar da letargia os responsáveis pelo combate à poluição. Por favor, façam direito o trabalho de vocês, porque nós queremos e precisamos dormir.
O que se pode fazer para dar uma basta na poluição sonora que atormenta a vida de quem precisa de silêncio para ter uma noite tranqüila de sono?
O saudoso Elias Leão, que morreu há um ano, foi o último a se preocupar com esse problema sério, que tanto incomoda. Lembro que ele, com seu jeito educado, mas, firme, conseguiu melhorar a questão das propagandas em portas de lojas, que eram ligadas no volume máximo. Bastava ligar para ele, para em pouco tempo alguém da SEMMA aparecer no local onde o som estivesse estridente. Sem dúvida houve um avanço nesse ponto.
De vez em quando a gente ainda ouve alguma loja com som estourado, mas, bem menos que antes. Entretanto, quando o assunto é a poluição sonora provocada por alguns carros, motos ou bicicletas de propaganda volante e por carros particulares que parecem boates ambulantes, aí posso afirmar que a situação está completamente fora de controle. Semana passada foi realizada uma blitz por funcionários da Prefeitura, acompanhados da Polícia Militar. Mas, foi uma ação isolada.
Moro no centro da cidade, parte da cidade onde a poluição sonora é mais evidente. Tanto faz de dia ou de noite, o barulho incomoda muito. Como se não bastasse o ruído provocado pelos motores dos carros, ainda há o descontrole do som dos veículos.
É preciso que a Secretaria Municipal de Mineração e Meio Ambiente volte a atuar na repressão desses abusos. Não é possível continuar como está. Ninguém merece viver sob essa pressão sonora que tira o sossego da comunidade. Não interessa quem esteja fazendo esse tipo de coisa.
Durante o dia a gente está no embalo do trabalho e termina administrando melhor a situação, embora fosse muito melhor se houvesse uma disciplina no volume dos amplificadores. Contudo, é durante a noite que o barulho mais incomoda, sobretudo nos finais de semana, quando as janelas das casas e dos apartamentos tremem no momento em que carros que dispõem de equipamentos muito potentes exibem suas parafernálias no centro da cidade.
A maioria dos condutores é composta de jovens, mas, há, também marmanjos que parecem não ter ainda vivido seu período de adolescência e juventude, os quais desfilam com o intuito de mostrar o som que possuem, ou com carros ou motos com descarga fora do padrão. Isso vai até altas horas da madrugada sem que ninguém faça nada para dar um basta.
No Brasil existe O Programa Nacional de Educação e Controle da Poluição Sonora (SILÊNCIO), que foi instituído pela Resolução CONAMA nº 2, de 8/3/90 considerando a necessidade de estabelecer normas, métodos e ações para controlar o ruído excessivo que interfere na saúde e bem estar da população. Em nível local, a responsabilidade pela repressão à poluição sonora é da SEMMA, que precisa se mexer.
Não adianta perder tempo com campanhas educativas, porque esse pessoal sabe muito bem o que está fazendo; sabe que a legislação proíbe o uso de som num volume tão elevado quanto o que eles utilizam. Nesse caso, a única coisa a fazer é reprimir esses atos, que podem ser considerados verdadeiro vandalismo.
Uma vez que os jovens que praticam esse tipo de infração não são bem orientados por seus pais, que não souberam, ou não quiseram estabelecer limites a eles e uma vez que os adultos mal educados incorrem na prática da mesma irregularidade, o que resta às autoridades a não ser aplicar a lei? E o que está faltando para que comecem a fazer o seu trabalho?
Terra de ninguém! É assim que sinto Itaituba, principalmente sexta, sábado e domingo a partir de onze horas da noite, quando os abusos são mais evidentes. Cada um faz o que quer, do jeito que quer e a não ser por ações pontuais, que deveriam ser corriqueiras, nada se faz para reprimir a poluição sonora desses carros.
Do jeito que está não dá para continuar. Espero que a minha reclamação, que tenho certeza é de todos os que são incomodados por esse ruído que tira o sono da gente, sirva para tirar da letargia os responsáveis pelo combate à poluição. Por favor, façam direito o trabalho de vocês, porque nós queremos e precisamos dormir.
Primeiro semestre foi produtivo, diz vereador Hilton Aguiar
O primeiro período legislativo de 2009, da Câmara Municipal de Itaituba pode ser considerado como produtivo. Os vereadores aprovaram um número expressivo de matérias, incluindo vários projetos de lei, além de dezenas de requerimentos. O presidente da Casa, vereador Hilton Aguiar (PSC), considera que realmente o saldo foi positivo.
”Nós conseguimos resgatar a credibilidade do Poder Legislativo de Itaituba, o que foi obtido com a colaboração de todos os vereadores. Dentre as ações que merecem destaque eu cito as audiências públicas, que tiveram o objetivo de discutir assuntos de interesse da coletividade, sempre com grande participação da população.
Para lembrar apenas algumas, houve a plenária a respeito do projeto do Estado do Tapajós, que trouxe para Itaituba, prefeitos e vereadores de diversos municípios da nossa região, o deputado federal Lira Maia, representantes do Movimento Pela Criação do Novo Estado, de Santarém, além de muita gente da própria cidade de Itaituba, que lotou as dependências da Câmara. Foi uma grande oportunidade para as pessoas se informarem sobre esse importante assunto, que representa o maior projeto de desenvolvimento para a região Oeste do Pará. Ressalto que esse trabalho foi feito em conjunto com a coordenação do Movimento, em Itaituba.
A reunião pública com o pessoal da Eletronorte, que contou, também, ainda com a vinda de um engenheiro da Eletrobrás, para discutir o grande projeto de construção de usinas hidrelétricas nos rios Tapajós e Jamaxim. A gente tinha participado de um seminário com organizações da sociedade de civil, na qual se ouviu um lado. Nesse encontro com gente da Eletronorte, a gente teve oportunidade de ouvir o outro lado, por meio das explicações precisas do engenheiro Luis Fernando Rufato. No que nos cabe, afirmo que a Câmara vai continuar fomentando essa discussão, a fim de que sejam conhecidos todos os pormenores desse grande projeto.
Tivemos uma grande reunião com agricultores de Itaituba, da qual participaram representantes dos bancos que atuam em Itaituba. O objetivo foi esclarecer ao homem do campo de que forma ele pode ter acesso ao crédito. Acho que foi muito proveitoso esse encontro. Há poucos dias o plenário da Câmara foi cedido para a Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, para uma reunião com micro e pequenos empreendedores. A secretária Sueli Aguiar, responsável pela organização do evento, contou com o apoio de gerentes de algumas casas bancárias locais, além de um representante do Sebrae, os quais falaram para um grande número de pessoas a respeito do acesso que eles podem ter ao crédito bancário.
Em Miritituba tivemos uma audiência pública para a qual conseguimos levar o prefeito Roselito Soares e alguns secretários municipais, com o objetivo de resolver alguns problemas que se arrastam por muitos anos naquela comunidade. Conseguimos uma verba de R$ 220 mil para os postos de saúde, encaminhamos a perfuração de dois poços artesianos e mais R$ 100 mil para ampliação do ginásio poliesportivo local. Fizemos também uma audiência pública no Paraná Miri, para onde a Câmara, juntamente com a Prefeitura levou uma série de serviços”.
O prefeito Roselito Soares tem ampla maioria na Câmara Municipal. Mesmo assim, o bloco de oposição com apenas três vereadores teve um papel importante no primeiro semestre, procurando mostrar as falhas do governo. Hilton, que chegou à presidência meio de surpresa, em princípio enfrentou algumas desconfianças do governo, mas, depois isso foi resolvido, como ele mesmo afirma.
“Realmente! No começo eu enfrentei uma certa desconfiança, em virtude do processo que me elegeu presidente da Casa. Mas, todos viram que eu não vim aqui para fazer nada que pudesse atrapalhar o governo e, principalmente, o município. Vim, sim, com vontade de fazer um trabalho transparente que beneficiasse o município de Itaituba. E eu tenho sido esse elo entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo buscando a harmonia entre os poderes, apesar das diferenças de opiniões entre os vereadores, o que é normal na política.
Como presidente da Câmara eu não faço distinção entre os vereadores. Eu sou o presidente e como tal preciso agir com equilíbrio. Para mim não há vereadores de situação e vereadores de oposição. Todos são, simplesmente, vereadores. Cada um merece ser tratado da mesma forma que o outro. Isso fez com que a gente terminasse o primeiro semestre em paz”.
No último dia de trabalho do primeiro período legislativo de 2009 a Câmara patrocinou uma reunião da qual participaram donos de restaurantes e de bares, e mais diversos seguimentos da segurança pública do município, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Ministério Público e da Justiça. O que se discutiu foi a reivindicação dos donos desses estabelecimentos para que os mesmos possam funcionar, pelo menos uma hora a mais. Eles alegaram que estavam sendo prejudicados com o cumprimento da legislação estadual, que determina o fechamento à uma hora da manhã, de segunda a quinta e às três da manhã nos finais de semana.
Nada ficou resolvido nesse primeiro encontro, mas o vereador Hilton Aguiar informa que um dos primeiros trabalhos da Câmara, tão logo sejam iniciadas as atividades no segundo período legislativo deste ano será dar prosseguimento dessa discussão. Uma nova reunião já está acertada, faltando apenas definir a data. Há consenso entre vereadores e quem trabalha na área da segurança pública, que os índices de violência diminuíram com o cumprimento dessa norma, o que os coloca numa situação difícil para pugnar por uma mudança no horário de funcionamento.
Mais vereadores – O segundo semestre vai ser decisivo quanto ao aumento do número de vereadores já a partir de janeiro de 2010. Segundo o presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer, não é provável que a PEC dos Vereadores entre em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Fala-se que isso valerá somente para a próxima legislatura. De qualquer forma, os presidentes das câmaras municipais do Brasil inteiro fazem contas para não serem apanhados de surpresa. No caso de Itaituba, fala-se que subiria dos atuais onze vereadores para dezenove.
Para Hilton Aguiar, confirmando-se esse aumento, e levando-se em conta que haverá uma queda no repasse mensal, medidas drásticas terão que ser tomadas. O salário do vereador vai ficar pouco acima da metade do que recebe hoje em dia, além de ser necessária uma revisão na contratação de assessores. Os vereadores correrão o risco de não poderem indicar nenhum assessor, porque não haverá recursos para isso. A Câmara de Itaituba perderá em torno de R$ 30 mil, em valores atuais. Mas, a esperança que os atuais presidentes de câmaras têm é de que realmente só passe a valer para o próximo mandato.
Concurso – O presidente Hilton Aguiar informou que está confirmada para o mês de novembro deste ano a realização do concurso público na Câmara Municipal. O secretário executivo, Salomão Silva, esteve em Belém tratando desse assunto, inclusive mantendo contato com a direção da Unama, que deverá fazer o concurso. Em agosto vai haver uma reunião com o Ministério Público do Trabalho, quando será assinado um Termo de Ajustamento de Conduta, tratando dessa questão. Mas, o presidente faz questão de ressaltar que não existe problema algum com o MPT. Será apenas uma formalidade, disse Hilton.
”Nós conseguimos resgatar a credibilidade do Poder Legislativo de Itaituba, o que foi obtido com a colaboração de todos os vereadores. Dentre as ações que merecem destaque eu cito as audiências públicas, que tiveram o objetivo de discutir assuntos de interesse da coletividade, sempre com grande participação da população.
Para lembrar apenas algumas, houve a plenária a respeito do projeto do Estado do Tapajós, que trouxe para Itaituba, prefeitos e vereadores de diversos municípios da nossa região, o deputado federal Lira Maia, representantes do Movimento Pela Criação do Novo Estado, de Santarém, além de muita gente da própria cidade de Itaituba, que lotou as dependências da Câmara. Foi uma grande oportunidade para as pessoas se informarem sobre esse importante assunto, que representa o maior projeto de desenvolvimento para a região Oeste do Pará. Ressalto que esse trabalho foi feito em conjunto com a coordenação do Movimento, em Itaituba.
A reunião pública com o pessoal da Eletronorte, que contou, também, ainda com a vinda de um engenheiro da Eletrobrás, para discutir o grande projeto de construção de usinas hidrelétricas nos rios Tapajós e Jamaxim. A gente tinha participado de um seminário com organizações da sociedade de civil, na qual se ouviu um lado. Nesse encontro com gente da Eletronorte, a gente teve oportunidade de ouvir o outro lado, por meio das explicações precisas do engenheiro Luis Fernando Rufato. No que nos cabe, afirmo que a Câmara vai continuar fomentando essa discussão, a fim de que sejam conhecidos todos os pormenores desse grande projeto.
Tivemos uma grande reunião com agricultores de Itaituba, da qual participaram representantes dos bancos que atuam em Itaituba. O objetivo foi esclarecer ao homem do campo de que forma ele pode ter acesso ao crédito. Acho que foi muito proveitoso esse encontro. Há poucos dias o plenário da Câmara foi cedido para a Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, para uma reunião com micro e pequenos empreendedores. A secretária Sueli Aguiar, responsável pela organização do evento, contou com o apoio de gerentes de algumas casas bancárias locais, além de um representante do Sebrae, os quais falaram para um grande número de pessoas a respeito do acesso que eles podem ter ao crédito bancário.
Em Miritituba tivemos uma audiência pública para a qual conseguimos levar o prefeito Roselito Soares e alguns secretários municipais, com o objetivo de resolver alguns problemas que se arrastam por muitos anos naquela comunidade. Conseguimos uma verba de R$ 220 mil para os postos de saúde, encaminhamos a perfuração de dois poços artesianos e mais R$ 100 mil para ampliação do ginásio poliesportivo local. Fizemos também uma audiência pública no Paraná Miri, para onde a Câmara, juntamente com a Prefeitura levou uma série de serviços”.
O prefeito Roselito Soares tem ampla maioria na Câmara Municipal. Mesmo assim, o bloco de oposição com apenas três vereadores teve um papel importante no primeiro semestre, procurando mostrar as falhas do governo. Hilton, que chegou à presidência meio de surpresa, em princípio enfrentou algumas desconfianças do governo, mas, depois isso foi resolvido, como ele mesmo afirma.
“Realmente! No começo eu enfrentei uma certa desconfiança, em virtude do processo que me elegeu presidente da Casa. Mas, todos viram que eu não vim aqui para fazer nada que pudesse atrapalhar o governo e, principalmente, o município. Vim, sim, com vontade de fazer um trabalho transparente que beneficiasse o município de Itaituba. E eu tenho sido esse elo entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo buscando a harmonia entre os poderes, apesar das diferenças de opiniões entre os vereadores, o que é normal na política.
