Meu confrade e amigo Anderson mandou um comentário a respeito do causo que contei do Rai x Fran no qual quase apanhei de torcedores do meu time, o São Raimundo.
Sinceramente, meu amigo Anderson, não consigo lembrar do árbitro daquele jogo. Talvez o Lamberto, que tem um boa memória, lembre.
Abraços
Jota Parente
-----------------
Parente, lembro como se fosse hoje desse episódio, quando lembramos em Santarém (nas reuniões dos amigos de Imprensa) damos muitas gargalhadas, não só por esse episodio, como de outros também engraçados.
Parente, acho que o árbitro era o Gilson Braga de Melo, até porque todos diziam na época, que ele era franciscano doente.
Abraços:
Anderson Tadeu Pantoja
Portal Buré
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Lúcio comenta a nota Roselito para deputado estadual
Parente, pelo jeito, as peripécias políticas continuam ocorrendo pelas bandas de Itaituba; e o povo que assistia o titanic afundar, agora ouve indícios da participação daqueles que desatracaram o gigante.
Pudera, porque todos tem o mesmo objetivo, se dá bem às custas do povo. Até quando amigo? e as vítimas do naufrágio continua a espera de socorro no mar gelado da corrupção itaitubense.
RSRSRSRSRSRSRSRS
Lúcio Freire
Pudera, porque todos tem o mesmo objetivo, se dá bem às custas do povo. Até quando amigo? e as vítimas do naufrágio continua a espera de socorro no mar gelado da corrupção itaitubense.
RSRSRSRSRSRSRSRS
Lúcio Freire
PRF
Meu nome é Sandoval Lins Ribeiro.
As ações corretas da Polícia Rodoviária Federal devem continuar.
Esses excessos é que devem ser contidos.
Os comentários entre os policiais rodoviários dão conta de que as multas aplicadas estão em torno de R$ 300,000,00 por mês. É muita grana saindo de Itaituba.
A visão curta dos vereadores locais para que sejam minimizadas as ações está errada. Se tivessem um pouco de inteligência e trabalhassem corretamente aprofundavam estas informações e tentariam conter as ações exageradas e não a organização do trânsito na Transamazônica.
A grana que está sendo aplicada em multa vai fazer muita falta ao comércio local. É dinheiro que sai da cidade e nunca volta.
Além da grosseria dos policiais rodoviários reclamada pelo senhor Mário Miranda, há também a falta de sensibilidade no sentido de orientarem os condutores para solucionarem os problemas identificados. Eles vão logo multando.
Inexperientes e despreparados, apenas para preencher o formulário de multa chegam a demorar cerca de 40 minutos. Os policiais rodoviários federais que trabalham muito pouco em Itaituba e só fiscalizam na área urbana, recebem um gordo salário. Talvez por isso aplicam tanta multa.
Se possível publique este comentário.
---------------------------
Caro Sandoval,
Se existe uma indústria de multas por parte da PRF, se alguém tem alguma prova, isso deve ser denunciado a quem de direito. Entretanto, é complicado a gente generalizar.
Quem não estiver fazendo o seu trabalho direito, que seja denunciado.
De minha parte, digo-lho que fui parado apenas uma vez e fui abordado com muita educação pelo agente que me parou. Independente de eu estar com toda a documentação em ordem, ele foi muito cortês, como deve ser um agente público.
Outro dia, meu amigo Wilmar Freire, com pressa de chegar ao aeroporto, num trecho da Transamazônica onde não dava para ver a faixa amarela, mas, que todo mundo sabe que não pode ultrapassar, fez uma ultrapassagem.
Seu ato foi flagrado por uma agente, que pediu que Wilmar parasse, o que fez imediatamente. Foi abordado com educação, como ele mesmo me disse, sendo multado.
Portanto, vamos denunciar o que estiver errado, mas evitemos generalizar, para o bem da parte da população que gosta de ver as coisas funcionares. Como condutor, particularmente, sinto-me bem mais seguro desde que essas ações, tanto da PRF, quanto da Diretran e da Comtri começaram.
Grande abraço e continue mandando seus comentários
Jota Parente
As ações corretas da Polícia Rodoviária Federal devem continuar.
Esses excessos é que devem ser contidos.
Os comentários entre os policiais rodoviários dão conta de que as multas aplicadas estão em torno de R$ 300,000,00 por mês. É muita grana saindo de Itaituba.
A visão curta dos vereadores locais para que sejam minimizadas as ações está errada. Se tivessem um pouco de inteligência e trabalhassem corretamente aprofundavam estas informações e tentariam conter as ações exageradas e não a organização do trânsito na Transamazônica.
A grana que está sendo aplicada em multa vai fazer muita falta ao comércio local. É dinheiro que sai da cidade e nunca volta.
Além da grosseria dos policiais rodoviários reclamada pelo senhor Mário Miranda, há também a falta de sensibilidade no sentido de orientarem os condutores para solucionarem os problemas identificados. Eles vão logo multando.
Inexperientes e despreparados, apenas para preencher o formulário de multa chegam a demorar cerca de 40 minutos. Os policiais rodoviários federais que trabalham muito pouco em Itaituba e só fiscalizam na área urbana, recebem um gordo salário. Talvez por isso aplicam tanta multa.
Se possível publique este comentário.
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Caro Sandoval,
Se existe uma indústria de multas por parte da PRF, se alguém tem alguma prova, isso deve ser denunciado a quem de direito. Entretanto, é complicado a gente generalizar.
Quem não estiver fazendo o seu trabalho direito, que seja denunciado.
De minha parte, digo-lho que fui parado apenas uma vez e fui abordado com muita educação pelo agente que me parou. Independente de eu estar com toda a documentação em ordem, ele foi muito cortês, como deve ser um agente público.
Outro dia, meu amigo Wilmar Freire, com pressa de chegar ao aeroporto, num trecho da Transamazônica onde não dava para ver a faixa amarela, mas, que todo mundo sabe que não pode ultrapassar, fez uma ultrapassagem.
Seu ato foi flagrado por uma agente, que pediu que Wilmar parasse, o que fez imediatamente. Foi abordado com educação, como ele mesmo me disse, sendo multado.
Portanto, vamos denunciar o que estiver errado, mas evitemos generalizar, para o bem da parte da população que gosta de ver as coisas funcionares. Como condutor, particularmente, sinto-me bem mais seguro desde que essas ações, tanto da PRF, quanto da Diretran e da Comtri começaram.
Grande abraço e continue mandando seus comentários
Jota Parente
O critério da escolha
A reportagem do blog circulou pelos vazios corredores da Câmara Municipal na manhã de hoje, perguntando a um e a outro qual foi o critério para a escolha dos seis vereadores que acompanharam o presidente da Casa.
Disse uma fonte: o único critério que pode ser observado é o político. O presidente tem interesse na aprovação do projeto de reeleição da mesa diretora, que já passou em primeiro turno, mas, precisa ser votado em segundo turno. Então, ele está trabalhando para ter maioria folgada para aprovar o seu projeto de continuar na presidência da mesa, a partir de Janeiro de 2011.
O vereador Cebola quer porque quer voltar a sentar na cadeira de presidente e não faz a menor questão de esconder isso de ninguém; o vereador Dico não parece muito simpático à idéia de votar em Hilton Aguiar, o mesmo demonstrando Dadinho Caminhoneiro. Quanto a João Crente, ele é um vereador que dificilmente vai pela cabeça de alguém.
Então, tudo indica que o critério foi mesmo político. Hilton não inventou nada, nesse caso. Fez o que qualquer que estivesse no cargo que está faria. Se está certo ou errado, os vereadores é que tem que discutir isso.
Disse uma fonte: o único critério que pode ser observado é o político. O presidente tem interesse na aprovação do projeto de reeleição da mesa diretora, que já passou em primeiro turno, mas, precisa ser votado em segundo turno. Então, ele está trabalhando para ter maioria folgada para aprovar o seu projeto de continuar na presidência da mesa, a partir de Janeiro de 2011.
O vereador Cebola quer porque quer voltar a sentar na cadeira de presidente e não faz a menor questão de esconder isso de ninguém; o vereador Dico não parece muito simpático à idéia de votar em Hilton Aguiar, o mesmo demonstrando Dadinho Caminhoneiro. Quanto a João Crente, ele é um vereador que dificilmente vai pela cabeça de alguém.
Então, tudo indica que o critério foi mesmo político. Hilton não inventou nada, nesse caso. Fez o que qualquer que estivesse no cargo que está faria. Se está certo ou errado, os vereadores é que tem que discutir isso.
Sem sessão
Com apenas quatro vereadores, Dico, Cebola, Dadinho Caminhoneiro e João Crente, os edis chegaram a ir até o plenário, mas não houve sessão, por falta de quorum.
Depois ainda houve uma conversa particular entre eles, cujo assunto não foi revelado.
Depois ainda houve uma conversa particular entre eles, cujo assunto não foi revelado.
Sete vereadores visitam Itaipu
Os vereadores Hilton Aguiar, Peninha, Eva do Liberdade, Manuel Dentista, Maria Pretinha, César Aguiar e Marcos da Ideal estão em Itaituba, onde foram conhecer de perto o funcionamento de uma usina hidrelétrica de grande porte.
Eles foram convidados pela Eletronorte, que é uma empresa subsidiária da Eletrobrás. De acordo como informou hoje ao blog, o secretário executivo da Câmara Municipal de Itaituba, todas as despesas estão sendo pagas pela Eletronorte, que tem interesse em que os vereadores daqui tomem conhecimento sobre o assunto hidrelétrica, para que possam falar com propriedade a respeito da construção das hidrelétricas projetadas para o Tapajós.
Eles foram convidados pela Eletronorte, que é uma empresa subsidiária da Eletrobrás. De acordo como informou hoje ao blog, o secretário executivo da Câmara Municipal de Itaituba, todas as despesas estão sendo pagas pela Eletronorte, que tem interesse em que os vereadores daqui tomem conhecimento sobre o assunto hidrelétrica, para que possam falar com propriedade a respeito da construção das hidrelétricas projetadas para o Tapajós.
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Causos do futebol - Quase apanhei no Rai x Fran
Campeonato santareno de 1985, uma ensolarada tarde de domingo. Mais um dos incontáveis e emocionantes jogos entre São Raimundo e São Francisco, no velho estádio Elinaldo Barbosa. Apesar do nervosismo das duas torcidas e do equilíbrio entre as duas equipes, parecia encaminhar-se apenas para mais uma festa do futebol. Mas o que aconteceu dentro e fora de campo foi bem diferente dessa expectativa. Eu era o gerente da Rádio Tropical de Santarém e comentarista esportiva de nossa equipe.
Depois da metade do segundo tempo, o árbitro de cujo nome não me lembro, validou um gol do São Francisco, no gol que ficava para a Avenida São Sebastião. Foi como se acendesse um fósforo perto de um barril de pólvora. A torcida do São Raimundo invadiu o campo, botou quase todo mundo para correr. O primeiro que fugiu foi o árbitro, porque se algum torcedor do Pantera o pegasse, ninguém faz idéia de como ele ficaria.