Como presidente da Câmara eu não faço distinção entre os vereadores. Eu sou o presidente e como tal preciso agir com equilíbrio. Para mim não há vereadores de situação e vereadores de oposição. Todos são, simplesmente, vereadores. Cada um merece ser tratado da mesma forma que o outro. Isso fez com que a gente terminasse o primeiro semestre em paz”.
No último dia de trabalho do primeiro período legislativo de 2009 a Câmara patrocinou uma reunião da qual participaram donos de restaurantes e de bares, e mais diversos seguimentos da segurança pública do município, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Ministério Público e da Justiça. O que se discutiu foi a reivindicação dos donos desses estabelecimentos para que os mesmos possam funcionar, pelo menos uma hora a mais. Eles alegaram que estavam sendo prejudicados com o cumprimento da legislação estadual, que determina o fechamento à uma hora da manhã, de segunda a quinta e às três da manhã nos finais de semana.
Nada ficou resolvido nesse primeiro encontro, mas o vereador Hilton Aguiar informa que um dos primeiros trabalhos da Câmara, tão logo sejam iniciadas as atividades no segundo período legislativo deste ano será dar prosseguimento dessa discussão. Uma nova reunião já está acertada, faltando apenas definir a data. Há consenso entre vereadores e quem trabalha na área da segurança pública, que os índices de violência diminuíram com o cumprimento dessa norma, o que os coloca numa situação difícil para pugnar por uma mudança no horário de funcionamento.
Mais vereadores – O segundo semestre vai ser decisivo quanto ao aumento do número de vereadores já a partir de janeiro de 2010. Segundo o presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer, não é provável que a PEC dos Vereadores entre em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Fala-se que isso valerá somente para a próxima legislatura. De qualquer forma, os presidentes das câmaras municipais do Brasil inteiro fazem contas para não serem apanhados de surpresa. No caso de Itaituba, fala-se que subiria dos atuais onze vereadores para dezenove.
Para Hilton Aguiar, confirmando-se esse aumento, e levando-se em conta que haverá uma queda no repasse mensal, medidas drásticas terão que ser tomadas. O salário do vereador vai ficar pouco acima da metade do que recebe hoje em dia, além de ser necessária uma revisão na contratação de assessores. Os vereadores correrão o risco de não poderem indicar nenhum assessor, porque não haverá recursos para isso. A Câmara de Itaituba perderá em torno de R$ 30 mil, em valores atuais. Mas, a esperança que os atuais presidentes de câmaras têm é de que realmente só passe a valer para o próximo mandato.
Concurso – O presidente Hilton Aguiar informou que está confirmada para o mês de novembro deste ano a realização do concurso público na Câmara Municipal. O secretário executivo, Salomão Silva, esteve em Belém tratando desse assunto, inclusive mantendo contato com a direção da Unama, que deverá fazer o concurso. Em agosto vai haver uma reunião com o Ministério Público do Trabalho, quando será assinado um Termo de Ajustamento de Conduta, tratando dessa questão. Mas, o presidente faz questão de ressaltar que não existe problema algum com o MPT. Será apenas uma formalidade, disse Hilton.
POR QUÊ?
Artigo de Ivo Lubrinna, presidente da AMOT e garimpeiro
Pergunto-me, por que de certo tempo para cá, ONG’s, financiadas por capital estrangeiro, e até mesmo pessoas daqui da cidade, que eu tenho certeza têm alguma pessoa na família que foi ou é garimpeiro, vêm propondo a extinção, pura e simples, da garimpagem e da mineração na região do Tapajós. Será que essas ONG’s vão oferecer ocupação para esse exército de garimpeiros, que ficarão abandonados e sem o que fazer, após essa paralisação da garimpagem, propostas pelos “verdes” xiitas?
Por que extinguir essa atividade, se foi ela que trouxe oportunidades para o Tapajós. Atualmente, a economia de Itaituba ainda e baseada na extração mineral, e não tenho medo de afirmar que cerca 60% a 70% da economia do município provem do labor nos garimpos.
Ao longo dos anos, passamos por diversos ciclos econômicos aqui na região: madeira, borracha, peles e outros; e o que ficou? Nada! Alguns, com certeza também vão dizer que o ciclo do ouro, que eu digo, ainda não acabou, não deixou nada de bom também. Pois eu digo que deixou sim. Citarei um exemplo: hoje, temos um dos melhores plantéis de gado do Estado do Pará, gado esse financiado por homens que vieram do garimpo.
Nós, homens em sua maioria, sem oportunidades, que viemos dos quatro cantos do Brasil (principalmente do Nordeste do país), atendendo ao chamado do Governo, com seus planos bem intencionados, mas mal elaborados, cá estamos e mudamos a história de todo o Tapajós. Portanto, a culpa não pode ficar só em nós garimpeiros e mineradores.
Esse Governo, que para cá nos trouxe, também tem sua parcela de culpa, pois não teve competência e nem se dispôs a nos acompanhar, trazendo a ordem para o avanço que nos homens brutos, de mãos calejadas e ombros fortes, protagonizávamos.
Vale lembrar que Santarém cresceu à sombra dos garimpos. E Itaituba, se não cresceu e nem se desenvolveu mais economicamente, a culpa não é dos garimpeiros, a culpa é do Governo (municipal, estadual e federal) que nunca olhou aqui para essa região. Aliás, o Governo Federal olhou sim, na década de 80, quando precisaram do ouro, tirado aqui do Tapajós, para comprar petróleo e acudir o País.
O que nós queremos e pedimos é orientação e agilidade para que possamos trabalhar na legalidade e produzir sustentavelmente, lembrando que a garimpagem e a mineração são atividades que pouco desmatam e se forem feitas de forma correta, como todas as outras atividades, podem caminhar de mão dadas com a sustentabilidade.
A garimpagem irá completar 51 anos, aqui na região, em 2009, e desde sempre nós já sabíamos que tínhamos que conviver pacificamente com o meio ambiente. Nós, garimpeiros e mineradores, produzimos lastro barato para o País, sem dispêndio de dólar. Mas será que os financiadores dessas ONG’s com interesses espúrios querem que nós continuemos produzindo esse lastro, que é o ouro?
Alerto a esses ongueiros malucos que não nos acuem, pois vamos partir para cima de vocês, uma vez que estão querendo tirar nossa sobrevivência, pois o que sabemos fazer é garimpar. E para quem não quer reconhecer a atividade garimpeira, ou mesmo acabar com ela, lembro que o garimpo faz parte do Hino de Itaituba, que também é carinhosamente chamada de “Cidade Pepita”: “Os garimpos, as praias e a fonte...” Por quê?
Pergunto-me, por que de certo tempo para cá, ONG’s, financiadas por capital estrangeiro, e até mesmo pessoas daqui da cidade, que eu tenho certeza têm alguma pessoa na família que foi ou é garimpeiro, vêm propondo a extinção, pura e simples, da garimpagem e da mineração na região do Tapajós. Será que essas ONG’s vão oferecer ocupação para esse exército de garimpeiros, que ficarão abandonados e sem o que fazer, após essa paralisação da garimpagem, propostas pelos “verdes” xiitas?
Por que extinguir essa atividade, se foi ela que trouxe oportunidades para o Tapajós. Atualmente, a economia de Itaituba ainda e baseada na extração mineral, e não tenho medo de afirmar que cerca 60% a 70% da economia do município provem do labor nos garimpos.
Ao longo dos anos, passamos por diversos ciclos econômicos aqui na região: madeira, borracha, peles e outros; e o que ficou? Nada! Alguns, com certeza também vão dizer que o ciclo do ouro, que eu digo, ainda não acabou, não deixou nada de bom também. Pois eu digo que deixou sim. Citarei um exemplo: hoje, temos um dos melhores plantéis de gado do Estado do Pará, gado esse financiado por homens que vieram do garimpo.
Nós, homens em sua maioria, sem oportunidades, que viemos dos quatro cantos do Brasil (principalmente do Nordeste do país), atendendo ao chamado do Governo, com seus planos bem intencionados, mas mal elaborados, cá estamos e mudamos a história de todo o Tapajós. Portanto, a culpa não pode ficar só em nós garimpeiros e mineradores.
Esse Governo, que para cá nos trouxe, também tem sua parcela de culpa, pois não teve competência e nem se dispôs a nos acompanhar, trazendo a ordem para o avanço que nos homens brutos, de mãos calejadas e ombros fortes, protagonizávamos.
Vale lembrar que Santarém cresceu à sombra dos garimpos. E Itaituba, se não cresceu e nem se desenvolveu mais economicamente, a culpa não é dos garimpeiros, a culpa é do Governo (municipal, estadual e federal) que nunca olhou aqui para essa região. Aliás, o Governo Federal olhou sim, na década de 80, quando precisaram do ouro, tirado aqui do Tapajós, para comprar petróleo e acudir o País.
O que nós queremos e pedimos é orientação e agilidade para que possamos trabalhar na legalidade e produzir sustentavelmente, lembrando que a garimpagem e a mineração são atividades que pouco desmatam e se forem feitas de forma correta, como todas as outras atividades, podem caminhar de mão dadas com a sustentabilidade.
A garimpagem irá completar 51 anos, aqui na região, em 2009, e desde sempre nós já sabíamos que tínhamos que conviver pacificamente com o meio ambiente. Nós, garimpeiros e mineradores, produzimos lastro barato para o País, sem dispêndio de dólar. Mas será que os financiadores dessas ONG’s com interesses espúrios querem que nós continuemos produzindo esse lastro, que é o ouro?
Alerto a esses ongueiros malucos que não nos acuem, pois vamos partir para cima de vocês, uma vez que estão querendo tirar nossa sobrevivência, pois o que sabemos fazer é garimpar. E para quem não quer reconhecer a atividade garimpeira, ou mesmo acabar com ela, lembro que o garimpo faz parte do Hino de Itaituba, que também é carinhosamente chamada de “Cidade Pepita”: “Os garimpos, as praias e a fonte...” Por quê?
Rua Dr. Hugo de Mendonça e sua história
A Rua Dr. Hugo de Mendonça recebeu esse nome em homenagem ao ilustre primeiro delegado territorial de Itaituba, Hugo Oscar Figueiredo de Mendonça, após a Revolução de 1930. Filho de Itaituba, irmão der Manoel Lauro Figueira de Mendonça e tio de Francisco Xavier Lages de Mendonça – ex-prefeito municipal de Itaituba no período de 1982 a 1985.
A Rua Dr. Hugo de Mendonça até metade da década de 50 era chamada Rua Vianna. Os mais velhos contam que na referida artéria morava uma senhora de nome Maria Viana, avó do promotor público Aldir Viana e do ex-prefeito de Aveiro, Adalberto Viana. D. Maria era uma próspera criadora de gado na época. Consultado pelo Jornal do Comércio a respeito do assunto, ele não desmentiu essa informação, mas disse desconhece a essa parte da história.
Por causa dela a rua começou a ser chamada de Rua Vianna. Somente no ano de 1956 mudou-se o nome do logradouro para Rua Dr. Hugo de Mendonça, conforme a Lei Municipal de nº 0205/56. Essa rua fica localizada no centro da cidade de Itaituba, abrangendo os bairros Boa Esperança, São José e Centro. Denominada Rua do comércio da Cidade Baixa. Até 1970, a rua Dr. Hugo de Mendonça era composta de Casarões como mostra a foto.
Doutor Hugo de Mendonça foi um dos proprietários da Comunidade do Paraná-Miri, localizada à margem direita do Rio Tapajós. Foi nesta comunidade que houve um grande acontecimento histórico com a prisão do Brigadeiro Haroldo Veloso no ano de 1956. Atualmente ocorre na referida comunidade a maior programação do verão Itaitubense, o Itaverão, devido às suas praias exuberantes, que acontece no mês de agosto ou setembro.
Atualmente a Rua Dr. Hugo de Mendonça é composta de diversos tipos de comércio predominando a comunidade cearense. Anteriormente, essa rua era residencial, contando apenas com cinco Comércios: o Bar do Senhor Chico Soldado, a casa Miranda, o Bar do Edmilson Calderaro, a Sorveteria Globo no Ar e o Comércio do Senhor Raimundo Bucho. A partir da década de 80 o comércio cresceu tomando conta de toda a rua, incluindo a maioria das casas bancárias da cidade.
Fonte: arquivos da professora Regina Lucirene
A Rua Dr. Hugo de Mendonça até metade da década de 50 era chamada Rua Vianna. Os mais velhos contam que na referida artéria morava uma senhora de nome Maria Viana, avó do promotor público Aldir Viana e do ex-prefeito de Aveiro, Adalberto Viana. D. Maria era uma próspera criadora de gado na época. Consultado pelo Jornal do Comércio a respeito do assunto, ele não desmentiu essa informação, mas disse desconhece a essa parte da história.
Por causa dela a rua começou a ser chamada de Rua Vianna. Somente no ano de 1956 mudou-se o nome do logradouro para Rua Dr. Hugo de Mendonça, conforme a Lei Municipal de nº 0205/56. Essa rua fica localizada no centro da cidade de Itaituba, abrangendo os bairros Boa Esperança, São José e Centro. Denominada Rua do comércio da Cidade Baixa. Até 1970, a rua Dr. Hugo de Mendonça era composta de Casarões como mostra a foto.
Doutor Hugo de Mendonça foi um dos proprietários da Comunidade do Paraná-Miri, localizada à margem direita do Rio Tapajós. Foi nesta comunidade que houve um grande acontecimento histórico com a prisão do Brigadeiro Haroldo Veloso no ano de 1956. Atualmente ocorre na referida comunidade a maior programação do verão Itaitubense, o Itaverão, devido às suas praias exuberantes, que acontece no mês de agosto ou setembro.
Atualmente a Rua Dr. Hugo de Mendonça é composta de diversos tipos de comércio predominando a comunidade cearense. Anteriormente, essa rua era residencial, contando apenas com cinco Comércios: o Bar do Senhor Chico Soldado, a casa Miranda, o Bar do Edmilson Calderaro, a Sorveteria Globo no Ar e o Comércio do Senhor Raimundo Bucho. A partir da década de 80 o comércio cresceu tomando conta de toda a rua, incluindo a maioria das casas bancárias da cidade.
Fonte: arquivos da professora Regina Lucirene
Menos de 100 casos de dengue notificados em 2009
Os números são dignos de comemoração para leigos, mas, autoridades do setor de saúde afirmam que é preciso continuar alerta com a dengue, pois a doença está apenas parcialmente erradicada. Está apenas parcialmente controlada.
Neste ano de 2009 foram notificados somente 94 casos até semana passada, conforme disse em entrevista ao Jornal do Comércio, o bioquímico Marcelo Cajado Neves, coordenador de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. A queda em relação ao ano passado (todo o ano de 2008) foi na ordem de quase 87%. Mas, ainda há todo o verão deste ano para poder se fazer uma avaliação exata.
Em 2005 o problema da dengue começou a preocupar em Itaituba, tendo sido registrados, oficialmente, 511 casos; em 2006 houve um salto de quase 142%, crescendo de 511 do ano anterior, para 1.234; em 2007 o número ficou estável, sendo notificados 1.228 casos.
Marcelo adverte para que não haja euforia com os números atuais, sob risco de haver descuido e o município voltar a enfrentar situações complicadas como aconteceu, principalmente em 2006 e em 2007.
“Existem os casos que a gente chama de sub-notificações, quando a pessoa contrai a dengue, mas, não procura um posto de saúde ou um hospital. Como a população já conhece os sintomas da doença, terminando se automedicando e deixando de procurar uma unidade de saúde”, disse Marcelo.
Para o coordenador da vigilância epidemiológica, o principal motivo para que o número de pessoas que contraíram dengue tenha caído tanto é o fato de muita gente já ter tido a doença anteriormente, através do vírus tipo 2, ou do tipo 3. Essas pessoas estão imunizadas contra esses dois vírus. Entretanto, é preciso ficar atento para a possibilidade da chegada dos vírus do tipo 1 e do tipo 4. Se isso ocorrer, será grande o perigo de contrair dengue hemorrágica quem teve a dengue por um dos dois vírus que já circulam em Itaituba.
Para Marcelo, não há dúvida de que está havendo uma maior conscientização por parte de muitas pessoas. Contudo, considera que a queda no número de casos se deve ao fato de não ter chegado nenhum vírus novo. A população de Itaituba ainda precisa ligar-se muito mais a essa questão de cada um fazer sua parte, pois os ovos do mosquito Aedes Aegypti resistem por meses. Ao primeiro contato com a água eles eclodem. Agora, não precisa ser água somente limpa. O mosquito se reproduz, também, em água suja, desde que esteja parada.
MALÁRIA – Hélio da Silva Pereira trabalha no setor que coordena o combate à malária em toda a região do Tapajós. De acordo com os dados que ele forneceu ao Jornal do Comércio, os lugares onde a situação está mais complicada é nos garimpos Água Branca, Mamoal e São domingos. Ele considera que nesses locais ainda falta muita conscientização da população, pois o índice de lâminas positivas é muito alto.
Hélio disse que existem laboratórios espalhados por toda a região de garimpos, o que faz com a pessoa saiba logo se está ou não com malária. No caso dos que têm resultado positivo a medicação é imediatamente administrada. Como o efeito não demora, isso diminui o número de portadores de malária que possam ser picados pelo anofelino. Ano passado foram registrados alguns casos no Paraná Mirim e na comunidade Ipiranga, perto da cidade de Itaituba. Atualmente esses casos estão controlados.
Neste ano de 2009 foram notificados somente 94 casos até semana passada, conforme disse em entrevista ao Jornal do Comércio, o bioquímico Marcelo Cajado Neves, coordenador de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. A queda em relação ao ano passado (todo o ano de 2008) foi na ordem de quase 87%. Mas, ainda há todo o verão deste ano para poder se fazer uma avaliação exata.
Em 2005 o problema da dengue começou a preocupar em Itaituba, tendo sido registrados, oficialmente, 511 casos; em 2006 houve um salto de quase 142%, crescendo de 511 do ano anterior, para 1.234; em 2007 o número ficou estável, sendo notificados 1.228 casos.
Marcelo adverte para que não haja euforia com os números atuais, sob risco de haver descuido e o município voltar a enfrentar situações complicadas como aconteceu, principalmente em 2006 e em 2007.
“Existem os casos que a gente chama de sub-notificações, quando a pessoa contrai a dengue, mas, não procura um posto de saúde ou um hospital. Como a população já conhece os sintomas da doença, terminando se automedicando e deixando de procurar uma unidade de saúde”, disse Marcelo.
Para o coordenador da vigilância epidemiológica, o principal motivo para que o número de pessoas que contraíram dengue tenha caído tanto é o fato de muita gente já ter tido a doença anteriormente, através do vírus tipo 2, ou do tipo 3. Essas pessoas estão imunizadas contra esses dois vírus. Entretanto, é preciso ficar atento para a possibilidade da chegada dos vírus do tipo 1 e do tipo 4. Se isso ocorrer, será grande o perigo de contrair dengue hemorrágica quem teve a dengue por um dos dois vírus que já circulam em Itaituba.
Para Marcelo, não há dúvida de que está havendo uma maior conscientização por parte de muitas pessoas. Contudo, considera que a queda no número de casos se deve ao fato de não ter chegado nenhum vírus novo. A população de Itaituba ainda precisa ligar-se muito mais a essa questão de cada um fazer sua parte, pois os ovos do mosquito Aedes Aegypti resistem por meses. Ao primeiro contato com a água eles eclodem. Agora, não precisa ser água somente limpa. O mosquito se reproduz, também, em água suja, desde que esteja parada.
MALÁRIA – Hélio da Silva Pereira trabalha no setor que coordena o combate à malária em toda a região do Tapajós. De acordo com os dados que ele forneceu ao Jornal do Comércio, os lugares onde a situação está mais complicada é nos garimpos Água Branca, Mamoal e São domingos. Ele considera que nesses locais ainda falta muita conscientização da população, pois o índice de lâminas positivas é muito alto.
Hélio disse que existem laboratórios espalhados por toda a região de garimpos, o que faz com a pessoa saiba logo se está ou não com malária. No caso dos que têm resultado positivo a medicação é imediatamente administrada. Como o efeito não demora, isso diminui o número de portadores de malária que possam ser picados pelo anofelino. Ano passado foram registrados alguns casos no Paraná Mirim e na comunidade Ipiranga, perto da cidade de Itaituba. Atualmente esses casos estão controlados.
FAT: Quatro anos de bons serviços ao ensino superior
Há quatro anos nascia a Faculdade do Tapajós (FAT), com a determinação de oferecer a oportunidade de um curso superior, inicialmente, apenas na área de Administração. Hoje, prestes a formar a sua primeira turma, a FAT já disponibiliza, também, o curso de Ciências Contábeis e tem projetos ousados para o futuro, como diz o diretor, professor Jadir Fank.
“Em 30 de junho de 2005 nós recebemos do Ministério da Educação a notícia da do credenciamento da faculdade e a autorização para o funcionamento do curso de Administração, pois são dois processos diferentes. No dia 24 de julho do mesmo ano, eu e o professor Flávio chegamos a Itaituba para implantar a faculdade. O primeiro vestibular deveria ter acontecido no dia 6 de agosto; mas, dada a exigüidade de tempo tivemos que adiar para o dia 13 do mesmo mês. No dia 22 de agosto de 2005 começaram as aulas do primeiro curso da FAT.
Tem sido uma caminhada árdua, longa e difícil. Contudo, ao longo desses quatro anos tivemos várias conquistas que compensaram todo esse esforço. Por exemplo: os acadêmicos realizaram alguns seminários, como o de Segurança e Medicina do Trabalho, muito importante. Várias palestrar muito interessantes e outros eventos, como a vinda do presidente do Conselho Estadual de Administração do Pará, que ficou aqui durante doze dias, dando aulas, algo inédito em Itaituba. Com apenas dez dias de aula nossos acadêmicos participaram do desfile de 7 de Setembro.
Fora isso, foram efetivadas diversas outras ações, como a feira de produtos de autoria dos próprios acadêmicos, a exposição de entidades e órgãos, como Polícia Militar, Bombeiros, etc. Quando a gente olha para trás sente orgulho do trabalho que tem sido feito. Parece que foi ontem que tudo isso começou. E essa primeira etapa será fechada no dia 29 de agosto, com a formatura da primeira turma de Administração”.
Sobre a formatura da primeira turma da FAT no curso de Administração o professor Jadir informa que está sendo tudo organizado, tanto a parte da festa, por parte dos acadêmicos, quanto à colação de grau, por parte da Faculdade do Tapajós. Jadir disse que entre a última semana de julho e a primeira semana de agosto serão apresentadas as monografias. Tem sido preciso trabalhar muito para chegar a esse momento, mas, é compensador, afirma o diretor.
“Se não tivesse havido muita persistência no começo, com certeza não estaríamos chegando a isso aí. Foram muitas noites sem dormir, enfrentando muitas situações adversas, muitas delas por falta de conhecimento. Eu tive que aprender muita coisa com o decorrer do tempo; tive que procurar as pessoas certas no Ministério da Educação para dar-me informações sobre coisas que não conhecia. As regras mudando com constância, captar novos alunos, mostrar a eles a importância de fazer um curso superior, enfrentar uma inadimplência alta, dificuldade de conseguir professores em alguns momentos, tendo que mandar buscar fora, por diversas vezes, de Santarém, de Belém, de Santa Catarina e de outras partes do Brasil; tudo isso foram situações que tivemos que enfrentar para chegar a este ponto que estamos.
Desde o começo tivemos sempre um foco de fazer a faculdade estar sempre perto da comunidade. Não desejamos nunca nos fecharmos em volta apenas da comunidade acadêmica. Por isso, a FAT tem estado sempre envolvida em eventos da comunidade itaitubense” falou Jadir.
Neste momento a direção da FAT está trabalhando no recredenciamento da faculdade e no reconhecimento do curso de Administração. Esse é um processo normal em qualquer instituição do gênero, lembra Jadir. Para o futuro próximo existem diversos projetos sendo preparados, mas a direção prefere não falar a respeitos dos mesmos para não criar falsas expectativas, conforme afirmou seu diretor. Dentre esses projetos estão novos cursos. Entre os problemas que a FAT tem enfrentado, a inadimplência é um dos maiores, o qual atrapalha a implementação de novos investimentos.
“Em 30 de junho de 2005 nós recebemos do Ministério da Educação a notícia da do credenciamento da faculdade e a autorização para o funcionamento do curso de Administração, pois são dois processos diferentes. No dia 24 de julho do mesmo ano, eu e o professor Flávio chegamos a Itaituba para implantar a faculdade. O primeiro vestibular deveria ter acontecido no dia 6 de agosto; mas, dada a exigüidade de tempo tivemos que adiar para o dia 13 do mesmo mês. No dia 22 de agosto de 2005 começaram as aulas do primeiro curso da FAT.
Tem sido uma caminhada árdua, longa e difícil. Contudo, ao longo desses quatro anos tivemos várias conquistas que compensaram todo esse esforço. Por exemplo: os acadêmicos realizaram alguns seminários, como o de Segurança e Medicina do Trabalho, muito importante. Várias palestrar muito interessantes e outros eventos, como a vinda do presidente do Conselho Estadual de Administração do Pará, que ficou aqui durante doze dias, dando aulas, algo inédito em Itaituba. Com apenas dez dias de aula nossos acadêmicos participaram do desfile de 7 de Setembro.
Fora isso, foram efetivadas diversas outras ações, como a feira de produtos de autoria dos próprios acadêmicos, a exposição de entidades e órgãos, como Polícia Militar, Bombeiros, etc. Quando a gente olha para trás sente orgulho do trabalho que tem sido feito. Parece que foi ontem que tudo isso começou. E essa primeira etapa será fechada no dia 29 de agosto, com a formatura da primeira turma de Administração”.
Sobre a formatura da primeira turma da FAT no curso de Administração o professor Jadir informa que está sendo tudo organizado, tanto a parte da festa, por parte dos acadêmicos, quanto à colação de grau, por parte da Faculdade do Tapajós. Jadir disse que entre a última semana de julho e a primeira semana de agosto serão apresentadas as monografias. Tem sido preciso trabalhar muito para chegar a esse momento, mas, é compensador, afirma o diretor.
“Se não tivesse havido muita persistência no começo, com certeza não estaríamos chegando a isso aí. Foram muitas noites sem dormir, enfrentando muitas situações adversas, muitas delas por falta de conhecimento. Eu tive que aprender muita coisa com o decorrer do tempo; tive que procurar as pessoas certas no Ministério da Educação para dar-me informações sobre coisas que não conhecia. As regras mudando com constância, captar novos alunos, mostrar a eles a importância de fazer um curso superior, enfrentar uma inadimplência alta, dificuldade de conseguir professores em alguns momentos, tendo que mandar buscar fora, por diversas vezes, de Santarém, de Belém, de Santa Catarina e de outras partes do Brasil; tudo isso foram situações que tivemos que enfrentar para chegar a este ponto que estamos.
Desde o começo tivemos sempre um foco de fazer a faculdade estar sempre perto da comunidade. Não desejamos nunca nos fecharmos em volta apenas da comunidade acadêmica. Por isso, a FAT tem estado sempre envolvida em eventos da comunidade itaitubense” falou Jadir.
Neste momento a direção da FAT está trabalhando no recredenciamento da faculdade e no reconhecimento do curso de Administração. Esse é um processo normal em qualquer instituição do gênero, lembra Jadir. Para o futuro próximo existem diversos projetos sendo preparados, mas a direção prefere não falar a respeitos dos mesmos para não criar falsas expectativas, conforme afirmou seu diretor. Dentre esses projetos estão novos cursos. Entre os problemas que a FAT tem enfrentado, a inadimplência é um dos maiores, o qual atrapalha a implementação de novos investimentos.
Prefeitura apóia criação de associação para ex-catadores do lixão
Com apoio logístico e técnico administrativo da Prefeitura de Itaituba, através da chefia de gabinete (Fátima Rosa) SMDAS (Nazaré Nancy) e SEMINFRA Afábio Borges o município de Itaituba firma parceria com mais de 20 famílias que catavam lixo no antigo lixão do Curral Redondo atualmente desativado.
O primeiro passo para mudar a realidade social dessas famílias está sendo o processo de criação de uma Associação que já está em fase de encaminhamento. Na tarde de sexta feira (3 de Julho), os coletores de lixo do antigo lixão receberam todas às orientações devidas para se organizarem, tendo sido repassado a eles informações sobre todas as etapas legais para a concretização do movimento.
A principio a Associação está sendo definida como uma etapa de modernização nas atividades antes em qualquer amparo legal. As mais de vinte famílias que desenvolvem há muitos anos a atividade de coleta, agora ao invés de catadores de lixo serão tratados como
pequenos empreendedores já que terão sede própria e farão coleta de todo material reciclável em toda a cidade.