Foi confusão que não acabava mais. Os torcedores tocaram fogo em uma parte da arquibancada, que era de madeira, arrancaram as traves, arrebentaram uma parte do alambrado e destruíram o que viram pela frente.
Durante a selvageria da torcida, os colegas das emissoras de rádio foram quase todos embora. Ninguém queria pagar para ver como terminaria aquela revolta. Mas, há sempre aqueles que resolvem ficar e acompanhar tudo de perto. Eu fui um dos dois que ficaram. O outro foi meu amigo Amós Xabregas, comentarista de arbitragem.
Já estava escuro, quando eu terminei o meu comentário e passei o microfone para o Xabregas. Havia uma meia dúzia de torcedores que pareciam ensandecidos, movidos a muito álcool. De repente um deles gritou e a gente ouviu perfeitamente na cabine de madeira, que ficava sobre as cadeiras cativas, suspensa a uns seis ou sete metros de altura: “vamos pegar aquele filho da puta do Jota Parente”. Porque eles queriam meu couro, até hoje eu não faço a menor idéia.
Ainda bem que eu e o Xabregas ouvimos, mas, o tempo para tomar uma decisão era curtíssimo. Fazer o que diante duma ameaça como quela? Pular para o quintal do convento dos padres franciscanos, que fica por trás de onde existia a cabine, nem pensar, porque além de ter grande chance de arrebentar-me todo na queda, por causa da altura, o que sobrasse seria triturado pela meia dúzia de cães pastores alemães que os padres mantinham de guarda. Se ficasse na cabine os caras me pegariam e só Deus sabe o que aconteceria comigo.
Eu disse para o Xabregas segurar as pontas, pois eu desceria rápido, aproveitando que estava escuro e tentaria esconder-me nas cadeiras cativas. E foi isso que eu fiz; desci e corri para o fundo, na direção da escola São Francisco. Quando cheguei ao limite da mureta deitei-me no chão, torcendo para que os torcedores que vinham varando no portão de saída do alambrado não tivessem visto nenhum movimento suspeito e fossem me procurar.
“Cadê o Jota Parente?”, perguntou um deles para o Xabregas, quando chegou à cabine. O meu companheiro de equipe disse que não sabia, porque estava sozinho fazia um bom tempo, porque tinha ido todo mundo embora, inclusive eu. Os caras ainda insistiram, desconfiando da versão, mas resolveram ir embora. Felizmente não tentaram agredir o Xabregas, pois não sei como terminaria aquilo, pois meu amigo estava armado, e quem o conhece como eu, sabe que ele não iria apanhar sem reagir.
Quando todos foram embora, claro que com muito medo, eu fui chegando de mansinho na cabine, para saber se estava tudo em ordem. O Xabrebas disse que sim, mas, eu pedi para ele fazer uma varredura do lado de fora do Elinaldo Barbosa para ver se os caras não estavam na tocaia. Não havia mais ninguém, pois eles tinham tomado todas e queriam beber mais. Eu entrei no Fiat Uno do Xabregas e nos mandamos para a emissora, que ficava na Avenida Rui Barbosa, pertinho do Colégio Dom Amando. Lá nós terminamos os nossos comentários.
Depois desse episódio alguns colegas de outras emissoras, até da nossa, quando a gente se reunia para jogar conversa fora, ainda tentaram me gozar, dizendo que eu escapei por pouco de levar uma coça da torcida do Pantera, exatamente, dos torcedores do meu time. Eu retrucava lembrando que eles correram todos e por isso não tinham porque ficar me gozando. Mas, isso já era tudo brincadeira, porque durante aquele quebra-quebra, a brincadeira não teve a menor graça. Felizmente, estou vivo e inteiro para contar esse fato, que apesar de parecer um tanto engraçado, hoje, na hora foi um sufoco só.
Jota Parente
Depois da metade do segundo tempo, o árbitro de cujo nome não me lembro, validou um gol do São Francisco, no gol que ficava para a Avenida São Sebastião. Foi como se acendesse um fósforo perto de um barril de pólvora. A torcida do São Raimundo invadiu o campo, botou quase todo mundo para correr. O primeiro que fugiu foi o árbitro, porque se algum torcedor do Pantera o pegasse, ninguém faz idéia de como ele ficaria.
Foi confusão que não acabava mais. Os torcedores tocaram fogo em uma parte da arquibancada, que era de madeira, arrancaram as traves, arrebentaram uma parte do alambrado e destruíram o que viram pela frente.
Durante a selvageria da torcida, os colegas das emissoras de rádio foram quase todos embora. Ninguém queria pagar para ver como terminaria aquela revolta. Mas, há sempre aqueles que resolvem ficar e acompanhar tudo de perto. Eu fui um dos dois que ficaram. O outro foi meu amigo Amós Xabregas, comentarista de arbitragem.
Já estava escuro, quando eu terminei o meu comentário e passei o microfone para o Xabregas. Havia uma meia dúzia de torcedores que pareciam ensandecidos, movidos a muito álcool. De repente um deles gritou e a gente ouviu perfeitamente na cabine de madeira, que ficava sobre as cadeiras cativas, suspensa a uns seis ou sete metros de altura: “vamos pegar aquele filho da puta do Jota Parente”. Porque eles queriam meu couro, até hoje eu não faço a menor idéia.
Ainda bem que eu e o Xabregas ouvimos, mas, o tempo para tomar uma decisão era curtíssimo. Fazer o que diante duma ameaça como quela? Pular para o quintal do convento dos padres franciscanos, que fica por trás de onde existia a cabine, nem pensar, porque além de ter grande chance de arrebentar-me todo na queda, por causa da altura, o que sobrasse seria triturado pela meia dúzia de cães pastores alemães que os padres mantinham de guarda. Se ficasse na cabine os caras me pegariam e só Deus sabe o que aconteceria comigo.
Eu disse para o Xabregas segurar as pontas, pois eu desceria rápido, aproveitando que estava escuro e tentaria esconder-me nas cadeiras cativas. E foi isso que eu fiz; desci e corri para o fundo, na direção da escola São Francisco. Quando cheguei ao limite da mureta deitei-me no chão, torcendo para que os torcedores que vinham varando no portão de saída do alambrado não tivessem visto nenhum movimento suspeito e fossem me procurar.
“Cadê o Jota Parente?”, perguntou um deles para o Xabregas, quando chegou à cabine. O meu companheiro de equipe disse que não sabia, porque estava sozinho fazia um bom tempo, porque tinha ido todo mundo embora, inclusive eu. Os caras ainda insistiram, desconfiando da versão, mas resolveram ir embora. Felizmente não tentaram agredir o Xabregas, pois não sei como terminaria aquilo, pois meu amigo estava armado, e quem o conhece como eu, sabe que ele não iria apanhar sem reagir.
Quando todos foram embora, claro que com muito medo, eu fui chegando de mansinho na cabine, para saber se estava tudo em ordem. O Xabrebas disse que sim, mas, eu pedi para ele fazer uma varredura do lado de fora do Elinaldo Barbosa para ver se os caras não estavam na tocaia. Não havia mais ninguém, pois eles tinham tomado todas e queriam beber mais. Eu entrei no Fiat Uno do Xabregas e nos mandamos para a emissora, que ficava na Avenida Rui Barbosa, pertinho do Colégio Dom Amando. Lá nós terminamos os nossos comentários.
Depois desse episódio alguns colegas de outras emissoras, até da nossa, quando a gente se reunia para jogar conversa fora, ainda tentaram me gozar, dizendo que eu escapei por pouco de levar uma coça da torcida do Pantera, exatamente, dos torcedores do meu time. Eu retrucava lembrando que eles correram todos e por isso não tinham porque ficar me gozando. Mas, isso já era tudo brincadeira, porque durante aquele quebra-quebra, a brincadeira não teve a menor graça. Felizmente, estou vivo e inteiro para contar esse fato, que apesar de parecer um tanto engraçado, hoje, na hora foi um sufoco só.
Jota Parente
Boletim de ocorrência
Com relação ao comportamento do agente, que se identifica apenas pelo número de matrícula no preenchimento da multa, fiz um boletim de ocorrência na seccional de polícia civil e enviei cópia para o site da PRF denunciando o comportamento arbitrário do referido policial.
Mário de Miranda
-------------------------
No que você fez muito bem, meu caro Mário, pois da mesma forma que nós, cidadãos cumpridores dos nossos deveres fazemos isso uma prática em nossas vidas, os agentes públicas tem que entender que o mínimo que se espera deles é que nos tratem com urbanidade. Não estão fazendo nenhum favor quando agem assim.
Abraços
Jota Parente
Mário de Miranda
-------------------------
No que você fez muito bem, meu caro Mário, pois da mesma forma que nós, cidadãos cumpridores dos nossos deveres fazemos isso uma prática em nossas vidas, os agentes públicas tem que entender que o mínimo que se espera deles é que nos tratem com urbanidade. Não estão fazendo nenhum favor quando agem assim.
Abraços
Jota Parente
Sábado, Novembro 07, 2009
Pratos vazios. Wilmar não foi ao jantar com o prefeito
Foi acertado um jantar, que deveria ter acontecido quinta-feira passada, na Fonte Azul.
Advinha quem participaria do jantar!
O prefeito Roselito Soares e o empresário Wilmar Freire, presidente do diretório municipal do PMDB.
O assessor do prefeito, Carlos Lacerda, foi o encarregado de manter contato com Wilmar, o que ele fez. Deixou tudo sacramentado para que às sete da noite de quinta-feira o encontro acontecesse.
Mas, Wilmar não apareceu. No mesmo dia foi mantido contato para saber se ele receberia Roselito em seu escritório, com o que ele concordou. Dessa vez, quem não apareceu foi o prefeito.
Uma nova data ficou de ser acertada e no começo da próxima semana deverá sair a confirmação sobre esse encontro, se é que ele vai mesmo acontecer.
Advinha quem participaria do jantar!
O prefeito Roselito Soares e o empresário Wilmar Freire, presidente do diretório municipal do PMDB.
O assessor do prefeito, Carlos Lacerda, foi o encarregado de manter contato com Wilmar, o que ele fez. Deixou tudo sacramentado para que às sete da noite de quinta-feira o encontro acontecesse.
Mas, Wilmar não apareceu. No mesmo dia foi mantido contato para saber se ele receberia Roselito em seu escritório, com o que ele concordou. Dessa vez, quem não apareceu foi o prefeito.
Uma nova data ficou de ser acertada e no começo da próxima semana deverá sair a confirmação sobre esse encontro, se é que ele vai mesmo acontecer.
Falando de lixo
Uma situação, no mínimo suspeita, desde que se iniciaram os problemas de lixo em nossa cidade deve ser colocada pra fora.
Um local foi encontrado para a instalação do aterro sanitário.
O projeto de licenciamento ambiental foi feito e entregue no órgão ambiental competente.
Para este tipo de processo deverá ser feita um EIA/RIMA, isto é, um Estudo de Impacto Ambiental e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental. Agora vejamos os problemas decorrentes:
O órgão competente a quem foi entregue o projeto é a SEMMA local. Suspeito?
O EIA/RIMA já tem Licença Prévia e de Instalação. Suspeito?
O lixo já está sendo depositado no local. Suspeito?