O material reciclado será vendido para várias empresas de Itaituba, já que na avaliação de um dos participantes, Itaituba tem matéria prima suficiente para que todos possam trabalhar e garantir seu sustento por muito tempo
Quanto ao novo conceito de cata e comercialização de materiais recicláveis, a Secretaria de Ação Social informou que a prefeitura está apenas dando apoio necessário. A escolha da diretoria, discussão e aprovação do estatuto e demais procedimentos devem ser feitos com autonomia pelos seus integrantes.
Os trabalhadores em coleta de material reciclável que estiveram participando da reunião, são de vários bairros, sendo sua maioria do bairro da Coca. Algumas famílias já estão na atividade há quase vinte anos com faturamento semanal em torno de 40, a 50 reais por semana.
Agora, mais organizados e planejados em torno de uma associação que deverá se chamar Associação dos Coletores de Materiais Recicláveis. Eles estão otimistas acreditando que com apoio técnico e fora da informalidade poderão crescer em todos os sentidos principalmente com aumento considerável do faturamento e sem riscos para a saúde.
Ainda este mês as famílias estarão tratando diretamente da organização da categoria através da Associação que terá apoio incondicional da prefeitura pelo fato de que se trata de uma importante questão social relacionada ao emprego e renda. (CCS - PMI)
O primeiro passo para mudar a realidade social dessas famílias está sendo o processo de criação de uma Associação que já está em fase de encaminhamento. Na tarde de sexta feira (3 de Julho), os coletores de lixo do antigo lixão receberam todas às orientações devidas para se organizarem, tendo sido repassado a eles informações sobre todas as etapas legais para a concretização do movimento.
A principio a Associação está sendo definida como uma etapa de modernização nas atividades antes em qualquer amparo legal. As mais de vinte famílias que desenvolvem há muitos anos a atividade de coleta, agora ao invés de catadores de lixo serão tratados como
pequenos empreendedores já que terão sede própria e farão coleta de todo material reciclável em toda a cidade.
O material reciclado será vendido para várias empresas de Itaituba, já que na avaliação de um dos participantes, Itaituba tem matéria prima suficiente para que todos possam trabalhar e garantir seu sustento por muito tempo
Quanto ao novo conceito de cata e comercialização de materiais recicláveis, a Secretaria de Ação Social informou que a prefeitura está apenas dando apoio necessário. A escolha da diretoria, discussão e aprovação do estatuto e demais procedimentos devem ser feitos com autonomia pelos seus integrantes.
Os trabalhadores em coleta de material reciclável que estiveram participando da reunião, são de vários bairros, sendo sua maioria do bairro da Coca. Algumas famílias já estão na atividade há quase vinte anos com faturamento semanal em torno de 40, a 50 reais por semana.
Agora, mais organizados e planejados em torno de uma associação que deverá se chamar Associação dos Coletores de Materiais Recicláveis. Eles estão otimistas acreditando que com apoio técnico e fora da informalidade poderão crescer em todos os sentidos principalmente com aumento considerável do faturamento e sem riscos para a saúde.
Ainda este mês as famílias estarão tratando diretamente da organização da categoria através da Associação que terá apoio incondicional da prefeitura pelo fato de que se trata de uma importante questão social relacionada ao emprego e renda. (CCS - PMI)
SEMA libera mais em 30 dias do que em cinco meses
Desde que assumiu o comando da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema), o novo secretário Aníbal Picanço já liberou cerca de 500 mil metros cúbicos de madeira legal em projetos de manejo em todo o Estado. Picanço assumiu no lugar de Valmir Ortega, que deixou o cargo após denúncias de corrupção. Ortega havia licenciado em cerca de cinco meses pouco mais de 100 mil metros cúbico de madeira, travando o setor florestal e a economia do Pará.
Segundo a Sema, nos seis primeiros meses do ano 692.980,33 metros cúbicos foram liberados pelo Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (Silam). Do total de processos, 78% 544,557,52 metros cúbicos foram aprovados em apenas um mês. O balanço foi divulgado pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, em coletiva à Imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, 9, em Belém.
Picanço avaliou o desempenho da secretaria no primeiro mês da nova gestão e destacou os investimentos no setor. "O licenciamento ambiental está mais dinâmico permitindo maior agilidade aos investimentos destinados ao Pará, entretanto, isso não significa dizer que o rigor será menor", explicou.
Fonte: Ecoamazônia (extraído do blog do Piteira)
Segundo a Sema, nos seis primeiros meses do ano 692.980,33 metros cúbicos foram liberados pelo Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (Silam). Do total de processos, 78% 544,557,52 metros cúbicos foram aprovados em apenas um mês. O balanço foi divulgado pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, em coletiva à Imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, 9, em Belém.
Picanço avaliou o desempenho da secretaria no primeiro mês da nova gestão e destacou os investimentos no setor. "O licenciamento ambiental está mais dinâmico permitindo maior agilidade aos investimentos destinados ao Pará, entretanto, isso não significa dizer que o rigor será menor", explicou.
Fonte: Ecoamazônia (extraído do blog do Piteira)
Descanse em paz, companheiro blogueiro Juvêncio
A blogosfera paraense está de luto. Morreu Juvêncio Arruda, o Juva, como era chamado pelos amigos.
Juvêncio foi um dos mais respeitados blogueiros do Pará e de toda a Amazônia. Com ele mantive diversos contatos através dos nossos blogs. Trocamos muitas informações e comentários.
Visitar o 5ª Emenda, seu blog, era uma obrigação diária para quem queria se manter atualizado.
À família mando os votos de condolências. Faço votos que tenham força para superar esse momento tão difícil.
Descanse em paz, companheiro blogueiro.
Em baixo, reproduzo a nota postada pela família de Juvêncio.
----------------------------------------------
Prezados amigos, irmãos,companheiros e todos que acompanharam Juvêncio Arruda em suas andanças pelo 5ª Emenda e por tantos outros lugares.
Não temos palavras para expressar nossa dor.
No início da tarde desta segunda,13 de julho, nosso querido Juca se foi.
Ele, que nunca fugiu do bom combate, de uma discussão acalorada, de uma farta gargalhada e nem de estar na presença de quem amava e admirava, hoje nos deixou.
Seu velório acontece na Beneficente Portuguesa, em Belém a partir das 19h.
O enterro será amanhã, no Cemitério de Santa Isabel, saindo da Beneficente Portuguesa às 10h.
Marise, Joyce, Lívia, Lygia, Lucas, Silvia, Ângela, Marcelo, Mirtes e Wilson.
Juvêncio foi um dos mais respeitados blogueiros do Pará e de toda a Amazônia. Com ele mantive diversos contatos através dos nossos blogs. Trocamos muitas informações e comentários.
Visitar o 5ª Emenda, seu blog, era uma obrigação diária para quem queria se manter atualizado.
À família mando os votos de condolências. Faço votos que tenham força para superar esse momento tão difícil.
Descanse em paz, companheiro blogueiro.
Em baixo, reproduzo a nota postada pela família de Juvêncio.
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Prezados amigos, irmãos,companheiros e todos que acompanharam Juvêncio Arruda em suas andanças pelo 5ª Emenda e por tantos outros lugares.
Não temos palavras para expressar nossa dor.
No início da tarde desta segunda,13 de julho, nosso querido Juca se foi.
Ele, que nunca fugiu do bom combate, de uma discussão acalorada, de uma farta gargalhada e nem de estar na presença de quem amava e admirava, hoje nos deixou.
Seu velório acontece na Beneficente Portuguesa, em Belém a partir das 19h.
O enterro será amanhã, no Cemitério de Santa Isabel, saindo da Beneficente Portuguesa às 10h.
Marise, Joyce, Lívia, Lygia, Lucas, Silvia, Ângela, Marcelo, Mirtes e Wilson.
Sábado, Julho 11, 2009
D. Guiomar, no berço
Amanhã a família vai se reunir em Cipoal, distante 13 km de Santarém, para a festa pela importante data, quando ela estará cercada de filhos, netos e bisnetos.
Infelizmente, eu e meus queridos filhos Ingo, Glenda, Raoni e Parantinho não poderemos estar presentes.
Os parabéns para a mãezinha querida, e que a gente possa repetir essa festa por muitas outras vezes.
Sexta-feira, Julho 10, 2009
Quer anular
O vereador Peninha (PMDB), deverá entrar com um pedido de anulação do convênio entre Prefeitura e Bradesco.
O pedido deverá ser entregue no´Fórum, segunda-feira pela manhã.
Esse convênio, através do qual as contas do servidores municipais migraram do Banco do Brasil para o Bradesco tem diversas irregularidades no entendimento do vereador.
Por conta desse convênio, que foi aprovado na Câmara Municipal, ano passado, a Prefeitura de Itaituba embolsou R$ 3 milhões, cuja aplicação a oposição questiona, de vez em quando.
O pedido deverá ser entregue no´Fórum, segunda-feira pela manhã.
Esse convênio, através do qual as contas do servidores municipais migraram do Banco do Brasil para o Bradesco tem diversas irregularidades no entendimento do vereador.
Por conta desse convênio, que foi aprovado na Câmara Municipal, ano passado, a Prefeitura de Itaituba embolsou R$ 3 milhões, cuja aplicação a oposição questiona, de vez em quando.
Cigarro vai ficar ainda mais caro
O Plenário do Senado aprovou projeto de lei de conversão (PLV 12/09) que abriga um amplo leque de mudanças que vão do programa Minha Casa, Minha Vida até os pagamentos com cartões de crédito. Encaminhado pela Câmara dos Deputados, o projeto altera a MP 460/09, mas sofreu modificações no Senado por meio de emendas da relatora, Lúcia Vânia (PSDB-GO), e volta à Câmara.
O PLV concede benefícios fiscais para as construtoras de imóveis do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, reduzindo também tributos para a fabricação e importação de motocicletas e para a implementação dos serviços de registros de imóveis por meio eletrônico.
Em contrapartida, aumenta a tributação do cigarro, com objetivo de combater o tabagismo e compensar a renúncia fiscal dos demais programas.
O PLV concede benefícios fiscais para as construtoras de imóveis do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, reduzindo também tributos para a fabricação e importação de motocicletas e para a implementação dos serviços de registros de imóveis por meio eletrônico.
Em contrapartida, aumenta a tributação do cigarro, com objetivo de combater o tabagismo e compensar a renúncia fiscal dos demais programas.
Fedelidade partidária
Eduardo Tramarim - Jornal da Câmara
A troca de partidos poderá ocorrer uma única vez ao longo do mandato. É o que propõe o substitutivo do deputado Luciano Castro (PR-RR), apresentado na quarta-feira à Comissão Especial de Perda de Mandato (PEC 42/95).
O texto estabelece regras de fidelidade partidária diferentes da proposta original, de autoria da deputada Rita Camata (PMDB-ES), que previa a perda de mandato pelo parlamentar que deixasse o partido pelo qual se elegeu.A definição do prazo para a troca de partido ficou para a próxima quarta-feira (15), às 14h30, quando o parecer será novamente apresentado e possivelmente votado.
O relator defende prazo de sete meses antes das eleições para a mudança. O objetivo da comissão é conseguir aprovar a PEC a tempo de valer para 2010. Mas alguns deputados propõem que a data-limite para a troca seja a do projeto original, de até um ano e um mês antes da eleição.
Caso seja mantido o prazo de um ano, a proposta terá de ser votada até 3 de setembro deste ano para ter validade nas próximas eleições.Perda de mandato - O substitutivo de Luciano Castro prevê ainda que apenas Câmara e Senado poderão decidir sobre a perda de mandado de deputados e senadores. Hoje, a Justiça Eleitoral também tem esse poder.
A deputada Rita Camata enfatizou que o mandato é popular, e que cabe ao Congresso e não ao Judiciário decidir sobre a perda de mandatos. Luciano Castro ressalta que a legislação atual não foi criada pelo Congresso, mas pelos tribunais. “Hoje, não é permitida nenhuma troca de partido. Você se elege e precisa ficar no partido ad eternum.
Estamos estabelecendo nova regra de fidelidade partidária permitindo que o detentor do mandato, se o desejar, possa fazer uma única mudança partidária ao final de seu mandato para concorrer em novo pleito, por nova agremiação.”Rita Camata considera que o relator aperfeiçoou a PEC. “Se o partido não cumprir seu programa partidário e o parlamentar se sentir discriminado, ele poderá ter um prazo para se desfiliar e voltar a pleitear um mandato eletivo por outra sigla partidária.
Só o eleitor pode nos cobrar pelo voto que dá. Os partidos têm uma parte [da responsabilidade pela eleição] sim, mas não pode ser tão absoluta como a lei prevê hoje.”Circunscrição - Luciano Castro propôs ainda uma restrição - o chamado mecanismo da circunscrição. Ele explica que a circunscrição é para evitar que o detentor de mandato possa trocar de legenda antes de dois anos. “Ou seja, eu sou deputado federal, então a minha circunscrição foi uma eleição para deputado federal. Eu só posso trocar de partido na outra eleição de deputado federal ou estadual. Não poderei fazê-lo numa eleição municipal.”
--------------
É! Se for realmente desse jeito que está no texto, até que vai ficar muito melhor do que era antes. Ninguém suportava mais aquela pouca vergonha de troca de partido, a qual foi freada pelo TSE. Claro que o Congresso não iria deixar que a Justiça Eleitoral fizesse do seu jeito. Mas, de qualquer maneira, parece que vai ficar melhor do que estava.
A troca de partidos poderá ocorrer uma única vez ao longo do mandato. É o que propõe o substitutivo do deputado Luciano Castro (PR-RR), apresentado na quarta-feira à Comissão Especial de Perda de Mandato (PEC 42/95).
O texto estabelece regras de fidelidade partidária diferentes da proposta original, de autoria da deputada Rita Camata (PMDB-ES), que previa a perda de mandato pelo parlamentar que deixasse o partido pelo qual se elegeu.A definição do prazo para a troca de partido ficou para a próxima quarta-feira (15), às 14h30, quando o parecer será novamente apresentado e possivelmente votado.
O relator defende prazo de sete meses antes das eleições para a mudança. O objetivo da comissão é conseguir aprovar a PEC a tempo de valer para 2010. Mas alguns deputados propõem que a data-limite para a troca seja a do projeto original, de até um ano e um mês antes da eleição.
Caso seja mantido o prazo de um ano, a proposta terá de ser votada até 3 de setembro deste ano para ter validade nas próximas eleições.Perda de mandato - O substitutivo de Luciano Castro prevê ainda que apenas Câmara e Senado poderão decidir sobre a perda de mandado de deputados e senadores. Hoje, a Justiça Eleitoral também tem esse poder.
A deputada Rita Camata enfatizou que o mandato é popular, e que cabe ao Congresso e não ao Judiciário decidir sobre a perda de mandatos. Luciano Castro ressalta que a legislação atual não foi criada pelo Congresso, mas pelos tribunais. “Hoje, não é permitida nenhuma troca de partido. Você se elege e precisa ficar no partido ad eternum.
Estamos estabelecendo nova regra de fidelidade partidária permitindo que o detentor do mandato, se o desejar, possa fazer uma única mudança partidária ao final de seu mandato para concorrer em novo pleito, por nova agremiação.”Rita Camata considera que o relator aperfeiçoou a PEC. “Se o partido não cumprir seu programa partidário e o parlamentar se sentir discriminado, ele poderá ter um prazo para se desfiliar e voltar a pleitear um mandato eletivo por outra sigla partidária.
Só o eleitor pode nos cobrar pelo voto que dá. Os partidos têm uma parte [da responsabilidade pela eleição] sim, mas não pode ser tão absoluta como a lei prevê hoje.”Circunscrição - Luciano Castro propôs ainda uma restrição - o chamado mecanismo da circunscrição. Ele explica que a circunscrição é para evitar que o detentor de mandato possa trocar de legenda antes de dois anos. “Ou seja, eu sou deputado federal, então a minha circunscrição foi uma eleição para deputado federal. Eu só posso trocar de partido na outra eleição de deputado federal ou estadual. Não poderei fazê-lo numa eleição municipal.”
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É! Se for realmente desse jeito que está no texto, até que vai ficar muito melhor do que era antes. Ninguém suportava mais aquela pouca vergonha de troca de partido, a qual foi freada pelo TSE. Claro que o Congresso não iria deixar que a Justiça Eleitoral fizesse do seu jeito. Mas, de qualquer maneira, parece que vai ficar melhor do que estava.
Acordo Brasil - Santa Sé
Rejane Xavier (Jornal da Câmara)
O debate sobre o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, promovido nesta semana pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, mostrou que há profundas divergências em relação ao texto do acordo entre o Brasil e a Santa Sé, assinado pelo presidente Lula em novembro de 2008 no Vaticano (Mensagem 134/09).
Um dos pontos questionados foi a constitucionalidade do texto. Vários parlamentares e a professora de pós-graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP) Roseli Fischmann lembraram que o Brasil é um Estado laico e reclamaram de um certo privilégio à Igreja Católica. Na avaliação da pesquisadora, o texto inibe a atuação do Parlamento, muda a relação jurídica do Estado brasileiro com as religiões e fere o artigo 19 da Constituição.
“O acordo do Brasil com a Santa Sé é um tipo de aliança jurídico-religiosa, e o artigo 19 diz que é proibido à União, aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal firmar aliança com as religiões ou seus representantes”, destacou Roseli Fischmann.O texto, que precisa da aprovação do Congresso para entrar em vigor, garante imunidade tributária às entidades eclesiásticas, reforça a não-existência de vínculo empregatício entre religiosos e as instituições católicas e trata do funcionamento de seminários e instituições católicas de ensino, além de questões ligadas à educação religiosa e ao casamento.
Em relação às prerrogativas concedidas à religião católica, o texto procura ressaltar que elas devem se coadunar com a Constituição e as leis vigentes, além de se estender às outras confissões religiosas, de forma isonômica.Perspectiva laica - O ministro-chefe da Divisão de Europa I do Ministério das Relações Exteriores, Cláudio Raja Gabaglia Lins, garantiu que o acordo está em plena conformidade com a Constituição e apenas sintetiza o que já existe na legislação brasileira.
Segundo Lins, o tratado, que foi intensamente discutido e negociado entre as partes, é com a Santa Sé e não com a religião católica.“É um acordo com um Estado dotado de personalidade jurídica internacional, com um Estado soberano, para tratar de aspectos da atuação da Igreja Católica em diferentes áreas.
Todos os órgãos envolvidos se ativeram cuidadosamente à Constituição e à legislação, dentro de uma perspectiva laica, com absoluto respeito às religiões, sem nenhum ânimo de causar nenhum privilégio”, ressaltou.
O debate sobre o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, promovido nesta semana pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, mostrou que há profundas divergências em relação ao texto do acordo entre o Brasil e a Santa Sé, assinado pelo presidente Lula em novembro de 2008 no Vaticano (Mensagem 134/09).
Um dos pontos questionados foi a constitucionalidade do texto. Vários parlamentares e a professora de pós-graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP) Roseli Fischmann lembraram que o Brasil é um Estado laico e reclamaram de um certo privilégio à Igreja Católica. Na avaliação da pesquisadora, o texto inibe a atuação do Parlamento, muda a relação jurídica do Estado brasileiro com as religiões e fere o artigo 19 da Constituição.
“O acordo do Brasil com a Santa Sé é um tipo de aliança jurídico-religiosa, e o artigo 19 diz que é proibido à União, aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal firmar aliança com as religiões ou seus representantes”, destacou Roseli Fischmann.O texto, que precisa da aprovação do Congresso para entrar em vigor, garante imunidade tributária às entidades eclesiásticas, reforça a não-existência de vínculo empregatício entre religiosos e as instituições católicas e trata do funcionamento de seminários e instituições católicas de ensino, além de questões ligadas à educação religiosa e ao casamento.
Em relação às prerrogativas concedidas à religião católica, o texto procura ressaltar que elas devem se coadunar com a Constituição e as leis vigentes, além de se estender às outras confissões religiosas, de forma isonômica.Perspectiva laica - O ministro-chefe da Divisão de Europa I do Ministério das Relações Exteriores, Cláudio Raja Gabaglia Lins, garantiu que o acordo está em plena conformidade com a Constituição e apenas sintetiza o que já existe na legislação brasileira.
Segundo Lins, o tratado, que foi intensamente discutido e negociado entre as partes, é com a Santa Sé e não com a religião católica.“É um acordo com um Estado dotado de personalidade jurídica internacional, com um Estado soberano, para tratar de aspectos da atuação da Igreja Católica em diferentes áreas.
Todos os órgãos envolvidos se ativeram cuidadosamente à Constituição e à legislação, dentro de uma perspectiva laica, com absoluto respeito às religiões, sem nenhum ânimo de causar nenhum privilégio”, ressaltou.
Shuber comenta a nota sobre a possibilidade da SEMMA (ITB) passar a conceder licença ambiental
É, Jota, a delegação do licenciamento para o Poder Público Municipal pode acontecer de fato. No entanto é necessário um acompanhamento constante junto à SEMA e, a indispensável articulação politica e a manifestação e ação constante das entidades representativas do setor.
Afinal, enquanto desejamos esta possibilidade que vem a regularizar a grande maioria dos pequenos garimpos, existe trabalho em sentido contrário por parte dos "preservacionistas" que entendem pela manutenção intocada da Amazonia.
Afinal, enquanto desejamos esta possibilidade que vem a regularizar a grande maioria dos pequenos garimpos, existe trabalho em sentido contrário por parte dos "preservacionistas" que entendem pela manutenção intocada da Amazonia.
Shuber parabeniza Wilmar através do blog
Wilmar,
Receba os nossos parabéns e votos de felicidades.
Abs.
Vilson Schuber
Receba os nossos parabéns e votos de felicidades.
Abs.
Vilson Schuber
Tremonte para governador?
De Belém, o blog recebe informações dando conta de que o empresário Luis Carlos Tremonte poderá lançar-se candidato a governador do Estado do Pará, na eleição do ano que vem.Claro que a densidade política do empresário não lhe permite acreditar que conseguirá eleger-se.
Entretanto, o PPS, partido ao qual é filiado, estaria disposto a lançá-lo para que use o horário eleitoral para bater na governadora Ana Júlia.
Se for esse mesmo o ponto, o PPS está certíssimo, pois tem pouca gente tão descontente com a governadora quanto Tremonte.
Os motivos, todos sabemos com sobras: o desprezo do governo dela para com o setor madeireiro, ao qual prometeu mundos e fundos. Ao contrário do prometeu, ela trancou tudo para o setor e jogou a chave fora.
Parabéns pra você, nesta data querida!
Justiça! Norton comenta a observação de Mário de Miranda
Caro Mário Miranda,
Justiça existe, o que falta é a aplicabilidade da mesma; uma juíza conhecida minha diz o seguinte: aplicar a lei é a coisa mais fácil do mundo; fazer Justiça é diferente.
É inconcebívil que se use uma Instituição séria para lograr êxito de forma escusa.
Norton Sussuarana
Justiça existe, o que falta é a aplicabilidade da mesma; uma juíza conhecida minha diz o seguinte: aplicar a lei é a coisa mais fácil do mundo; fazer Justiça é diferente.
É inconcebívil que se use uma Instituição séria para lograr êxito de forma escusa.
Norton Sussuarana
Quarta-feira, Julho 08, 2009
Mário se solidariza com Lúcio Flávio
Caro Parente,
Decididamente nossa pior mazela, é a falta de justiça. É inconcebível que um representante do poder judiciário possa agir de forma inconstitucional para satisfazer aos interesses "globalizados". Gostaria de manifestar minha solidariedade à este conceituado jornalista, que reconhecidamente sempre esteve ao lado da verdade.
Saudações,
Mário de Miranda
--------------------------
É verdade, Mário.
Reconhecido em diversos países do chamado primeiro mundo, Lúcio Flávio também é muito respeitado em nosso Estado.
Há quem não concorde com seus escritos, sobretudo os detentores do poder, seja político, ou econômico. Mas, não há ninguém que possa levantar a voz a respeito de sua conduta como profissional do jornalismo, que tanta orgulha quem vive desse mister, como eu.
Decididamente nossa pior mazela, é a falta de justiça. É inconcebível que um representante do poder judiciário possa agir de forma inconstitucional para satisfazer aos interesses "globalizados". Gostaria de manifestar minha solidariedade à este conceituado jornalista, que reconhecidamente sempre esteve ao lado da verdade.
Saudações,
Mário de Miranda
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É verdade, Mário.
Reconhecido em diversos países do chamado primeiro mundo, Lúcio Flávio também é muito respeitado em nosso Estado.
Há quem não concorde com seus escritos, sobretudo os detentores do poder, seja político, ou econômico. Mas, não há ninguém que possa levantar a voz a respeito de sua conduta como profissional do jornalismo, que tanta orgulha quem vive desse mister, como eu.
Essa notícia renova as esperanças dos garimpeiros do Tapajós
Decisão importante para os municípios que possuem potencial mineral, florestal ou de outra fonte natural economicamente viável: o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) referendou, na sexta-feira passada, decisão da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de descentralizar aos municípios paraenses algumas das mais importantes atividades de fiscalização e controle ambiental, entre elas a de autorização de licenciamentos ambientais.
Em audiência à deputada Josefina Carmo, logo depois de assumir a Sema, o novo titular Aníbal Picanço já havia anunciado a decisão de imprimir uma característica nova ao órgão, principalmente com duas atitudes diferentes: a descentralização e o fim da moratória de licenciamentos ambientais.
Presente à reunião, o presidente do Sindicato dos Mineradores do Oeste do Estado do Pará (Simioespa), Sérgio Aquino, quase não conteve a felicidade com o anúncio, agora confirmado na última renião do Coema.Durante reunião do Coema, e atendendo proposta do deputado Gabriel Guerreiro (PV), Aníbal Picanço se comprometeu a oferecer aos municípios o necessário assessoramente técnico para que estes possam se habilitar para o convênio que vai descentralizar as ações da Sema.
Vai, inclusive, oferecer cursos de formação aos técnicos locais para o exercício das funções ambientais.Municípios que já possuem secretaria de meio ambiente, mas que não funcionam ou funcionam precariamente, devem se apressar.
Aqueles que não a possuem, habilitem-se!A presença de um órgão ambiental no município põe fim, se funcionar de forma eficiente, a uma série de dificuldades encontradas por todos aqueles que precisam de licenciamento para a execução de projetos produtivos - de um roçado a um jazimento mineral, de uma estrada a um projeto florestal sustentável.Agora é torcer para que essa decisão não demore no papel.
(Fonte: blog Agonia ou Êxtase, que pegou a nota do blog do Piteira, conforme cita o Jubal)
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Nota do blog: Essa é uma notícia que interessa e muito para Itaituba. O processo de transferência de tais atribuições começou a ser gestado bem antes da morte do ex-secretário de Mineração de Meio Ambiente de Itaituba, Elias Leão, que morreu há pouco mais de um ano. Mas, não aconteceu até hoje.
Vamos torcer para que o novo titular da SEMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará) coloque em prática o que prometeu.
É a famosa luz no fim do túnel.
Em audiência à deputada Josefina Carmo, logo depois de assumir a Sema, o novo titular Aníbal Picanço já havia anunciado a decisão de imprimir uma característica nova ao órgão, principalmente com duas atitudes diferentes: a descentralização e o fim da moratória de licenciamentos ambientais.
Presente à reunião, o presidente do Sindicato dos Mineradores do Oeste do Estado do Pará (Simioespa), Sérgio Aquino, quase não conteve a felicidade com o anúncio, agora confirmado na última renião do Coema.Durante reunião do Coema, e atendendo proposta do deputado Gabriel Guerreiro (PV), Aníbal Picanço se comprometeu a oferecer aos municípios o necessário assessoramente técnico para que estes possam se habilitar para o convênio que vai descentralizar as ações da Sema.
Vai, inclusive, oferecer cursos de formação aos técnicos locais para o exercício das funções ambientais.Municípios que já possuem secretaria de meio ambiente, mas que não funcionam ou funcionam precariamente, devem se apressar.
Aqueles que não a possuem, habilitem-se!A presença de um órgão ambiental no município põe fim, se funcionar de forma eficiente, a uma série de dificuldades encontradas por todos aqueles que precisam de licenciamento para a execução de projetos produtivos - de um roçado a um jazimento mineral, de uma estrada a um projeto florestal sustentável.Agora é torcer para que essa decisão não demore no papel.
(Fonte: blog Agonia ou Êxtase, que pegou a nota do blog do Piteira, conforme cita o Jubal)
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Nota do blog: Essa é uma notícia que interessa e muito para Itaituba. O processo de transferência de tais atribuições começou a ser gestado bem antes da morte do ex-secretário de Mineração de Meio Ambiente de Itaituba, Elias Leão, que morreu há pouco mais de um ano. Mas, não aconteceu até hoje.
Vamos torcer para que o novo titular da SEMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará) coloque em prática o que prometeu.