Quando deverá ser chamada a sociedade para discutir este EIA/RIMA? Suspeito?
O desenvolvimento deste tipo de licenciamento devem ser necessários aos empreendimentos e atividades considerados efetivos ou potenciais causadores de degradação significativa do meio ambiente.
EIA é um estudo quantitativo e técnico desenvolvido por diversos especialistas (geólogos, biólogos, engenheiros, arqueólogos, sociólogos, advogados, entre outros) avaliando todas as alterações que a instalação pode causar à região.
RIMA é uma versão reduzida e simplificada do EIA, voltada ao público em geral, visando explicar as alterações e as medidas mitigadoras e servindo também de base para a Audiência Pública.
O EIA/RIMA, conforme a Resolução CONAMA N° 001/86, deve ser desenvolvido por uma equipe consultora independente da empresa empreendedora e é instrumento obrigatório para expedição da Licença Prévia (LP), que estabeleça as condições necessárias à viabilidade ambiental do empreendimento, logo, o EIA/RIMA deve ser elaborado de forma estratégica, consistente e abrangente.
Ao final dos estudos são definidos as compensações e programas ambientais mitigadores compatíveis, permitindo a implantação do empreendimento no local desejado.
Agora, que tal nossa Casa da Noca começar a discutir este assunto e deixar as benesses da viagem do presidente e seus companheiros ao Rio de Janeiro de lado?
A população agradece!
Fonte: Agonia ou Êxtase
Um local foi encontrado para a instalação do aterro sanitário.
O projeto de licenciamento ambiental foi feito e entregue no órgão ambiental competente.
Para este tipo de processo deverá ser feita um EIA/RIMA, isto é, um Estudo de Impacto Ambiental e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental. Agora vejamos os problemas decorrentes:
O órgão competente a quem foi entregue o projeto é a SEMMA local. Suspeito?
O EIA/RIMA já tem Licença Prévia e de Instalação. Suspeito?
O lixo já está sendo depositado no local. Suspeito?
Quando deverá ser chamada a sociedade para discutir este EIA/RIMA? Suspeito?
O desenvolvimento deste tipo de licenciamento devem ser necessários aos empreendimentos e atividades considerados efetivos ou potenciais causadores de degradação significativa do meio ambiente.
EIA é um estudo quantitativo e técnico desenvolvido por diversos especialistas (geólogos, biólogos, engenheiros, arqueólogos, sociólogos, advogados, entre outros) avaliando todas as alterações que a instalação pode causar à região.
RIMA é uma versão reduzida e simplificada do EIA, voltada ao público em geral, visando explicar as alterações e as medidas mitigadoras e servindo também de base para a Audiência Pública.
O EIA/RIMA, conforme a Resolução CONAMA N° 001/86, deve ser desenvolvido por uma equipe consultora independente da empresa empreendedora e é instrumento obrigatório para expedição da Licença Prévia (LP), que estabeleça as condições necessárias à viabilidade ambiental do empreendimento, logo, o EIA/RIMA deve ser elaborado de forma estratégica, consistente e abrangente.
Ao final dos estudos são definidos as compensações e programas ambientais mitigadores compatíveis, permitindo a implantação do empreendimento no local desejado.
Agora, que tal nossa Casa da Noca começar a discutir este assunto e deixar as benesses da viagem do presidente e seus companheiros ao Rio de Janeiro de lado?
A população agradece!
Fonte: Agonia ou Êxtase
Rosleito para deputado
O blog recebeu a informação de uma fonte próxima do prefeito Roselito Soares, que ele está preparando o caminho para lançar-se candidato a deputado estadual, na eleição do ano que vem.
Sobretudo se não sair logo, ainda este ano, o julgamento que tira o sono do prefeito, do recurso do PMDB contra ele, essa notícia fará ainda mais sentido.
Se continuar tendo o tempo a seu favor, caso o TRE continue sem julgar o tal recurso, Roselito poderá disputar a eleição.
Supondo-se que o julgamento saia antes da campanha eleitoral, dependendo do que decidir o TRE, Roselito poderá ou não recorrer ao TSE, no cargo.
No TSE, a tendência será de que o processo demore muito mais a ser julgado, do que no TRE. Vai que Roselito consegue se eleger deputado estadual.
O resto do enredo, só esperando para ver.
Obs. Caso venha, realmente candidatar-se a deputado estadual, Roselito terá que renunciar ao cargo de prefeito.
Sobretudo se não sair logo, ainda este ano, o julgamento que tira o sono do prefeito, do recurso do PMDB contra ele, essa notícia fará ainda mais sentido.
Se continuar tendo o tempo a seu favor, caso o TRE continue sem julgar o tal recurso, Roselito poderá disputar a eleição.
Supondo-se que o julgamento saia antes da campanha eleitoral, dependendo do que decidir o TRE, Roselito poderá ou não recorrer ao TSE, no cargo.
No TSE, a tendência será de que o processo demore muito mais a ser julgado, do que no TRE. Vai que Roselito consegue se eleger deputado estadual.
O resto do enredo, só esperando para ver.
Obs. Caso venha, realmente candidatar-se a deputado estadual, Roselito terá que renunciar ao cargo de prefeito.
Cido's em Santarém
Aparecido Carvalho, proprietário da empresa Cido's Informática e do portal Rio Tapajós, mudou-se para Santarém.
Inicialmente, sua intenção é ficar mais ou menos um ano por lá. Mas, os negócios estão indo tão bem, que Aparecido talvez fique muito mais tempo.
Ele é o representante do C-PLUS, que é um sistema de gestão comercial integrado, que facilita muito a vida das empresas, seja no controle de cobranças, no caixa e tantas outras coisas.
O blog teve uma informação de que somente uma grande empresa de Santarém fez uma compra de mais de R$ 100 mil.
Cido está muito satisfeito. Ele foi, mas não deixou os usuários do C-PLUS na mão, em Itaituba. Sua empresa continua funcionando aqui, no mesmo endereço, na 10ª Rua do bairro da Floresta. A Patrícia continua na gerência local.
Inicialmente, sua intenção é ficar mais ou menos um ano por lá. Mas, os negócios estão indo tão bem, que Aparecido talvez fique muito mais tempo.
Ele é o representante do C-PLUS, que é um sistema de gestão comercial integrado, que facilita muito a vida das empresas, seja no controle de cobranças, no caixa e tantas outras coisas.
O blog teve uma informação de que somente uma grande empresa de Santarém fez uma compra de mais de R$ 100 mil.
Cido está muito satisfeito. Ele foi, mas não deixou os usuários do C-PLUS na mão, em Itaituba. Sua empresa continua funcionando aqui, no mesmo endereço, na 10ª Rua do bairro da Floresta. A Patrícia continua na gerência local.
Problemas no servidor, por causa da Celpa
Como os leitores do blog devem ter observado, nos últimos dias tenho tido dificuldades para manter o blog atualizado. Para falar a verdade, de sábado passado até ontem, tive internet por menos de oito horas.
A culpa não é da Itbnet, meu provedor, mas da Celpa, pois tem sido constantes as quedas de energia elétrica, o que faz com o servidor, um caixinha que fica no poste perto do meu apartamento (recebo internet por cabo, porque moro perto do provedor), viva travando.
Ontem à tarde, no espaço de vinte minutos, foram três picos de energia, que fizeram meu computador reiniciar automaticamente e levaram a internet embora.
Para tentar solucionar este problema, na próxima quarta-feira a Itbnet deverá instalar uma antena para que eu passe a contar com o serviço via rádio.
Acredito que deva resolver, pois só deverei ficar sem o serviço de internet, quando houver algum problema diretamente no provedor.
Devo esta explicação aos amigos que muito me honram com suas visitas ao blog.
A culpa não é da Itbnet, meu provedor, mas da Celpa, pois tem sido constantes as quedas de energia elétrica, o que faz com o servidor, um caixinha que fica no poste perto do meu apartamento (recebo internet por cabo, porque moro perto do provedor), viva travando.
Ontem à tarde, no espaço de vinte minutos, foram três picos de energia, que fizeram meu computador reiniciar automaticamente e levaram a internet embora.
Para tentar solucionar este problema, na próxima quarta-feira a Itbnet deverá instalar uma antena para que eu passe a contar com o serviço via rádio.
Acredito que deva resolver, pois só deverei ficar sem o serviço de internet, quando houver algum problema diretamente no provedor.
Devo esta explicação aos amigos que muito me honram com suas visitas ao blog.
A passagem definitiva
Em primeiro lugar estou muito feliz de ler o seu artigo, não saberia dizer aos meus filhos palavras tão verdadeiras e profundas. Amo meus filhos, irmãos, primos enfim, amo a minha familia. Então, hoje excepcionalmente estou muito triste pela perda de meu querido primo Almir Porto da Silva, falecido ontem na cidade de Manaus.
Um filho amado, carinhoso com seus pais e com todos. Serviu ao exército, trabalhou na empresa Caima em Itaituba, atualmente estava a procura de emprego e encontrou, mas infelizmente seu coração parou de repente e fulminante, uma perda irreparável pra nossa familia.
Como está em seu artigo, temos que deixar nossos filhos seguirem suas vidas com acertos, erros e as vezes se ferirem que estamos aqui pra ampará-los. Desta vez, não há como ampará-lo, colocar no colo, apenas lamentar e chorar, orar pelo seu vôo definitivo agradecer a Deus o convívio com ele e orar pelo descanso de sua alma.
Como disse Freud, choremos meus tios, primos, filhos, esposa até nossas lágrimas se esgotarem, pra podermos seguir em frente nas nossas vidas. Obrigado meu primo querido por ter existido em minha vida, pelas alegrias que me proporcionaste em nossa convivência.
Um abraço carinhoso pra sempre de seu primo e amigo.
Altair Sebastião Viana da Silva.
Um filho amado, carinhoso com seus pais e com todos. Serviu ao exército, trabalhou na empresa Caima em Itaituba, atualmente estava a procura de emprego e encontrou, mas infelizmente seu coração parou de repente e fulminante, uma perda irreparável pra nossa familia.
Como está em seu artigo, temos que deixar nossos filhos seguirem suas vidas com acertos, erros e as vezes se ferirem que estamos aqui pra ampará-los. Desta vez, não há como ampará-lo, colocar no colo, apenas lamentar e chorar, orar pelo seu vôo definitivo agradecer a Deus o convívio com ele e orar pelo descanso de sua alma.
Como disse Freud, choremos meus tios, primos, filhos, esposa até nossas lágrimas se esgotarem, pra podermos seguir em frente nas nossas vidas. Obrigado meu primo querido por ter existido em minha vida, pelas alegrias que me proporcionaste em nossa convivência.
Um abraço carinhoso pra sempre de seu primo e amigo.
Altair Sebastião Viana da Silva.
Mandando notícias
Máurício Rocha, que teve uma passagem pela Rádio Itaituba e que foi diretor do Clube do Remo, da Cidade Alta, deu notícias.
Eles está na cidade de Ituiutaba, Minas Gerais, onde trabalha na Rádio Difusora.
Eles está na cidade de Ituiutaba, Minas Gerais, onde trabalha na Rádio Difusora.
Procurando por Manuel Freitas Viana
Oi...