É a famosa luz no fim do túnel.
Notícia ruim
Lí, com muita tristeza, no Agonia ou Êxtase (blog do amigo Jubal), que o amigo Juvêncio Arruda está bastante doente, vitimado por um câncer no fígado.
Não há muito o que dizer numa hora como essa, a não ser acreditar que os avanços da medicina beneficiem o amigo, no sentido de que seja encontrada uma solução para seu problema.
Força, Juvêncio!
Não há muito o que dizer numa hora como essa, a não ser acreditar que os avanços da medicina beneficiem o amigo, no sentido de que seja encontrada uma solução para seu problema.
Força, Juvêncio!
Dutra comenta a decisão do juiz contra o jornalista Lúcio Flávio Pinto
O post Juiz condena jornalista a pagar R$ 30 mil suscitou o comentário a seguir, do professor-doutor e também jornalista Manuel Dutra: (Extraído do blog do Jeso)
A “escola” Gilmar Dantas só vem reforçar o lado decadente do judiciário, com juízes condenando as vítimas, como nos casos presentes do Lúcio Flávio e do delegado Protógenes.
As forças mais reacionárias deste país estão arreganhando os dentes e é preciso ficar de olho, caso contrário eles não vão demorar a botar o Lula num avião qualquer e despachá-lo para as quintas, e censurar a imprensa, como fez o judiciário de Honduras aliado com os eternos meganhas que não aceitam a democracia e a liberdade de expressão.
Parabéns a esse juiz: ele descobriu que o Lúcio é rico e pode sacar 30 paus pros inocentes maioranas, pois isso está na nota referente à sentença. A sentença parece tão primária que poderá ser logo derrubada em instância superior, desde que lá também, nessas instâncias gilmarescas, encontre algum juiz capaz de ver os fatos com menos rancor ideológico de direita.
Essa sentença é uma ameaça não só ao Lúcio Flávio, mas a todos nós, jornalistas, menos àqueles que, em vez de fazerem jornalismo, vivem servindo de cachorrinhos de estimação dos donos de jornais e outras mídias e dos demais donos do poder.
A “escola” Gilmar Dantas só vem reforçar o lado decadente do judiciário, com juízes condenando as vítimas, como nos casos presentes do Lúcio Flávio e do delegado Protógenes.
As forças mais reacionárias deste país estão arreganhando os dentes e é preciso ficar de olho, caso contrário eles não vão demorar a botar o Lula num avião qualquer e despachá-lo para as quintas, e censurar a imprensa, como fez o judiciário de Honduras aliado com os eternos meganhas que não aceitam a democracia e a liberdade de expressão.
Parabéns a esse juiz: ele descobriu que o Lúcio é rico e pode sacar 30 paus pros inocentes maioranas, pois isso está na nota referente à sentença. A sentença parece tão primária que poderá ser logo derrubada em instância superior, desde que lá também, nessas instâncias gilmarescas, encontre algum juiz capaz de ver os fatos com menos rancor ideológico de direita.
Essa sentença é uma ameaça não só ao Lúcio Flávio, mas a todos nós, jornalistas, menos àqueles que, em vez de fazerem jornalismo, vivem servindo de cachorrinhos de estimação dos donos de jornais e outras mídias e dos demais donos do poder.
Terça-feira, Julho 07, 2009
Carta de Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal Pessoal
Ao caro Leitor
Fonte: O Estado do Tapajós - Li com estupefação, perplexidade e indignação a sentença que ontem me impôs o juiz Raimundo das Chagas, titular da 4ª vara cível de Belém do Pará. Ao fim da leitura da peça, perguntei-me se o magistrado tem realmente consciência do significado do poder que a sociedade lhe delegou para fazer justiça, arbitrando os conflitos, apurando a verdade e decidindo com base na lei, nas evidências e provas contidas nos autos judiciais, assim como no que é público e notório na vida social. Ou, abusando das prerrogativas que lhe foram conferidas para o exercício da tutela judicial, utiliza esse poder em benefício de uma das partes e em detrimento dos direitos da outra parte.
O juiz deliberou sobre uma ação cível de indenização por dano moral que contra mim foi proposta, em 2005, pelos irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, donos da maior corporação de comunicação do norte do país, o Grupo Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão. O pretexto da ação foi um artigo que escrevi para um livro publicado na Itália e que reproduzi no meu Jornal Pessoal, em setembro daquele ano.
O magistrado acolheu integralmente a inicial dos autores. Disse que, no artigo, ofendi a memória do fundador do grupo de comunicação, Romulo Maiorana, já falecido, ao dizer que ele atuou como contrabandista em Belém na década de 50. Condenou-me a pagar aos dois irmãos indenização no valor de 30 mil reais, acrescida de juros e correção monetária, além de me impor o pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, arbitrados pelo máximo permitido na lei, de 20% sobre o valor da causa.
O juiz também me proibiu de utilizar em meu jornal “qualquer expressão agressiva, injuriosa, difamatória e caluniosa contra a memória do extinto pai dos requerentes e contra a pessoa destes”. Também terei que publicar a carta que os irmãos Maiorana me enviarem, no exercício do direito de resposta. Se não cumprir a determinação, pagarei multa de R$ 30 mil e incorrerei em crime de desobediência.
As penas aplicadas e as considerações feitas pelo juiz para justificá-las me atribuem delitos que não têm qualquer correspondência com os fatos, como demonstrarei.
O juiz alega na sua sentença que escrevi o artigo movido por um “sentimento de revanche” contra os irmãos Maiorana. Isto porque, “meses antes de tamanha inspiração”, me envolvi “em grave desentendimento” com eles.
O “grave desentendimento” foi a agressão que sofri, praticada por um dos irmãos, Ronaldo Maiorana. A agressão foi cometida por trás, dentro de um restaurante, onde eu almoçava com amigos, sem a menor possibilidade de defesa da minha parte, atacado de surpresa que fui. Ronaldo Maiorana teve ainda a cobertura de dois policiais militares, atuando como seus seguranças particulares. Agrediu-me e saiu, impune, como planejara. Minha única reação foi comunicar o fato em uma delegacia de polícia, sem a possibilidade de flagrante, porque o agressor se evadiu. Mas a deliberada agressão foi documentada pelas imagens de um celular, exibidas por emissora de televisão de Belém.
O artigo que escrevi me foi encomendado pelo jornalista Maurizio Chierici, para um livro publicado na Itália. Quando o livro saiu, reproduzi o texto no Jornal Pessoal, oito meses depois da agressão.
Diz o juiz que o texto possui “afirmações agressivas sobre a honra” de Romulo Maiorana pai, tendo o “intuito malévolo de achincalhar a honra alheia”, sendo uma “notícia injuriosa, difamatória e mentirosa”.
A leitura isenta da matéria, que, obviamente, o magistrado não fez, revela que se trata de um pequeno trecho inserido em um texto mais amplo, sobre as origens do império de comunicação formado por Romulo Maiorana. Antes de comprar uma empresa jornalística, desenvolvendo-a a partir de 1966, ele estivera envolvido em contrabando, prática comum no Pará até 1964. Esse fato é de conhecimento público, porque o contrabando fazia parte dos hábitos e costumes de uma região isolada por terra do restante do país. O jornal A Província do Pará, um dos mais antigos do Brasil, fundado em 1876, se referiu várias vezes a esse passado em meio a uma polêmica com o empresário, travada em 1976.
Três anos antes, quando se habilitou à concessão de um canal de televisão em Belém, que viria a ser a TV Liberal, integrada à Rede Globo, Romulo Maiorana teve que usar quatro funcionários, assinando com eles um “contrato de gaveta” para que aparecessem como sendo os donos da empresa habilitada e se comprometendo a repassar-lhe de volta as suas ações quando fosse possível. O estratagema foi montado porque os órgãos de segurança do governo federal mantinham em seus arquivos restrições ao empresário, por sua vinculação ao contrabando, não permitindo que a concessão do canal de televisão lhe fosse destinado. Quando as restrições foram abolidas, a empresa foi registrada em nome de Romulo.
Os documentos comprobatórios dessa afirmação já foram juntados em juízo, nos processos onde os fatos foram usados pelos irmãos Maiorana como pretexto para algumas das 14 ações que propuseram contra mim depois da agressão, na evidente tentativa de inverter os pólos da situação: eu, de vítima, transmutado à condição de réu.
Todos os fatos que citei no artigo são verdadeiros e foram provados, inclusive com a juntada da ficha do SNI (Serviço Nacional de Informações), que, na época do regime militar, orientava as ações do governo. Logo, não há calúnia alguma, delito que diz respeito a atribuir falsamente a prática de crime a alguém.
Quanto ao ânimo do texto, é evidente também que se trata de mero relato jornalístico, uma informação lateral numa reconstituição histórica mais ampla. Não fiz nenhuma denúncia, por não se tratar de fato novo, nem esse era o aspecto central do artigo. Dele fez parte apenas para explicar por que a TV Liberal não esteve desde o início no nome de Romulo Maiorana pai, um fato inusitado e importante, a merecer registro.
O juiz justificou os 30 mil reais de indenização, com acréscimos outros, que podem elevar o valor para próximo de R$ 40 mil, dizendo que a “capacidade de pagamento” do meu jornal “é notória, porquanto se trata de periódico de grande aceitação pelo público, principalmente pela classe estudantil, o que lhe garante um bom lucro”.
Não há nos autos do processo nada, absolutamente nada para fundamentar as considerações do juiz, nem da parte dos autores da ação. O magistrado não buscou informações sobre a capacidade econômica do Jornal Pessoal, através do meio que fosse: quebra do meu sigilo bancário, informações da Receita Federal ou outra forma de apuração.
O público e notório é exatamente o oposto. Meu jornal nunca aceitou publicidade, que constitui, em média, 80% da fonte de faturamento de uma empresa jornalística. Sua receita é oriunda exclusivamente da sua venda avulsa. A tiragem do jornal sempre foi de 2 mil exemplares e seu preço de capa, há mais de 12 anos, é de 3 reais. Descontando-se as comissões do distribuidor e do vendedor (sobretudo bancas de revista), mais as perdas, cortesias e encalhes, que absorvem 60% do preço de capa, o retorno líquido é de R$ 1,20 por exemplar, ou receita bruta de R$ 2,4 mil por quinzena (que é a periodicidade do jornal). É com essa fortuna que enfrento as despesas operacionais do jornal, como o pagamento da gráfica, do ilustrador/diagramador, expedição, etc. O que sobra para mim, quando sobra, é quantia mais do que modesta.
Assim, o valor da indenização imposta pelo juiz equivale a um ano e meio de receita bruta do jornal. Aplicá-la significaria acabar com a publicação, o principal objetivo por trás dessas demandas judiciais a que sou submetido desde 1992.
Além de conceder a indenização requerida pelos autores para os supostos danos morais que teriam sofrido por causa da matéria, o juiz me proibiu de voltar a me referir não só ao pai dos irmãos Maiorana, mas a eles próprios, extrapolando dessa forma os parâmetros da própria ação. Aqui, a violação é nada menos do que à constituição do Brasil e ao estado democrático de direito vigente no país, que vedam a censura prévia. A ofensa se torna ainda mais grave e passa a ter amplitude nacional e internacional.
Finalmente, o magistrado me impõe acatar o direito de resposta dos irmãos Maiorana, direito que eles jamais exerceram. É do conhecimento público que o Jornal Pessoal publica – todas e por todo – as cartas que lhe são enviadas, mesmo quando ofensivas. Em outras ações, ofereci aos irmãos a publicação de qualquer carta que decidissem escrever sobre as causas, na íntegra. Desde que outra irmã iniciou essa perseguição judicial, em 1992, jamais esse oferecimento foi aceito pelos Maiorana. Por um motivo simples: eles sabem que não têm razão no que dizem, que a verdade está do meu lado. Não querem o debate público. Seu método consiste em circunscrever-me a autos judiciais e aplicar-me punição em circuito fechado.
Ao contrário do que diz o juiz Raimundo das Chagas, contrariando algo que é de pleno domínio público, o Jornal Pessoal não tem “bom lucro”. Infelizmente, se mantém com grandes dificuldades, por seus princípios e pelo que é. Mas dispõe de um grande capital, que o mantém vivo e prestigiado há quase 22 anos: é a sua credibilidade. Mesmo os que discordam do jornal ou o antagonizam, reconhecem que o JP só diz o que pode provar. Por assim se comportar desde o início, incomoda os poderosos e os que gostariam de manipular a opinião pública, conforme seus interesses pessoais e comerciais, provocando sua ira e sua represália. A nova condenação é mais uma dessas vinganças. Mas com o apoio da sociedade, o Jornal Pessoal sobreviverá a mais esta provação.
Belém, 7 de julho de 2009
Lúcio Flávio Pinto
Fonte: O Estado do Tapajós - Li com estupefação, perplexidade e indignação a sentença que ontem me impôs o juiz Raimundo das Chagas, titular da 4ª vara cível de Belém do Pará. Ao fim da leitura da peça, perguntei-me se o magistrado tem realmente consciência do significado do poder que a sociedade lhe delegou para fazer justiça, arbitrando os conflitos, apurando a verdade e decidindo com base na lei, nas evidências e provas contidas nos autos judiciais, assim como no que é público e notório na vida social. Ou, abusando das prerrogativas que lhe foram conferidas para o exercício da tutela judicial, utiliza esse poder em benefício de uma das partes e em detrimento dos direitos da outra parte.
O juiz deliberou sobre uma ação cível de indenização por dano moral que contra mim foi proposta, em 2005, pelos irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, donos da maior corporação de comunicação do norte do país, o Grupo Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão. O pretexto da ação foi um artigo que escrevi para um livro publicado na Itália e que reproduzi no meu Jornal Pessoal, em setembro daquele ano.
O magistrado acolheu integralmente a inicial dos autores. Disse que, no artigo, ofendi a memória do fundador do grupo de comunicação, Romulo Maiorana, já falecido, ao dizer que ele atuou como contrabandista em Belém na década de 50. Condenou-me a pagar aos dois irmãos indenização no valor de 30 mil reais, acrescida de juros e correção monetária, além de me impor o pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, arbitrados pelo máximo permitido na lei, de 20% sobre o valor da causa.
O juiz também me proibiu de utilizar em meu jornal “qualquer expressão agressiva, injuriosa, difamatória e caluniosa contra a memória do extinto pai dos requerentes e contra a pessoa destes”. Também terei que publicar a carta que os irmãos Maiorana me enviarem, no exercício do direito de resposta. Se não cumprir a determinação, pagarei multa de R$ 30 mil e incorrerei em crime de desobediência.
As penas aplicadas e as considerações feitas pelo juiz para justificá-las me atribuem delitos que não têm qualquer correspondência com os fatos, como demonstrarei.
O juiz alega na sua sentença que escrevi o artigo movido por um “sentimento de revanche” contra os irmãos Maiorana. Isto porque, “meses antes de tamanha inspiração”, me envolvi “em grave desentendimento” com eles.
O “grave desentendimento” foi a agressão que sofri, praticada por um dos irmãos, Ronaldo Maiorana. A agressão foi cometida por trás, dentro de um restaurante, onde eu almoçava com amigos, sem a menor possibilidade de defesa da minha parte, atacado de surpresa que fui. Ronaldo Maiorana teve ainda a cobertura de dois policiais militares, atuando como seus seguranças particulares. Agrediu-me e saiu, impune, como planejara. Minha única reação foi comunicar o fato em uma delegacia de polícia, sem a possibilidade de flagrante, porque o agressor se evadiu. Mas a deliberada agressão foi documentada pelas imagens de um celular, exibidas por emissora de televisão de Belém.
O artigo que escrevi me foi encomendado pelo jornalista Maurizio Chierici, para um livro publicado na Itália. Quando o livro saiu, reproduzi o texto no Jornal Pessoal, oito meses depois da agressão.
Diz o juiz que o texto possui “afirmações agressivas sobre a honra” de Romulo Maiorana pai, tendo o “intuito malévolo de achincalhar a honra alheia”, sendo uma “notícia injuriosa, difamatória e mentirosa”.
A leitura isenta da matéria, que, obviamente, o magistrado não fez, revela que se trata de um pequeno trecho inserido em um texto mais amplo, sobre as origens do império de comunicação formado por Romulo Maiorana. Antes de comprar uma empresa jornalística, desenvolvendo-a a partir de 1966, ele estivera envolvido em contrabando, prática comum no Pará até 1964. Esse fato é de conhecimento público, porque o contrabando fazia parte dos hábitos e costumes de uma região isolada por terra do restante do país. O jornal A Província do Pará, um dos mais antigos do Brasil, fundado em 1876, se referiu várias vezes a esse passado em meio a uma polêmica com o empresário, travada em 1976.
Três anos antes, quando se habilitou à concessão de um canal de televisão em Belém, que viria a ser a TV Liberal, integrada à Rede Globo, Romulo Maiorana teve que usar quatro funcionários, assinando com eles um “contrato de gaveta” para que aparecessem como sendo os donos da empresa habilitada e se comprometendo a repassar-lhe de volta as suas ações quando fosse possível. O estratagema foi montado porque os órgãos de segurança do governo federal mantinham em seus arquivos restrições ao empresário, por sua vinculação ao contrabando, não permitindo que a concessão do canal de televisão lhe fosse destinado. Quando as restrições foram abolidas, a empresa foi registrada em nome de Romulo.
Os documentos comprobatórios dessa afirmação já foram juntados em juízo, nos processos onde os fatos foram usados pelos irmãos Maiorana como pretexto para algumas das 14 ações que propuseram contra mim depois da agressão, na evidente tentativa de inverter os pólos da situação: eu, de vítima, transmutado à condição de réu.
Todos os fatos que citei no artigo são verdadeiros e foram provados, inclusive com a juntada da ficha do SNI (Serviço Nacional de Informações), que, na época do regime militar, orientava as ações do governo. Logo, não há calúnia alguma, delito que diz respeito a atribuir falsamente a prática de crime a alguém.
Quanto ao ânimo do texto, é evidente também que se trata de mero relato jornalístico, uma informação lateral numa reconstituição histórica mais ampla. Não fiz nenhuma denúncia, por não se tratar de fato novo, nem esse era o aspecto central do artigo. Dele fez parte apenas para explicar por que a TV Liberal não esteve desde o início no nome de Romulo Maiorana pai, um fato inusitado e importante, a merecer registro.
O juiz justificou os 30 mil reais de indenização, com acréscimos outros, que podem elevar o valor para próximo de R$ 40 mil, dizendo que a “capacidade de pagamento” do meu jornal “é notória, porquanto se trata de periódico de grande aceitação pelo público, principalmente pela classe estudantil, o que lhe garante um bom lucro”.
Não há nos autos do processo nada, absolutamente nada para fundamentar as considerações do juiz, nem da parte dos autores da ação. O magistrado não buscou informações sobre a capacidade econômica do Jornal Pessoal, através do meio que fosse: quebra do meu sigilo bancário, informações da Receita Federal ou outra forma de apuração.
O público e notório é exatamente o oposto. Meu jornal nunca aceitou publicidade, que constitui, em média, 80% da fonte de faturamento de uma empresa jornalística. Sua receita é oriunda exclusivamente da sua venda avulsa. A tiragem do jornal sempre foi de 2 mil exemplares e seu preço de capa, há mais de 12 anos, é de 3 reais. Descontando-se as comissões do distribuidor e do vendedor (sobretudo bancas de revista), mais as perdas, cortesias e encalhes, que absorvem 60% do preço de capa, o retorno líquido é de R$ 1,20 por exemplar, ou receita bruta de R$ 2,4 mil por quinzena (que é a periodicidade do jornal). É com essa fortuna que enfrento as despesas operacionais do jornal, como o pagamento da gráfica, do ilustrador/diagramador, expedição, etc. O que sobra para mim, quando sobra, é quantia mais do que modesta.
Assim, o valor da indenização imposta pelo juiz equivale a um ano e meio de receita bruta do jornal. Aplicá-la significaria acabar com a publicação, o principal objetivo por trás dessas demandas judiciais a que sou submetido desde 1992.
Além de conceder a indenização requerida pelos autores para os supostos danos morais que teriam sofrido por causa da matéria, o juiz me proibiu de voltar a me referir não só ao pai dos irmãos Maiorana, mas a eles próprios, extrapolando dessa forma os parâmetros da própria ação. Aqui, a violação é nada menos do que à constituição do Brasil e ao estado democrático de direito vigente no país, que vedam a censura prévia. A ofensa se torna ainda mais grave e passa a ter amplitude nacional e internacional.
Finalmente, o magistrado me impõe acatar o direito de resposta dos irmãos Maiorana, direito que eles jamais exerceram. É do conhecimento público que o Jornal Pessoal publica – todas e por todo – as cartas que lhe são enviadas, mesmo quando ofensivas. Em outras ações, ofereci aos irmãos a publicação de qualquer carta que decidissem escrever sobre as causas, na íntegra. Desde que outra irmã iniciou essa perseguição judicial, em 1992, jamais esse oferecimento foi aceito pelos Maiorana. Por um motivo simples: eles sabem que não têm razão no que dizem, que a verdade está do meu lado. Não querem o debate público. Seu método consiste em circunscrever-me a autos judiciais e aplicar-me punição em circuito fechado.
Ao contrário do que diz o juiz Raimundo das Chagas, contrariando algo que é de pleno domínio público, o Jornal Pessoal não tem “bom lucro”. Infelizmente, se mantém com grandes dificuldades, por seus princípios e pelo que é. Mas dispõe de um grande capital, que o mantém vivo e prestigiado há quase 22 anos: é a sua credibilidade. Mesmo os que discordam do jornal ou o antagonizam, reconhecem que o JP só diz o que pode provar. Por assim se comportar desde o início, incomoda os poderosos e os que gostariam de manipular a opinião pública, conforme seus interesses pessoais e comerciais, provocando sua ira e sua represália. A nova condenação é mais uma dessas vinganças. Mas com o apoio da sociedade, o Jornal Pessoal sobreviverá a mais esta provação.
Belém, 7 de julho de 2009
Lúcio Flávio Pinto
Projeto prevê plebiscito sobre fuso horário em 2010
Blog do Jeso - O senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) anunciou nesta terça-feira (7) que já está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) [do Senador] projeto de decreto legislativo (PDL 563/09) de sua autoria, que convoca um plebiscito para que a população dos estados da Amazônia Legal atingidos pela mudança de fuso horário determinado pela Lei 11.662/08, decida se quer continuar assim ou se prefere retornar ao fuso antigo.
O plebiscito seria feito junto com as eleições de 2010.
Mesquita Júnior disse que os habitantes da Amazônia estão sendo tratados como cidadãos de segunda e terceira categorias ao serem submetidos aos “caprichos dos horários do Brasil central” para atender aos interesses das redes de televisão”.
Ele lembrou que, no ano passado, o Congresso Nacional aprovou, sem consultar a população, a mudança do fuso horário na região amazônica e reduziu a diferença de duas horas para se aproximar ao horário de Brasília.
Assim, quando são 6h da manhã no Acre, em Brasília são 7h da manhã. O senador disse que a maioria da população do estado não se habituou a essa mudança de horário e se fosse consultada optaria pelo retorno ao fuso antigo.
O plebiscito seria feito junto com as eleições de 2010.
Mesquita Júnior disse que os habitantes da Amazônia estão sendo tratados como cidadãos de segunda e terceira categorias ao serem submetidos aos “caprichos dos horários do Brasil central” para atender aos interesses das redes de televisão”.
Ele lembrou que, no ano passado, o Congresso Nacional aprovou, sem consultar a população, a mudança do fuso horário na região amazônica e reduziu a diferença de duas horas para se aproximar ao horário de Brasília.
Assim, quando são 6h da manhã no Acre, em Brasília são 7h da manhã. O senador disse que a maioria da população do estado não se habituou a essa mudança de horário e se fosse consultada optaria pelo retorno ao fuso antigo.
Fechando garimpos
Ontem, Rafael de la Niña disse em uma entrevista ao telejornal Focalizando, da TV Tapajoara (SBT), que o Ibama vai continuar o trabalho de fechamento dos garimpos que ficam próximo da rodovia Transamazônica, sentido Jacareacanga.
Rafael afirmou que o ato está se dando em função dos garimpeiros não possuírem permissão legal para garimpar. Ele citou o fato do governo do Estado, por meio da SEMA, não conceder licença ambiental, o que impede o DNPM de outorgar a PLG, que é a Permissão de Lavra Garimpeira.
Ora, o próprio servidor do Ibama, que parece ter alguma sensibilidade sobre essa questão, falou qual é o problema.
As informações que chegam a Itaituba são muito preocupantes e dão conta de que há uma vontade feroz de setores do governo federal de fechar tudo quanto é garimpo. O advogado José Antunes, vice-presidente da AMOT vem denunciando isso.
A quem interessa que o ouro do vale do Tapajós não seja explorado?
Hoje, com as técnicas mais modernas, sabe-se que essa atividade por ser desenvolvida causando impactos ambientais bem pequenos, se comparado com o que aconteceu até os anos 90.
Enquanto isso, o governo do povo, da senhora Ana Júlia, literalmente virou as costas para a comunidade garimpeira, embora tenha prometido ser parceiro.
O vice-governador Odair Correa tem se esforçado bastante para ajudar nessa questão. Mas, vice é vice. Tem pouco poder.
Rafael afirmou que o ato está se dando em função dos garimpeiros não possuírem permissão legal para garimpar. Ele citou o fato do governo do Estado, por meio da SEMA, não conceder licença ambiental, o que impede o DNPM de outorgar a PLG, que é a Permissão de Lavra Garimpeira.
Ora, o próprio servidor do Ibama, que parece ter alguma sensibilidade sobre essa questão, falou qual é o problema.
As informações que chegam a Itaituba são muito preocupantes e dão conta de que há uma vontade feroz de setores do governo federal de fechar tudo quanto é garimpo. O advogado José Antunes, vice-presidente da AMOT vem denunciando isso.
A quem interessa que o ouro do vale do Tapajós não seja explorado?
Hoje, com as técnicas mais modernas, sabe-se que essa atividade por ser desenvolvida causando impactos ambientais bem pequenos, se comparado com o que aconteceu até os anos 90.
Enquanto isso, o governo do povo, da senhora Ana Júlia, literalmente virou as costas para a comunidade garimpeira, embora tenha prometido ser parceiro.
O vice-governador Odair Correa tem se esforçado bastante para ajudar nessa questão. Mas, vice é vice. Tem pouco poder.
Domingo, Julho 05, 2009
Tayná comentário a nota Uma hora a mais
Olá Parente!
Não concordo com o fechamento de restaurantes as três da manhã.
Neese horário as pessoas(eu inclusive vez ou outra) saem das festas e procuram algo p comer e encontra tudo fechado.
Defendo que deveriam esticar o horário,mas proibindo a venda de bebida alcoólica.
Deveriam vender apenas comida,refrigerante.
Os bares tem que ficar fechado mesmo, isso cm certeza ajudou a diminuir a violência.
Tayná.
Não concordo com o fechamento de restaurantes as três da manhã.
Neese horário as pessoas(eu inclusive vez ou outra) saem das festas e procuram algo p comer e encontra tudo fechado.
Defendo que deveriam esticar o horário,mas proibindo a venda de bebida alcoólica.
Deveriam vender apenas comida,refrigerante.
Os bares tem que ficar fechado mesmo, isso cm certeza ajudou a diminuir a violência.
Tayná.
Norton Sussuarana comenta a nota sessão extraordinária
Caro Amigo J. Parente,
Não entendo o motivo de tal empréstimo; cadê o dinheiro do Bradesco e os 5 milhões para as casas populares?
Não se vê na cidade nenhuma obra de impacto, com exceção do "Caçulão" (Ginásio de Esporte), obra tocada em sua maioria com verbas da ITACIMPASA.
Nortono Sussuarana
Não entendo o motivo de tal empréstimo; cadê o dinheiro do Bradesco e os 5 milhões para as casas populares?
Não se vê na cidade nenhuma obra de impacto, com exceção do "Caçulão" (Ginásio de Esporte), obra tocada em sua maioria com verbas da ITACIMPASA.
Nortono Sussuarana
Lucio Freire comenta sobre a visita do Vice-governador a Jacareacanga
Parente,
quantas viagens o vice-governador Odair ja fez à Itaituba e região, e o que ele fez ou resolveu ou trouxe de bom para região? Até o momento de quase nada, para nada falta pouco. Tomara que o povo comece a usar o disconfiômetro e apostem em novas opções...
Abraços
Lúcio Freite
quantas viagens o vice-governador Odair ja fez à Itaituba e região, e o que ele fez ou resolveu ou trouxe de bom para região? Até o momento de quase nada, para nada falta pouco. Tomara que o povo comece a usar o disconfiômetro e apostem em novas opções...
Abraços
Lúcio Freite
Valtinho começou bem
Foi no sufoco, com muito sofrimento. Mas, o importante é que O Paysandu venceu na estréia do treinador Valter Lima, santareno que levou o São Raimundo a uma ótima campanha do campeonato paraense de 2008.