Me chamo MAYELLE VIANA DÚDA, venho aqui fazer um apelo por minha mãe EDILEUZA FREITAS VIANA, que reside em Manaus/AM e minha avó ODETE FREITAS VIANA que reside em Oriximiná/PA.
Elas precisam muito que meu tio MANUEL FREITAS VIANA, conhecido como ARIGÓ, que reside em ITAITUBA, mais precisamente em um lugar chamado CIDADE ALTA, entre em contado com elas...
Peço que vcs da rádio possam dá uma força para nós, pois estamos aflitas, há muitos anos esperando uma noticia dele.
Se caso alguém souber dele, favor entrar em contado comigo nos fones (92)3638-6925/(92)9224-7567, ou por e-mail: mayelleviana@yahoo.com.br
Por favor, se vcs souberem de alguma coisa deixem algo no meu e-mail.
Bom desde já agradeço a vcs pela oportunidade.
Mayelle Viana Dúda.
Me chamo MAYELLE VIANA DÚDA, venho aqui fazer um apelo por minha mãe EDILEUZA FREITAS VIANA, que reside em Manaus/AM e minha avó ODETE FREITAS VIANA que reside em Oriximiná/PA.
Elas precisam muito que meu tio MANUEL FREITAS VIANA, conhecido como ARIGÓ, que reside em ITAITUBA, mais precisamente em um lugar chamado CIDADE ALTA, entre em contado com elas...
Peço que vcs da rádio possam dá uma força para nós, pois estamos aflitas, há muitos anos esperando uma noticia dele.
Se caso alguém souber dele, favor entrar em contado comigo nos fones (92)3638-6925/(92)9224-7567, ou por e-mail: mayelleviana@yahoo.com.br
Por favor, se vcs souberem de alguma coisa deixem algo no meu e-mail.
Bom desde já agradeço a vcs pela oportunidade.
Mayelle Viana Dúda.
Excessos
Caro Parente,
A fiscalização da PRF tem sido na maioria das vezes exacerbada e descortês com o cidadão itaitubense. Eu pessoalmente fui abordado por um agente, de Nº 1716902 que me ameaçou aplicar várias multas, porque argumentei que ela estava agindo com extremo rigor ao me aplicar uma infração por estar conduzindo um passageiro no banco de trás do veículo, sem o cinto de segurança.
Além de pedir meus documentos e manusea-los sem o devido cuidado, o referido agente pediu algumas informações pessoais como endereço e telefone, numa atitude extremamente arbitrária.
---------------
Meu caro amigo Mário Miranda,
Ainda bem que você não discorda da frequência das ações de fiscalização, mas, do excesso praticado por um agente público, no caso, da Polícia Rodoviária Federal.
Contra isso, como muito bem sabe o amigo, o remédio é registrar queixa aos superiores.
A Transamazônica é o meu caminho diário no meu trabalho de jornalista. Fui parado uma única vez, e diferente do que aconteceu com você, o agente da PRF que pediu educamente para eu parar, fez uma abordagem muito educada. Na ocasião, eu comentei com ele que como cidadão estava satisfeito de ver a presença constante dele e dos seus colegas, pois melhorou muito o tráfego naquela via.
Vamos denunciar o que estiver errado, mas, vamos apoiar quando o serviço estiver sendo feito de forma correta.
Jota Parente
A fiscalização da PRF tem sido na maioria das vezes exacerbada e descortês com o cidadão itaitubense. Eu pessoalmente fui abordado por um agente, de Nº 1716902 que me ameaçou aplicar várias multas, porque argumentei que ela estava agindo com extremo rigor ao me aplicar uma infração por estar conduzindo um passageiro no banco de trás do veículo, sem o cinto de segurança.
Além de pedir meus documentos e manusea-los sem o devido cuidado, o referido agente pediu algumas informações pessoais como endereço e telefone, numa atitude extremamente arbitrária.
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Meu caro amigo Mário Miranda,
Ainda bem que você não discorda da frequência das ações de fiscalização, mas, do excesso praticado por um agente público, no caso, da Polícia Rodoviária Federal.
Contra isso, como muito bem sabe o amigo, o remédio é registrar queixa aos superiores.
A Transamazônica é o meu caminho diário no meu trabalho de jornalista. Fui parado uma única vez, e diferente do que aconteceu com você, o agente da PRF que pediu educamente para eu parar, fez uma abordagem muito educada. Na ocasião, eu comentei com ele que como cidadão estava satisfeito de ver a presença constante dele e dos seus colegas, pois melhorou muito o tráfego naquela via.
Vamos denunciar o que estiver errado, mas, vamos apoiar quando o serviço estiver sendo feito de forma correta.
Jota Parente
Apelo
Bom dia a todos vocês da Rádio Itaituba.
Estou precisando muito da ajuda de vocês. Me chamo Maria da Natividade e moro em Santa Luzia do Tide no Maranhão e estou a procura do meu filho que se chama WAGNER.
Ele foi adotado por uma amiga que se chama Antonia Eurides Costa Oliveira. O esposo dela se chama Sr. Nego.
A última notícia que tive eles moravam em Itaituba, na Cidade Alta. Peço pelo amor de Deus quem tiver notícias entrar em contato com Fernanda pelo telefone (98) 3654-5704 ou (98) 81746030 pelo email fernanda_ramos_menezes@hotmail.com
Que Deus abençoe a todos e tenham um bom dia!!!
Estou precisando muito da ajuda de vocês. Me chamo Maria da Natividade e moro em Santa Luzia do Tide no Maranhão e estou a procura do meu filho que se chama WAGNER.
Ele foi adotado por uma amiga que se chama Antonia Eurides Costa Oliveira. O esposo dela se chama Sr. Nego.
A última notícia que tive eles moravam em Itaituba, na Cidade Alta. Peço pelo amor de Deus quem tiver notícias entrar em contato com Fernanda pelo telefone (98) 3654-5704 ou (98) 81746030 pelo email fernanda_ramos_menezes@hotmail.com
Que Deus abençoe a todos e tenham um bom dia!!!
Nova universidade no Pará já é realidade
Ocorreu na noite desta quinta-feira (05), a breve cerimônia realizada para a sanção do projeto que cria a Universidade Federal do Oeste do Pará. O evento foi realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (onde a Presidência da República está despachando, por conta da reforma do Palácio do Planalto) e contou com a presença de diversas autoridades.
sanção foi feita pelo presidente em exercício, José Alencar. Durante a cerimônia, ele fez diversos elogios à Santarém e à região Oeste do Estado. "Santarém é uma belíssima cidade. O rio mais lindo do mundo está lá", disse. Alencar também elogiou a criação da universidade, que ajuda a interiorizar o ensino superior.
Presente na solenidade, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) destaca que o dia é histórico não só para a região Oeste, mas para todos paraenses e amazônidas. "Esta será a primeira universidade federal com sede no interior da Amazônia. É um passo de uma longa caminhada que temos de percorrer para que a Amazônia deixe de ser prioridade apenas nas palavras, mas também na prática", comentou o parlamentar paraense.
Também esteve presente o Ministro da Educação, Fernando Haddad, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a Governadora Ana Júlia Carepa, o deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA), entre outros parlamentares.
De acordo com o Ministério da Educação, a nova universidade oferecerá 1,6 mil vagas em oito cursos de graduação. Entre eles, engenharia florestal, direito e biologia. O futuro reitor da Ufopa, Seixas Lourenço, disse ainda que a inauguração da nova universidade em Santarém deverá ocorrer entre os dias 6 e 8 de dezembro.
Já o edital do concurso para contratação de pessoal será divulgado na semana que vem e as provas para a seleção devem ocorrer no final de janeiro de 2010. O quadro de funcionários terá cerca de 800 servidores. Serão incorporados os atuais do campus da UFPA e UFRA de Santarém, além de realizar brevemente um concurso para preenchimento das vagas.
Daniel Nardin
Assessor de Comunicação do Gabinete Senador Flexa Ribeiro - PSDB/PA
sanção foi feita pelo presidente em exercício, José Alencar. Durante a cerimônia, ele fez diversos elogios à Santarém e à região Oeste do Estado. "Santarém é uma belíssima cidade. O rio mais lindo do mundo está lá", disse. Alencar também elogiou a criação da universidade, que ajuda a interiorizar o ensino superior.
Presente na solenidade, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) destaca que o dia é histórico não só para a região Oeste, mas para todos paraenses e amazônidas. "Esta será a primeira universidade federal com sede no interior da Amazônia. É um passo de uma longa caminhada que temos de percorrer para que a Amazônia deixe de ser prioridade apenas nas palavras, mas também na prática", comentou o parlamentar paraense.
Também esteve presente o Ministro da Educação, Fernando Haddad, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a Governadora Ana Júlia Carepa, o deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA), entre outros parlamentares.
De acordo com o Ministério da Educação, a nova universidade oferecerá 1,6 mil vagas em oito cursos de graduação. Entre eles, engenharia florestal, direito e biologia. O futuro reitor da Ufopa, Seixas Lourenço, disse ainda que a inauguração da nova universidade em Santarém deverá ocorrer entre os dias 6 e 8 de dezembro.
Já o edital do concurso para contratação de pessoal será divulgado na semana que vem e as provas para a seleção devem ocorrer no final de janeiro de 2010. O quadro de funcionários terá cerca de 800 servidores. Serão incorporados os atuais do campus da UFPA e UFRA de Santarém, além de realizar brevemente um concurso para preenchimento das vagas.
Daniel Nardin
Assessor de Comunicação do Gabinete Senador Flexa Ribeiro - PSDB/PA
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Faleiro também pede pelo Barbalhão
O deputado estadual Airton Faleiro (PT), terça-feira, pediu na ALEPA, que seja ampliado o estádio Jáder Barbalho, em Santarém. No caso, entenda-se a ampliação solicitada pelo deputado, como a conclusão das obras. Faleiro esteve presente no jogo que decidiu a Série D, domingo passado, quando o São Raimundo sagrou-se o primeiro campeão brasileiro dessa série.
Nova ameaça de paralisação do Hospital Regional
O deputado estadual Alexandre Von (PSDB/PA), usando a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Pará na Sessão Ordinária desta quarta-feira (04/11/2009), informou que por deliberação do corpo clínico do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em assembleia realizada na noite da última terça-feira (03/11/2009), os profissionais médicos do HRBA irão paralisar novamente os serviços médico-hospitalares, inclusive novas internações na UTI adulto, a partir da próxima segunda-feira (09/11/2009) caso os compromissos assumidos pela SESPA (Secretaria de Estado de Saúde Pública), através da Secretária Estadual de Saúde Silvia Comaru, não sejam resgatados até esta data.
Dentre os compromissos assumidos, constam a atualização dos salários dos profissionais médicos com o pagamento dos meses de setem bro e outubro, o retorno de serviços especializados que foram desmontados, tais como endocrinologia, reumatologia, otorrinologia, oftalmologia, cirurgia buco-maxilo, setor de triagem e outros, bem como a implantação de serviços médico-hospitalares que até hoje não funcionaram no HRBA.