O Papão ganhou do forte time do Águia por 2x1, de virada. Todos os gols foram marcados no segundo tempo.
O Águia abriu a contagem aos 12 minutos da etapa final. Zé Augusto, o velho tanque da Curuzu, aos 37 e aos 48 minutos do segundo tempo marcou os gols alvicelestes.
Para o próximo jogo o Paysandu já deverá contar com Michel, que despediu-se hoje do São Raimundo.
O Papão ganhou do forte time do Águia por 2x1, de virada. Todos os gols foram marcados no segundo tempo.
O Águia abriu a contagem aos 12 minutos da etapa final. Zé Augusto, o velho tanque da Curuzu, aos 37 e aos 48 minutos do segundo tempo marcou os gols alvicelestes.
Para o próximo jogo o Paysandu já deverá contar com Michel, que despediu-se hoje do São Raimundo.
Pantera estreou com vitória
O São Raimundo estreou bem na Série D do campeonato brasileiro, ganhando do Moto Clube do Maranhão, no estádio Barbalhão, por 2x0.
Os gols santarenos foram marcados um em cada tempo. No primeiro tempo Deo Curuçá abriu a contagem, enquanto Luis Carlos Trindade fechou a contagem no segundo tempo.
O Pantera criou ainda várias situações na etapa final, embora o Moto tenha dado mais trabalho na segunda metade do jogo, de acordo com a narração de Oti Santos, os comentários de Miguel Pinto e as reportagens de Domingos Campos e Aminael Andrade.
Esse jogo marcou a despedida de Michel, ídolo alvinegro, que viajará amanhã para apresentar-se ao Paysandu, recomendado que foi pelo técnico Valter Lima.
Foi muito importante começar ganhando, para assegurar uma boa renda no próximo jogo que fizer em casa, já que não há ajuda da CBF nessa competição.
Os gols santarenos foram marcados um em cada tempo. No primeiro tempo Deo Curuçá abriu a contagem, enquanto Luis Carlos Trindade fechou a contagem no segundo tempo.
O Pantera criou ainda várias situações na etapa final, embora o Moto tenha dado mais trabalho na segunda metade do jogo, de acordo com a narração de Oti Santos, os comentários de Miguel Pinto e as reportagens de Domingos Campos e Aminael Andrade.
Esse jogo marcou a despedida de Michel, ídolo alvinegro, que viajará amanhã para apresentar-se ao Paysandu, recomendado que foi pelo técnico Valter Lima.
Foi muito importante começar ganhando, para assegurar uma boa renda no próximo jogo que fizer em casa, já que não há ajuda da CBF nessa competição.
Rebelião
Ouvindo a transmissão do jogo de estréia do São Raimundo contra o Moto Clube do Maranhão, pela Rádio Rural, foi informado pelo narrador Oti Santos, que está acontecendo uma rebelião na penintenciária Silvio de Hall Moura, em Cucurunã, Santarém.
Segundo as informações passadas pela Rádio Rural, os presos rebelados fizeram reféns, entre os quais estão agentes penitenciários e até policiais militares.
Segundo as informações passadas pela Rádio Rural, os presos rebelados fizeram reféns, entre os quais estão agentes penitenciários e até policiais militares.
Quinta-feira, Julho 02, 2009
Vice-governador visita Jacareacanga
O vice-governador do Estado,
Odair Corrêa foi recebido com festa, ontem, em Jacareacanga. Do aeroporto ele foi levado em carreata até o centro da cidade, em todos os carros haviam saudações de votos de boas vindas ao ele, que foi entregar na Signus Clube a primeira remessa de Microcréditos do CredPará no valor de R$ 99.880,00 (Noventa e nove mil e oitocentos e oitenta reais), contemplando 26 famílias, visando a geração de trabalho, renda e inclusão social, possibilitando a criação, crescimento e consolidação de empreendimentos populares e informais, democratizando o acesso ao crédito.
Os beneficiários foram nas áreas do comercio, produção e serviços, nas atividades de Mercearia, Perfumaria, Vidraçaria, Movelaria, Corte e Costura, Confecções, Lanchonete, Criação de Galinhas e Suínos, Piscicultura, Produção de Grãos, Transporte Fluvial e Terrestre.
Na foto de cima, Odair aparece entre o prefeito Raulien Queiroz (camisa branca) e o vice-prefeito, Roberto Crixi. Na foto de baixo ele aparece entre jovens índios mundurukus.
Odair Corrêa foi recebido com festa, ontem, em Jacareacanga. Do aeroporto ele foi levado em carreata até o centro da cidade, em todos os carros haviam saudações de votos de boas vindas ao ele, que foi entregar na Signus Clube a primeira remessa de Microcréditos do CredPará no valor de R$ 99.880,00 (Noventa e nove mil e oitocentos e oitenta reais), contemplando 26 famílias, visando a geração de trabalho, renda e inclusão social, possibilitando a criação, crescimento e consolidação de empreendimentos populares e informais, democratizando o acesso ao crédito.Os beneficiários foram nas áreas do comercio, produção e serviços, nas atividades de Mercearia, Perfumaria, Vidraçaria, Movelaria, Corte e Costura, Confecções, Lanchonete, Criação de Galinhas e Suínos, Piscicultura, Produção de Grãos, Transporte Fluvial e Terrestre.
Na foto de cima, Odair aparece entre o prefeito Raulien Queiroz (camisa branca) e o vice-prefeito, Roberto Crixi. Na foto de baixo ele aparece entre jovens índios mundurukus.
Coordenadora do GAMI reuniu com o vice-governador
Odair Santos Corrêa, Vice-Governador do Pará, esteve em Itaituba neste dia 02 de julho de 2009, momento em que atendeu políticos e presidentes de entidades, como foi o caso da Coordenadora do GAMI, professora Antonieta Lima, que solicitou apoio ao Vice-Governador para os projetos da instituição que defende e luta pela valorização da Mulher nesse Município e recebeu dele as orientações necessárias, ou seja, os caminhos a percorrer em busca desse apoio.
A pedido da Vereadora LAURINEI MOURA, do Município de AVEIRO, A Professora Antonieta Lima INTERMEDIOU junta ao Vice – governador e Coordenador Regional do CREDPARÁ, a IMPLANTAÇÃO desse Programa do Governo Estadual , naquele Município, onde com certeza levará uma fonte de Recursos muito importante para à sociedade civil organizada e para o Cidadão e Cidadã Aveirense, objetivando a melhoria da qualidade de vida daquela população. O Vice-Governador se colocou totalmente a disposição, orientou sobre os procedimentos necessários que a Prefeitura Municipal deve se comprometer, pois esse Programa é um Convênio entre o Governo do Estado e as Prefeitura, para a implantação do CREDPARÁ e já deixou confirmada uma visita ao Município de Aveiro em Agosto/2009.
(Nota enviada par ao blog pela professora Antonieta Lima)
A pedido da Vereadora LAURINEI MOURA, do Município de AVEIRO, A Professora Antonieta Lima INTERMEDIOU junta ao Vice – governador e Coordenador Regional do CREDPARÁ, a IMPLANTAÇÃO desse Programa do Governo Estadual , naquele Município, onde com certeza levará uma fonte de Recursos muito importante para à sociedade civil organizada e para o Cidadão e Cidadã Aveirense, objetivando a melhoria da qualidade de vida daquela população. O Vice-Governador se colocou totalmente a disposição, orientou sobre os procedimentos necessários que a Prefeitura Municipal deve se comprometer, pois esse Programa é um Convênio entre o Governo do Estado e as Prefeitura, para a implantação do CREDPARÁ e já deixou confirmada uma visita ao Município de Aveiro em Agosto/2009.
(Nota enviada par ao blog pela professora Antonieta Lima)
Concurso sai até novembro
O da Câmara Municipal.
Quem informa é o presidente da Câmara Municipal, vereador Hilton Aguiar, que disse ao blog, que não vai protelar a realização do concurso. Disse que o próximo presidente vai pegar essa situação resolvida.
Secretário executivo da Câmara, Salomão Silva, está em Belém, tratando desse assunto. Ele esteve na Unama, que deverá ser a responsável pela realização das provas do concursos, em Novembro.
Está prevista uma reunião entre a direção da Câmara e o Ministério Público do Trabalho, no começo do mês de Agosto, ocasião em que será deverá ser assinado um Termo de Ajuste de Conduta sobre essa questão.
Quem informa é o presidente da Câmara Municipal, vereador Hilton Aguiar, que disse ao blog, que não vai protelar a realização do concurso. Disse que o próximo presidente vai pegar essa situação resolvida.
Secretário executivo da Câmara, Salomão Silva, está em Belém, tratando desse assunto. Ele esteve na Unama, que deverá ser a responsável pela realização das provas do concursos, em Novembro.
Está prevista uma reunião entre a direção da Câmara e o Ministério Público do Trabalho, no começo do mês de Agosto, ocasião em que será deverá ser assinado um Termo de Ajuste de Conduta sobre essa questão.
De Utilidade Pública
Esta semana, na última sessão do primeiro semestre, a Câmara aprovou matéria, reconhecendo a AABB com sendo uma entidade de utilidade pública.
Nada contra a AABB, mas, parece meio esquisito e fora do normal considerar de utilidade pública um clube privado, que cobra mensalidade de seus associados, para os quais suas atividades são voltadas, que não tem trabalhos no campo da solidariedade.
Com a palavra os senhores vereadores.
Nada contra a AABB, mas, parece meio esquisito e fora do normal considerar de utilidade pública um clube privado, que cobra mensalidade de seus associados, para os quais suas atividades são voltadas, que não tem trabalhos no campo da solidariedade.
Com a palavra os senhores vereadores.
Sessão extraordinária
Deverá acontecer, amanhã, uma sessão extraordinária na Câmara Municipal de Itaituba. A matéria a ser tratada diz respeito à autorização de abertura de crédito pela Prefeitura, para que a mesma possa contrair empréstimo na ordem de R$ 3.300.000,00 para aquisição de maquinário para a Secretaria de Infra Estrutura.
A Prefeitura pagará a cada vereador, porque a convocação foi feita pelo Poder Executivo, algo em torno de R$ 700,00 pela sessão extra.
A Prefeitura pagará a cada vereador, porque a convocação foi feita pelo Poder Executivo, algo em torno de R$ 700,00 pela sessão extra.
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Crédito
O objetivo foi informar pequenos empreendedores a respeitos do que eles precisam fazer para terem acesso ao crédito bancário.
Além de alguns vereadores (o presidente da Câmara, Hilton Aguiar, Peninha e Marcos da Ideal), estiveram no loca, a secretária Sueli Aguiar, além de gerentes de algumas casas bancárias, que foram convidados para falar sobre o assunto.
O plenário da Câmara ficou lotado, num sinal de que aquelas pessoas estavam esperando por uma oportunidade como essa para se informarem a respeito do assunto.
Fim do primeiro período
A Câmara Municipal encerrou ontem o primeiro período legislativo de 2009.
Havia tantas matérias para serem votadas, principalmente projetos de lei, que os vereadores dispensaram o uso da palavra.
Alguns vereadores com os quais o blog manteve contato, ontem, como o líder do governo, César Aguiar e João Crente, líder do PMDB, consideraram que foi positivo o primeiro semestre.
César puxa brasa para a sardinha da administração, não cansando de falar das conquistas alcançadas, de acordo com sua visão.
Já João Crente, como bom opositor, ressalta os defeitos da administração. Para ele, no que diz respeito ao governo municipal, muita coisa ficou a desejar, destacando a questão do lixo, que durante uma semana deixo de ser coletado, porque a Prefeitura não tinha onde jogar. Botava a culpa no Ibama, mas, João Crente lembrou que isso vinha se arrastando há anos, sem que o governo levasse o problema a sério.
Havia tantas matérias para serem votadas, principalmente projetos de lei, que os vereadores dispensaram o uso da palavra.
Alguns vereadores com os quais o blog manteve contato, ontem, como o líder do governo, César Aguiar e João Crente, líder do PMDB, consideraram que foi positivo o primeiro semestre.
César puxa brasa para a sardinha da administração, não cansando de falar das conquistas alcançadas, de acordo com sua visão.
Já João Crente, como bom opositor, ressalta os defeitos da administração. Para ele, no que diz respeito ao governo municipal, muita coisa ficou a desejar, destacando a questão do lixo, que durante uma semana deixo de ser coletado, porque a Prefeitura não tinha onde jogar. Botava a culpa no Ibama, mas, João Crente lembrou que isso vinha se arrastando há anos, sem que o governo levasse o problema a sério.
Uma hora a mais
Na tarde ontem aconteceu uma reunião bastante concorrida, nas dependências da Câmara Municipal, à qual estiveram presentes, representantes do Ministérios Público, da Justiça, da Polícia Civil, da Polícia Militar, vereadores e em torno de 200 pessoas interessadas no assunto a ser discutido, que foi a prorrogação do funcionamento de bares e restaurantes até mais tarde.
Atualmente, por força de lei estadual, todos esses estabelecimentos só podem funcionar até às três da madrugada. Mas, os donos acham pouco e querem esticar.
Houve muita discussão, muitas ponderações, mas, nada ficou decidido. A única coisa definida foi uma nova reunião que deverá acontecer em agosto.
Ninguém quis assumir a responsabilidade de se comprometer em atender o pedido dos donos desses estabelecimentos. Porém, os vereadores César Aguiar e Peninha foram precisos em suas falas, ao abordarem a questão da diminuição dos índices de violência a partir do momento que essa lei entrou em vigor.
Portanto, que tiver juízo não defende o funcionamento de bares, sobre tudo esses, mas, também os restaurantes que vendem bebidadas alcoólicas, até mais tarde. é melhor deixar como está.
Atualmente, por força de lei estadual, todos esses estabelecimentos só podem funcionar até às três da madrugada. Mas, os donos acham pouco e querem esticar.
Houve muita discussão, muitas ponderações, mas, nada ficou decidido. A única coisa definida foi uma nova reunião que deverá acontecer em agosto.
Ninguém quis assumir a responsabilidade de se comprometer em atender o pedido dos donos desses estabelecimentos. Porém, os vereadores César Aguiar e Peninha foram precisos em suas falas, ao abordarem a questão da diminuição dos índices de violência a partir do momento que essa lei entrou em vigor.
Portanto, que tiver juízo não defende o funcionamento de bares, sobre tudo esses, mas, também os restaurantes que vendem bebidadas alcoólicas, até mais tarde. é melhor deixar como está.
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