Von é contra a municipalização do Hospital Regional
Em seu pronunciamento, Alexandre Von repudiou a proposta de municipalização do Hospital Regional do Baixo Amazonas que vem sendo defendida, na mídia local, por setores da Prefeitura Municipal de Santarém.
"A Prefeitura Municipal de Santarém não é exemplo de competência e qualidade na gestão do Hospital Municipal de Santarém, além do que nunca conseguiu por em funcionamento plenamente o Hospital de Mojuí dos Campos. Vale destacar que o HRBA possui uma área de abrangência que engloba 19 municípios e 1 milhão de habitantes devendo, portanto, ser responsabilidade do Estado a sua manutenção", frisou Von. "Cabe à Prefeitura de Santarém aprimorar os serviços de atenção básica de saúde, fortalecer e ampliar a urgência e emergência do Hospital Municipal",
Dentre os compromissos assumidos, constam a atualização dos salários dos profissionais médicos com o pagamento dos meses de setem bro e outubro, o retorno de serviços especializados que foram desmontados, tais como endocrinologia, reumatologia, otorrinologia, oftalmologia, cirurgia buco-maxilo, setor de triagem e outros, bem como a implantação de serviços médico-hospitalares que até hoje não funcionaram no HRBA.
Von é contra a municipalização do Hospital Regional
Em seu pronunciamento, Alexandre Von repudiou a proposta de municipalização do Hospital Regional do Baixo Amazonas que vem sendo defendida, na mídia local, por setores da Prefeitura Municipal de Santarém.
"A Prefeitura Municipal de Santarém não é exemplo de competência e qualidade na gestão do Hospital Municipal de Santarém, além do que nunca conseguiu por em funcionamento plenamente o Hospital de Mojuí dos Campos. Vale destacar que o HRBA possui uma área de abrangência que engloba 19 municípios e 1 milhão de habitantes devendo, portanto, ser responsabilidade do Estado a sua manutenção", frisou Von. "Cabe à Prefeitura de Santarém aprimorar os serviços de atenção básica de saúde, fortalecer e ampliar a urgência e emergência do Hospital Municipal",
Ufopa será sancionada nesta quinta-feira
Será sancionada nesta quinta-feira (05), às 17 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).
Terça-feira, Novembro 03, 2009
Fiscalizações rigorosas no trânsito são questionadas na Câmara
O presidente da Casa, vereador Hilton Aguiar (PSC) foi o último a subir à tribuna para falar, principalmente, da viagem que fez ao Rio de Janeiro e a Brasília. Fez uma espécie de prestação de contas, justificando a comenda que recebeu no Rio, dizendo que ele é muito importante não apenas para ele, mas, sobretudo para o Poder Legislativo de Itaituba, com o que muita gente não concorda.
Perto do final de sua fala Hilton abordou a questão da rigorosa fiscalização do trânsito, que vem acontecendo em Itaituba nas últimas semanas. Reclamou do excesso de blitz, que segundo disse, são realizadas todos os dias, dificultando a vida do cidadão que tem que ficar mostrando documentos de carro ou moto e carteira de habilitação mais de uma vez. Ressaltou que não era contra a fiscalização, mas disse que era preciso evitar o exagero. Sugeriu que fossem chamados os responsáveis pela COMTRI, DIRETRAN e Polícia Rodoviária Federal para terem uma conversa com os vereadores, a fim que parasse esse excesso.
A primeira opinião realmente sensata no tratamento dessa questão foi dada pelo vereador César Aguiar, que disse que os vereadores precisavam ter muito cuidado ao discutirem aquele assunto, pois não faz muito tempo que foram feitas muitas reclamações na Câmara pelo fato de não estar acontecendo fiscalização de trânsito na cidade. Agora, que tem agentes de trânsito à vontade, tanto do município, quanto da PRF estavam reclamando que estava acontecendo fiscalização demais.
Lembrou muito bem que a Câmara tem os seus limites, não podendo interferir no trabalho, principalmente, da DIRETRAN e da Polícia Rodoviária Federal. Concordou César que seja mantido um diálogo com o pessoal da PRF para ver se é possível liberar o transporte de passageiros em carrocerias, dada a ausência de ônibus para fazer esse serviço.
Peninha também pediu aparte para concordar com o que César havia dito e acrescentar que a Câmara só pode ter alguma influência sobre a COMTRI, por ser um órgão municipal. Lembrou aos seus pares que os agentes de trânsito da Diretran não são nem subordinados à direção do órgão em Itaituba. Eles prestam contas diretamente a Belém.
Assim como César, Peninha pediu cautela na condução desse assunto, pois a Câmara poderá ficar numa situação difícil diante da comunidade, que está satisfeita com o controle rigoroso que está sendo feito, fato que tem contribuído de maneira acentuada para a diminuição do índice de acidentes na cidade de Itaituba. Lembrou, ainda, que quase cinqüenta por cento dos veículos de Itaituba estão irregulares e que somente com uma boa fiscalização os mesmos podem ser retirados das ruas.
O vereador Hilton Aguiar terminou enfatizando várias vezes, que não defendia a paralisação dos trabalhos de fiscalização, mas, acha que seria melhor apelar para campanhas educativas. Disse quando o cidadão tem um veículo apreendido, além de pagar para regularizar ainda tem que desembolsar R$ 98,00 do transporte no carro guincho.
Perto do final de sua fala Hilton abordou a questão da rigorosa fiscalização do trânsito, que vem acontecendo em Itaituba nas últimas semanas. Reclamou do excesso de blitz, que segundo disse, são realizadas todos os dias, dificultando a vida do cidadão que tem que ficar mostrando documentos de carro ou moto e carteira de habilitação mais de uma vez. Ressaltou que não era contra a fiscalização, mas disse que era preciso evitar o exagero. Sugeriu que fossem chamados os responsáveis pela COMTRI, DIRETRAN e Polícia Rodoviária Federal para terem uma conversa com os vereadores, a fim que parasse esse excesso.
A primeira opinião realmente sensata no tratamento dessa questão foi dada pelo vereador César Aguiar, que disse que os vereadores precisavam ter muito cuidado ao discutirem aquele assunto, pois não faz muito tempo que foram feitas muitas reclamações na Câmara pelo fato de não estar acontecendo fiscalização de trânsito na cidade. Agora, que tem agentes de trânsito à vontade, tanto do município, quanto da PRF estavam reclamando que estava acontecendo fiscalização demais.
Lembrou muito bem que a Câmara tem os seus limites, não podendo interferir no trabalho, principalmente, da DIRETRAN e da Polícia Rodoviária Federal. Concordou César que seja mantido um diálogo com o pessoal da PRF para ver se é possível liberar o transporte de passageiros em carrocerias, dada a ausência de ônibus para fazer esse serviço.
Peninha também pediu aparte para concordar com o que César havia dito e acrescentar que a Câmara só pode ter alguma influência sobre a COMTRI, por ser um órgão municipal. Lembrou aos seus pares que os agentes de trânsito da Diretran não são nem subordinados à direção do órgão em Itaituba. Eles prestam contas diretamente a Belém.
Assim como César, Peninha pediu cautela na condução desse assunto, pois a Câmara poderá ficar numa situação difícil diante da comunidade, que está satisfeita com o controle rigoroso que está sendo feito, fato que tem contribuído de maneira acentuada para a diminuição do índice de acidentes na cidade de Itaituba. Lembrou, ainda, que quase cinqüenta por cento dos veículos de Itaituba estão irregulares e que somente com uma boa fiscalização os mesmos podem ser retirados das ruas.
O vereador Hilton Aguiar terminou enfatizando várias vezes, que não defendia a paralisação dos trabalhos de fiscalização, mas, acha que seria melhor apelar para campanhas educativas. Disse quando o cidadão tem um veículo apreendido, além de pagar para regularizar ainda tem que desembolsar R$ 98,00 do transporte no carro guincho.
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
a volta da América do Sul, de moto - A Expedição, tintim por tintim - Capítulo 16
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Pode ser que em bancos do primeiro mundo seja diferente. Quando estive no Canadá, há quatorze anos, até telefonemas internacionais de lá para minha casa aqui em Itaituba, eu fazia colocando o meu cartão de crédito em um telefone público. Mas isso foi no Canadá, onde eu pretendo voltar.
Na segunda noite resolvemos que deveríamos conhecer um pouco da vida noturna da cidade. Paramos um taxi e perguntamos ao motorista se havia algum clube que tocasse música brasileira, que a gente já estava com saudade de ouvir. Ele nos disse que havia o Alô Brasil. Cobrou-nos três soles, mais ou menos dois reais, para nos deixar no local.
Chegamos cedo demais e por isso tivemos que esperar por mais de meia hora, até que a banda Machu Pichu subisse ao palco para iniciar tocando dois pagodes e depois emendar uma sequência de canções peruanas bem animadas. La pelas tantas a banda tocou o Doce Mel, da Banda Calypso, seguido de uns três xotes do jeito que eu gosto de dançar. Mas, fiquei parado, por que as damas estavam quase todas acompanhadas. A única livre, meu amigo Jadir tirou para dançar.
O vocalista da banda, João Gifone Pereira, brasileiro da cidade de Rio Branco, Acre, casado com um cusquenha, naquela quinta, 6 de novembro, estava completando 35 anos de idade. Depois que a gente disse que também éramos brasileiros, ele não parou mais de falar no nosso nome. Mais tarde, desceu do palco para fazer um brinde por seu aniversário. Ele nos disse que é muito comum brasileiros do Acre visitarem Cusco. Peruanos daquela cidade também costumam ir a Rio Branco. Todo ano vai visitar sua mãe na capital acreana. Foi uma noite bastante agradável, no clube, uma vez que quando saí de lá, mesmo protegido, bati o queixo de tanto frio. No hotel tive que me valer de dois edredons para conseguir dormir bem até às 7:15.
O Jadir levantou mais cedo para tomar as providências para a viagem que estava agendada para o Vale Sagrado dos Incas, excetuando Machu Pichu. O ônibus saiu pouco depois das 10:00 e tudo parecia se encaminhar para um dia deslumbrante, pois nos encaminhávamos para lugares que transpiram história. Mas, deu tudo errado.
Carmem Rosa, a funcionária da agência de turismo que nos atendeu, apesar de muito atenciosa, não nos falou que a gente estava comprando apenas uma parte do roteiro, a menor e menos interessante delas. Passamos por alguns lugares sagrados para o povo que habitou aquelas terras, nada mais que isso.
O pior foi que só ficamos sabendo disso no momento que o ônibus parou e o guia disse que todos teriam que descer e comprar o boleto que daria direito ao almoço e ao restante do passeio. Pelo jeito, isso acontece com certa freqüência por lá, porque não fomos apenas nós as vítimas. Outras pessoas, que tinham vindo da Europa também enfrentaram a mesma situação, que consegue aborrecer e constranger ao mesmo tempo. Nós resolvemos voltar para Pisaq, o primeiro vilarejo, de carona na carroceria de uma Hilux. De lá saem ônibus de hora em hora para Cusco, pois a vila serve de ponto de apoio para as excursões para aquela região. O preço da passagem de volta foi de dois soles e quarenta centavos, enquanto pagamos 25 soles quase que somente para andar de ônibus no sentido contrário. Lá nós almoçamos uma boa comida por um preço razoável.
Chegamos a Cusco às três da tarde. Fomos para o Euros Hotel, onde eu tomei um banho para dar uma volta pela cidade. O Jadir decidiu dormir um pouco. Quando eu me dirigia para a “Plaza de Armas”, deparei-me com um desfile estudantil espetacular, lembrando um pouco uma mistura de carnaval com manifestações folclóricas brasileiras. Eram dezenas de colégios desfilando, cada um com uma apresentação diferente, com carros alegóricos e indumentárias coloridíssimas. Era algo realmente impressionante.
Minha câmera estava com a bateria descarregada. Eu não perdi tempo. Voltei para o hotel, acordei o Jadir e disse para ele o que estava acontecendo. Ele levantou imediatamente, escovou os dentes e corremos para fazer muitas fotos e algumas filmagens daquele espetáculo que juntou milhares de pessoas nas ruas por onde passou.
A gente pensou que se tratava do aniversário da cidade, até perguntarmos a alguns estudantes o que era aquela festa. Para nossa surpresa fomos informados de que eles estavam apenas celebrando o aniversário de 56 anos do colégio Clorina Matto de Turner, famosa escritora peruana nascida em Cusco, em 1853 e que morreu em Buenos Aires, em 1909. Perguntamos se festas como aquela aconteciam com freqüência, ao que nos responderam que é comum nos aniversários das escolas.
Quando terminamos o nosso trabalho de fotografar o evento, fomos para a assistência técnica onde o computador do Jadir estava sendo reparado. Já passava das quatro da tarde e nada do pessoal chegar. O Jadir foi telefonar para o seu Arno, (pai dele), enquanto eu fiquei esperando para ver se chegava alguém para dizer como estava o notebook. Passava de cinco e meia quando o José Arroyo, dono do estabelecimento, Chegou. Como o Jadir demorou a voltar, quase o xará fecha a loja comigo dentro, pois o relógio marcava 19:20 quando meu amigo voltou, a gente pegou o computador, que estava funcionando mais ou menos e nos mandamos.
Era preciso dormir mais cedo, pois a sexta-feira estava terminando e teríamos que sair antes do Sol raiar, sábado. Assim sendo, resolvemos comer uma pizza no Restaurante Amaru. Mas, antes de chegarmos ao restaurante, uns três jovens chegaram até nós, oferecendo diversos serviços. O que chamou atenção foi quando disseram que arranjariam mulheres para nós, do jeito que a gente quisesse. Demos boas risadas, enquanto dizíamos que não queríamos nada. A não ser, jantar. Entretanto, um deles não se deu por vencido. Veio atrás da gente, sabendo que éramos brasileiros e falou bem alto: “temos mulheres, mulheres bucetudas para vocês”. Fomos embora, morrendo de rir até a hora de dormir. No dia seguinte, 7 de maio, o Parentinho completaria seis meses de vida.
Uma coisa que chamou nossa atenção na cidade de Cusco foi o fato da gente não encontrar mendigos nas ruas do centro, por onde circulam milhares de turistas todos os dias. Deve haver algum trabalho da prefeitura, nesse sentido, pois nós os encontramos depois das dez horas da noite, dormindo na entrada de igrejas e em outros lugares, normalmente sob um frio intenso. No próximo capítulo, nossa despedida de Cusco, que vai ficar eternamente em nossa lembrança, a viagem até o Lago Titicaca, o mais alto do mundo, a chegada a La Paz e outras coisas mais.
Matéria publicada na edição 92 do Jornal do Comércio
Fiscalização aperta o cerco contra matadouros e açougues irregulares
Você conhece a procedência da carne que você e sua família comem? Algum dia já parou para pensar que pode estar consumindo carne de animais que não passam por nenhum controle sanitário, em vida ou após o abate? Já imaginou nos riscos que isso representa para sua saúde? Certamente, o percentual de pessoas que não tem nenhuma preocupação com isso, em Itaituba, é elevadíssimo.
A carne bovina representa 90% de toda a carne consumida em Itaituba. Os outros 10% são de caprinos e suínos. Não se sabe ainda quanto por cento, mas, boa parte da carne de gado já tem controle sanitário, porque os animais estão sendo abatidos dentro dos critérios técnicos e de higiene exigidos por lei. Uma parte ainda continua sendo fornecida por matadouros que não atendem a essas exigências, sendo considerados como clandestinos. No que se refere a caprinos e suínos, não há nenhum tipo de controle sobre os mesmos.
A Prefeitura de Itaituba está enfrentando bastante resistência de parte dos proprietários de matadouros e açougues que ainda trabalham fora dos padrões atuais, que são bastante rigorosos. A Secretária Municipal de Agricultura, juntamente com a Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde vem apertando o cerco sobre esses estabelecimentos, com a finalidade de resguardar a saúde da população.
A reportagem do Jornal do comércio conversou com o secretário de Agricultura, Adonis Facioni e com o Diretor da Vigilância Sanitária da SEMSA, o bioquímico Marcelo Cajado a respeito do assunto. A SEMAGRA é responsável pelo controle do funcionamento dos abatedouros, no que concerne a conceder licenças e fiscalizar os mesmos, enquanto a Vigilância Sanitária tem a responsabilidade de fiscalizar o transporte da carne e os açougues.
Adonis Facioni disse à reportagem, que somente o Frigorífico Vale do Tapajós (FRIVAPA), deu entrada em toda a documentação exigida e cumpriu as exigências, tendo recebido autorização para funcionar como abatedouro e também como distribuidor de carne, tendo recebido o SIM (Serviço de Inspeção Municipal), que substitui o SIE (Serviço de Inspeção Estadual). Os outros dois matadouros deram entrada nos documentos, mas, precisam sanar algumas deficiências para poder receber licença de funcionamento.
De acordo com o que determina a legislação federal, estadual e municipal, o animal só pode ser abatido vinte e quatro horas depois que é retirado do pasto, pois, dessa forma, ele estará descansado. Além disso, a carne tem que ficar, também, pelo menos vinte e quatros em câmaras frias, para resfriar e só depois ser distribuída. Durante esse período, um veterinário colhe parte do fígado, dos rins e de outras partes do animal para análise, quando se saberá se o mesmo é ou não portador de alguma doença. Só o FRIVATA tem certificação para cumprir essas exigências, pois a ADEPARÁ retirou o SIE dos outros dois. O caso deles está agora sob análise da SEMAGRA, que assumiu o comando desse trabalho.
Quase todos os carros que transportam carne para os açougues, incluindo os dos supermercados, estão longe de atender ao padrão de higiene, exceção feita, de novo, ao Frigorífico Vale do Tapajós que dispõe de um veículo apropriado, com câmara refrigerada.
Ministério Público – O Frigorífico Vale do Tapajós acionou o Ministério Público, ao qual pediu que os outros frigoríficos sejam obrigados a se adequar de acordo como exige a lei, pois enquanto o autor do pedido cumpre tudo que é exigido, seus concorrentes trabalham na informalidade, promovendo uma concorrência desleal, porquanto tem um custo final bem mais baixo.
Da mesma forma, encontra-se em poder do Ministério Público, a relação dos nomes dos açougues da cidade de Itaituba. Ao todo são 111 cadastrados, dos quais apenas 11 licenciados para trabalhar, depois terem apresentado a documentação completa e terem sido vistoriados pela VISA. Os 100 restantes tiveram o prazo de dez dias expirado há algumas semanas, sem darem uma explicação.
A partir de agora seus proprietários terão que se explicar ao Ministério Público. O mais provável é que seja proposta a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para aqueles que apresentam condições de funcionar. Os muitos que estão totalmente fora do padrão, trabalhando em construções de madeira, expondo a carne sem nenhuma proteção, não devem participar dessa negociação. Quem deixar de cumprir, certamente terá seu estabelecimento fechado.
A Diretoria de Vigilância Sanitária solicitou ao Ministério Público, que somente recebam carne, os açougues que estiverem devidamente licenciados, pois atualmente, basta solicitar ao abatedouro, para que o produto seja entregue. Essa será uma maneira de pressionar os donos de açougues a regularizarem suas atividades e facilitará um maior e melhor controle sobre a carne comercializada na cidade de Itaituba.
De acordo com o que informou o secretário Adonis Facioni, o prefeito Roselito Soares tem cobrado empenho, tanto da SEMAGRA, como da VISA, para que os consumidores de Itaituba saibam realmente de onde vem a carne que consomem. Disse, também, que o gestor municipal tem dado todo apoio para a realização desse trabalho, incluindo a moralização das feiras, não se curvando a pressões de nenhuma ordem.
Pressão – Por falar em pressão, três vereadores cujos nomes não foram revelados, sendo dois da situação e um da oposição, estiveram com o secretário de Agricultura, pressionando-o para relaxar as cobranças feitas aos matadouros e açougues (nesse caso, a VISA) que estão irregulares. Adonis, com o aval do prefeito, disse que nada podia fazer, pois como tem gente que se regularizou, não há justificativa para que os outros não façam a mesma coisa.
Adonis também já ouviu algumas insinuações ameaçadoras de donos de açougues e de algumas pessoas que tem vendas em feiras. Perguntaram se a casa dele era murada, disseram que era melhor ele ter cuidado com essas medidas que estão sendo tomadas, pois mexeria com muita gente. Marcelo Cajado ouviu alguns comentários mais discretos a respeito da insatisfação, mas, ficou claro que o trabalho de fiscalização de açougues está mexendo com uma situação que já dura algumas décadas e que tem muita gente interessada em que a situação continue como está.
O que chama atenção, é que esses mesmos vereadores que foram pressionar o secretário de Agricultura, deram seu voto para a aprovação da Lei Nº 1.968/2009, que deu nova redação e alterou a Lei Nº 1.775/2003, que criou o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), fato que criou condições para que pequenos produtores possam se regularizar de maneira muito mais rápida, por se tratar da Prefeitura Municipal, a qual está muito mais perto deles do que o governo do Estado, ou o governo federal.
De um lado existe a falta de informação de grande parte da população, que não se liga nessa questão de fundamental importância para sua saúde. Compra carne de boi, de porco, de carneiro e de bode, em qualquer esquina, esteja o produto do jeito que estiver. Por outro lado, até hoje, nem mesmo as pessoas mais esclarecidas tinham para onde correr, uma vez que não havia nenhum frigorífico licenciado, capaz de tomar os cuidados indispensáveis no abate dos animais e no transporte da carne. Nesse caso, não adiantava muito ter o cuidado de procurar um lugar onde a carne estive ao menos protegida, exposta numa câmara fria, pois ninguém fazia a menor idéia de onde vinha a carne, se os animais eram sadios.
Isso tudo pode ser resolvido num espaço de tempo menor, através do envolvimento da população de Itaituba, que precisa começar a selecionar os locais onde compra carne para seu consumo. Se aqueles maus comerciantes, que colocam seu produto de qualquer jeito para ser vendido, não tiverem para quem vender, ou se adéquam às exigências legais e de higiene, ou fecham as portas. Não se trata apenas de uma obrigação da Prefeitura, mas toda a comunidade.
Matéria publicada na edição 92 do Jornal do Comércio
A carne bovina representa 90% de toda a carne consumida em Itaituba. Os outros 10% são de caprinos e suínos. Não se sabe ainda quanto por cento, mas, boa parte da carne de gado já tem controle sanitário, porque os animais estão sendo abatidos dentro dos critérios técnicos e de higiene exigidos por lei. Uma parte ainda continua sendo fornecida por matadouros que não atendem a essas exigências, sendo considerados como clandestinos. No que se refere a caprinos e suínos, não há nenhum tipo de controle sobre os mesmos.
A Prefeitura de Itaituba está enfrentando bastante resistência de parte dos proprietários de matadouros e açougues que ainda trabalham fora dos padrões atuais, que são bastante rigorosos. A Secretária Municipal de Agricultura, juntamente com a Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde vem apertando o cerco sobre esses estabelecimentos, com a finalidade de resguardar a saúde da população.
A reportagem do Jornal do comércio conversou com o secretário de Agricultura, Adonis Facioni e com o Diretor da Vigilância Sanitária da SEMSA, o bioquímico Marcelo Cajado a respeito do assunto. A SEMAGRA é responsável pelo controle do funcionamento dos abatedouros, no que concerne a conceder licenças e fiscalizar os mesmos, enquanto a Vigilância Sanitária tem a responsabilidade de fiscalizar o transporte da carne e os açougues.
Adonis Facioni disse à reportagem, que somente o Frigorífico Vale do Tapajós (FRIVAPA), deu entrada em toda a documentação exigida e cumpriu as exigências, tendo recebido autorização para funcionar como abatedouro e também como distribuidor de carne, tendo recebido o SIM (Serviço de Inspeção Municipal), que substitui o SIE (Serviço de Inspeção Estadual). Os outros dois matadouros deram entrada nos documentos, mas, precisam sanar algumas deficiências para poder receber licença de funcionamento.
De acordo com o que determina a legislação federal, estadual e municipal, o animal só pode ser abatido vinte e quatro horas depois que é retirado do pasto, pois, dessa forma, ele estará descansado. Além disso, a carne tem que ficar, também, pelo menos vinte e quatros em câmaras frias, para resfriar e só depois ser distribuída. Durante esse período, um veterinário colhe parte do fígado, dos rins e de outras partes do animal para análise, quando se saberá se o mesmo é ou não portador de alguma doença. Só o FRIVATA tem certificação para cumprir essas exigências, pois a ADEPARÁ retirou o SIE dos outros dois. O caso deles está agora sob análise da SEMAGRA, que assumiu o comando desse trabalho.
Quase todos os carros que transportam carne para os açougues, incluindo os dos supermercados, estão longe de atender ao padrão de higiene, exceção feita, de novo, ao Frigorífico Vale do Tapajós que dispõe de um veículo apropriado, com câmara refrigerada.
Ministério Público – O Frigorífico Vale do Tapajós acionou o Ministério Público, ao qual pediu que os outros frigoríficos sejam obrigados a se adequar de acordo como exige a lei, pois enquanto o autor do pedido cumpre tudo que é exigido, seus concorrentes trabalham na informalidade, promovendo uma concorrência desleal, porquanto tem um custo final bem mais baixo.
Da mesma forma, encontra-se em poder do Ministério Público, a relação dos nomes dos açougues da cidade de Itaituba. Ao todo são 111 cadastrados, dos quais apenas 11 licenciados para trabalhar, depois terem apresentado a documentação completa e terem sido vistoriados pela VISA. Os 100 restantes tiveram o prazo de dez dias expirado há algumas semanas, sem darem uma explicação.
A partir de agora seus proprietários terão que se explicar ao Ministério Público. O mais provável é que seja proposta a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para aqueles que apresentam condições de funcionar. Os muitos que estão totalmente fora do padrão, trabalhando em construções de madeira, expondo a carne sem nenhuma proteção, não devem participar dessa negociação. Quem deixar de cumprir, certamente terá seu estabelecimento fechado.
A Diretoria de Vigilância Sanitária solicitou ao Ministério Público, que somente recebam carne, os açougues que estiverem devidamente licenciados, pois atualmente, basta solicitar ao abatedouro, para que o produto seja entregue. Essa será uma maneira de pressionar os donos de açougues a regularizarem suas atividades e facilitará um maior e melhor controle sobre a carne comercializada na cidade de Itaituba.
De acordo com o que informou o secretário Adonis Facioni, o prefeito Roselito Soares tem cobrado empenho, tanto da SEMAGRA, como da VISA, para que os consumidores de Itaituba saibam realmente de onde vem a carne que consomem. Disse, também, que o gestor municipal tem dado todo apoio para a realização desse trabalho, incluindo a moralização das feiras, não se curvando a pressões de nenhuma ordem.
Pressão – Por falar em pressão, três vereadores cujos nomes não foram revelados, sendo dois da situação e um da oposição, estiveram com o secretário de Agricultura, pressionando-o para relaxar as cobranças feitas aos matadouros e açougues (nesse caso, a VISA) que estão irregulares. Adonis, com o aval do prefeito, disse que nada podia fazer, pois como tem gente que se regularizou, não há justificativa para que os outros não façam a mesma coisa.
Adonis também já ouviu algumas insinuações ameaçadoras de donos de açougues e de algumas pessoas que tem vendas em feiras. Perguntaram se a casa dele era murada, disseram que era melhor ele ter cuidado com essas medidas que estão sendo tomadas, pois mexeria com muita gente. Marcelo Cajado ouviu alguns comentários mais discretos a respeito da insatisfação, mas, ficou claro que o trabalho de fiscalização de açougues está mexendo com uma situação que já dura algumas décadas e que tem muita gente interessada em que a situação continue como está.
O que chama atenção, é que esses mesmos vereadores que foram pressionar o secretário de Agricultura, deram seu voto para a aprovação da Lei Nº 1.968/2009, que deu nova redação e alterou a Lei Nº 1.775/2003, que criou o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), fato que criou condições para que pequenos produtores possam se regularizar de maneira muito mais rápida, por se tratar da Prefeitura Municipal, a qual está muito mais perto deles do que o governo do Estado, ou o governo federal.
De um lado existe a falta de informação de grande parte da população, que não se liga nessa questão de fundamental importância para sua saúde. Compra carne de boi, de porco, de carneiro e de bode, em qualquer esquina, esteja o produto do jeito que estiver. Por outro lado, até hoje, nem mesmo as pessoas mais esclarecidas tinham para onde correr, uma vez que não havia nenhum frigorífico licenciado, capaz de tomar os cuidados indispensáveis no abate dos animais e no transporte da carne. Nesse caso, não adiantava muito ter o cuidado de procurar um lugar onde a carne estive ao menos protegida, exposta numa câmara fria, pois ninguém fazia a menor idéia de onde vinha a carne, se os animais eram sadios.
Isso tudo pode ser resolvido num espaço de tempo menor, através do envolvimento da população de Itaituba, que precisa começar a selecionar os locais onde compra carne para seu consumo. Se aqueles maus comerciantes, que colocam seu produto de qualquer jeito para ser vendido, não tiverem para quem vender, ou se adéquam às exigências legais e de higiene, ou fecham as portas. Não se trata apenas de uma obrigação da Prefeitura, mas toda a comunidade.
Matéria publicada na edição 92 do Jornal do Comércio
No último barco
Dia 24 de outubro fez 21 anos que eu cheguei a Itaituba, a bordo do barco Líder VII, esse mesmo que continua viajando até hoje. Não foi minha primeira visita a esta hospitaleira cidade, pois em 1974 aqui estive acompanhando um amigo de seminário, que estava se mudando de Altamira para Cá. Ele era filho do ex-prefeito Fran Mendonça. Vim outras vezes, em missão profissional, participar da narração de algumas partidas pela Rádio Rural; mas, eram visitas muito rápidas.
Naquele 24 de outubro de 1988 eu imaginava que a minha vida pudesse, sim, dar uma guinada. Porém, nunca poderia pensar que seria uma mudança tão grande, pois minha intenção era ficar por aqui por uns dois ou três anos, no máximo. O filho mais velho, Ingo, ainda iria completar nove anos. Aqui só se pensava em ganhar dinheiro. Quem pensava na educação dos filhos, quando terminavam o Segundo Grau, como se chamava na época o Ensino Médio, tinham que ir de Santarém para lá para fazer uma faculdade.
Eu vim a convite do confrade Habib Bechara, que me falou da possibilidade de multiplicar o meu salário algumas vezes, comparando com o que eu ganhava em Santarém, onde naquele tempo eu podia ser considerado um privilegiado, pois recebia cinco salários mínimos na carteira profissional e tinha ainda uma comissão que complementava.
A Rádio Itaituba estava precisando de um novo diretor geral. A emissora tinha pouco mais de três meses de inaugurada e dispunha dos melhores equipamentos de toda esta região, incluindo Santarém, o que já foi um atrativo a mais para mim, que sempre gostei de desafios. Juntou-se a isso, na conversa que tive com o senhor Aldo Inácio (Seu Mané), a oferta de um salário tentador.
Eu não pensei duas vezes. Voltei para Santarém, providenciei o meu desligamento da Rádio Tropical, emissora que eu comandava, dando o prazo de duas semanas para que o meu saudoso amigo Dr. Ubaldo Correa conseguisse um substituto. No final de novembro eu vim embora, sozinho (a família viria alguns meses depois) para providenciar tudo para a nova programação. Cheguei a ganhar o correspondente a vinte salários mínimos. Só a comissão do comercial do João do Ouro era de trinta gramas de ouro. Ele pagava meio quilo de ouro mensal para a emissora.
Quando eu digo nova programação, estou falando de tudo novo, pois não deu para aproveitar nada do que estava no ar. E naturalmente, sozinho eu não poderia fazer tudo. Por isso, convidei José Mário Dutra, já na época um dos mais competentes profissionais do Rádio. Junto produzimos as vinhetas nas quais ele deu o seu toque mágico.
Lembro bem que a Conceição Teles, então discotecária, que acompanhava tudo, no momento em que a gente estava começando a apagar as vinhetas antigas, quando chegou a vez de uma que dizia assim: Seu Mané. Esse nome ninguém apaga! A conci me falou, receosa, que aquela não deveria ser apagada. Eu disse, incontinenti, para o Zé Mário: apaga essa, primeiro. Afinal de contas, eu tinha chegado para mudar tudo, pois a programação contava com programas como Baixão do Seu Mané, Forró do Seu Mané, Conversando com Seu Mané. Era Seu Mané do começo ao fim.
Dia 31 de dezembro de 1988, um sábado, enquanto a maioria esperava a chegada do ano novo, nós trabalhávamos para que estive tudo pronto para o lançamento festivo da nova programação, dia 2 de janeiro, segunda-feira. Toda a cidade aguardava aquele acontecimento com muita expectativa, pois eu consegui montar uma constelação com estrelas de primeira grandeza. De qualquer modo, de minha parte havia a ansiedade para saber como o público receberia a nova Rádio Itaituba.
Jota Parente, Bena Lago, Lamberto de Carvalho, Nélio Miranda, mais tarde, João Carlos Calegari e tanta gente que chegou depois e se juntou a nós para formar a melhor equipe de trabalho, sob todos os aspectos, que uma emissora de Rádio de Itaituba já contou. Foi uma temporada de um ano e dois meses, que só não foi mais longa por problemas de relacionamento da equipe, a começar pela direção, como o dono da rádio.
Nesses 21 anos eu fiz algumas outras coisas que não imaginava que teria que fazer. Por exemplo: abraçar a luta pela solução do problema da falta de energia elétrica em Itaituba, juntando a tanta gente, como Clóvis Penedo, Armando Miqueiro, Antonieta Lima e tantas outras pessoas. Por circunstâncias de momento, perto de final de 1990, terminei por assumir a direção da TV Eldorado, que não tinha esse nome. Era para ser a TV Tapajoara, de Sílvio Macedo, que o então jovem empresário Wilmar Freire tinha acertado a compra por doze quilos de ouro, negócio que terminou não sendo fechado. Aí surgiu a oferta da retransmissora da Rede Bandeirantes, do Seu Mané.
Da compra do prédio, passando pela adaptação do local, até a montagem da primeira equipe, lá mesmo na 17ª Rua, eu participei de todos os momentos, com carta branca dada pelo amigo Wilmar.
Em 1993 Wirland Freire comprou a TV Tapajoara e mudei de casa. Fiquei por quase nove anos na emissora que retransmite o sinal do SBT. Depois disso, Ivan Araújo, Marlúcio Couto e Weliton Lima assumiram o comando da emissora.
Em Santarém eu tinha participado da campanha na qual Oti Santos elegeu-se deputado estadual, mas, daí imaginar que algum dia eu me veria envolvido pelo turbilhão do mundo político, havia uma distância abissal. E não é que, no ano de 1990, quando eu já tinha voltado para Santarém, informado que fui, que Wilmar seria candidato a deputado estadual, falei para ele que viria trabalhar em sua campanha! Vim e vencemos.
Depois veio a campanha de Wirland Freire para prefeito, que também conseguimos vencer. Isso foi me envolvendo cada vez mais nessa atividade apaixonante, que é a política, tão vilipendiada por gente ruim. Eu não me queixo do tempo que passei como um servidor do público itaibubense, porque embora me tenha sido dado algum poder, nunca permiti que ele subisse à cabeça. Tanto, que continuo falando, respeitando e sendo respeitado por todas as pessoas que me conheceram antes disso acontecer.
Itaituba mudou muito no decorrer desses 21 anos. Na maioria das coisas, mudou para melhor. Mas, em algumas, como a falta de conscientização política da maior parte do eleitorado, assim como dos próprios políticos, não avançamos em nada. Até pioramos bastante, uma vez que já conseguimos eleger dois deputados estaduais em uma mesma eleição, enquanto hoje, o máximo que se consegue é passar perto.
O perfil da população de Itaituba mudou substancialmente ao longo desses 21 anos. Antes, esta era uma cidade com uma enorme população flutuante. Muita gente só vinha aqui a negócios e mesmo quando montava um comércio, o objetivo era apenas ganhar dinheiro e aplicar os lucros em qualquer outro lugar. Hoje, posso afirmar com segurança, que a grande maioria das pessoas que optaram por ficar, o fizeram porque entenderam que este continua sendo um bom mercado, assim como pelo fato de terem aprendido a gostar deste torrão.
Vivi 38 anos de minha vida em Santarém, onde está quase toda minha família. Gosto da cidade e vou lá sempre que posso. Contudo, minha casa é Itaituba. Quando ficou mais de três fora, começa a apertar a vontade de voltar. Aqui tenho sido feliz, aqui tenho conseguido muitas vitórias, aqui tive alguns tropeços, aqui terminei de criar e educar o Ingo, a Glenda e o Raoni, ao lado de Eliêde, que topou enfrentar aquele desafio de encarar um lugar quase desconhecido para nós, aqui espero criar e educar o Parentinho, ao lado de minha mulher Marilene, que também topou viver numa cidade na qual nunca tinha pisado. Por tudo isso e pelo amor que tenho por Itaituba, costumo dizer brincando, quando a gente conversa sobre ficar ou ir para outro lugar: eu só irei embora de Itaituba no último barco.
Jota Parente
Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
Naquele 24 de outubro de 1988 eu imaginava que a minha vida pudesse, sim, dar uma guinada. Porém, nunca poderia pensar que seria uma mudança tão grande, pois minha intenção era ficar por aqui por uns dois ou três anos, no máximo. O filho mais velho, Ingo, ainda iria completar nove anos. Aqui só se pensava em ganhar dinheiro. Quem pensava na educação dos filhos, quando terminavam o Segundo Grau, como se chamava na época o Ensino Médio, tinham que ir de Santarém para lá para fazer uma faculdade.
Eu vim a convite do confrade Habib Bechara, que me falou da possibilidade de multiplicar o meu salário algumas vezes, comparando com o que eu ganhava em Santarém, onde naquele tempo eu podia ser considerado um privilegiado, pois recebia cinco salários mínimos na carteira profissional e tinha ainda uma comissão que complementava.
A Rádio Itaituba estava precisando de um novo diretor geral. A emissora tinha pouco mais de três meses de inaugurada e dispunha dos melhores equipamentos de toda esta região, incluindo Santarém, o que já foi um atrativo a mais para mim, que sempre gostei de desafios. Juntou-se a isso, na conversa que tive com o senhor Aldo Inácio (Seu Mané), a oferta de um salário tentador.
Eu não pensei duas vezes. Voltei para Santarém, providenciei o meu desligamento da Rádio Tropical, emissora que eu comandava, dando o prazo de duas semanas para que o meu saudoso amigo Dr. Ubaldo Correa conseguisse um substituto. No final de novembro eu vim embora, sozinho (a família viria alguns meses depois) para providenciar tudo para a nova programação. Cheguei a ganhar o correspondente a vinte salários mínimos. Só a comissão do comercial do João do Ouro era de trinta gramas de ouro. Ele pagava meio quilo de ouro mensal para a emissora.
Quando eu digo nova programação, estou falando de tudo novo, pois não deu para aproveitar nada do que estava no ar. E naturalmente, sozinho eu não poderia fazer tudo. Por isso, convidei José Mário Dutra, já na época um dos mais competentes profissionais do Rádio. Junto produzimos as vinhetas nas quais ele deu o seu toque mágico.
Lembro bem que a Conceição Teles, então discotecária, que acompanhava tudo, no momento em que a gente estava começando a apagar as vinhetas antigas, quando chegou a vez de uma que dizia assim: Seu Mané. Esse nome ninguém apaga! A conci me falou, receosa, que aquela não deveria ser apagada. Eu disse, incontinenti, para o Zé Mário: apaga essa, primeiro. Afinal de contas, eu tinha chegado para mudar tudo, pois a programação contava com programas como Baixão do Seu Mané, Forró do Seu Mané, Conversando com Seu Mané. Era Seu Mané do começo ao fim.
Dia 31 de dezembro de 1988, um sábado, enquanto a maioria esperava a chegada do ano novo, nós trabalhávamos para que estive tudo pronto para o lançamento festivo da nova programação, dia 2 de janeiro, segunda-feira. Toda a cidade aguardava aquele acontecimento com muita expectativa, pois eu consegui montar uma constelação com estrelas de primeira grandeza. De qualquer modo, de minha parte havia a ansiedade para saber como o público receberia a nova Rádio Itaituba.
Jota Parente, Bena Lago, Lamberto de Carvalho, Nélio Miranda, mais tarde, João Carlos Calegari e tanta gente que chegou depois e se juntou a nós para formar a melhor equipe de trabalho, sob todos os aspectos, que uma emissora de Rádio de Itaituba já contou. Foi uma temporada de um ano e dois meses, que só não foi mais longa por problemas de relacionamento da equipe, a começar pela direção, como o dono da rádio.
Nesses 21 anos eu fiz algumas outras coisas que não imaginava que teria que fazer. Por exemplo: abraçar a luta pela solução do problema da falta de energia elétrica em Itaituba, juntando a tanta gente, como Clóvis Penedo, Armando Miqueiro, Antonieta Lima e tantas outras pessoas. Por circunstâncias de momento, perto de final de 1990, terminei por assumir a direção da TV Eldorado, que não tinha esse nome. Era para ser a TV Tapajoara, de Sílvio Macedo, que o então jovem empresário Wilmar Freire tinha acertado a compra por doze quilos de ouro, negócio que terminou não sendo fechado. Aí surgiu a oferta da retransmissora da Rede Bandeirantes, do Seu Mané.
Da compra do prédio, passando pela adaptação do local, até a montagem da primeira equipe, lá mesmo na 17ª Rua, eu participei de todos os momentos, com carta branca dada pelo amigo Wilmar.
Em 1993 Wirland Freire comprou a TV Tapajoara e mudei de casa. Fiquei por quase nove anos na emissora que retransmite o sinal do SBT. Depois disso, Ivan Araújo, Marlúcio Couto e Weliton Lima assumiram o comando da emissora.
Em Santarém eu tinha participado da campanha na qual Oti Santos elegeu-se deputado estadual, mas, daí imaginar que algum dia eu me veria envolvido pelo turbilhão do mundo político, havia uma distância abissal. E não é que, no ano de 1990, quando eu já tinha voltado para Santarém, informado que fui, que Wilmar seria candidato a deputado estadual, falei para ele que viria trabalhar em sua campanha! Vim e vencemos.
Depois veio a campanha de Wirland Freire para prefeito, que também conseguimos vencer. Isso foi me envolvendo cada vez mais nessa atividade apaixonante, que é a política, tão vilipendiada por gente ruim. Eu não me queixo do tempo que passei como um servidor do público itaibubense, porque embora me tenha sido dado algum poder, nunca permiti que ele subisse à cabeça. Tanto, que continuo falando, respeitando e sendo respeitado por todas as pessoas que me conheceram antes disso acontecer.
Itaituba mudou muito no decorrer desses 21 anos. Na maioria das coisas, mudou para melhor. Mas, em algumas, como a falta de conscientização política da maior parte do eleitorado, assim como dos próprios políticos, não avançamos em nada. Até pioramos bastante, uma vez que já conseguimos eleger dois deputados estaduais em uma mesma eleição, enquanto hoje, o máximo que se consegue é passar perto.
O perfil da população de Itaituba mudou substancialmente ao longo desses 21 anos. Antes, esta era uma cidade com uma enorme população flutuante. Muita gente só vinha aqui a negócios e mesmo quando montava um comércio, o objetivo era apenas ganhar dinheiro e aplicar os lucros em qualquer outro lugar. Hoje, posso afirmar com segurança, que a grande maioria das pessoas que optaram por ficar, o fizeram porque entenderam que este continua sendo um bom mercado, assim como pelo fato de terem aprendido a gostar deste torrão.
Vivi 38 anos de minha vida em Santarém, onde está quase toda minha família. Gosto da cidade e vou lá sempre que posso. Contudo, minha casa é Itaituba. Quando ficou mais de três fora, começa a apertar a vontade de voltar. Aqui tenho sido feliz, aqui tenho conseguido muitas vitórias, aqui tive alguns tropeços, aqui terminei de criar e educar o Ingo, a Glenda e o Raoni, ao lado de Eliêde, que topou enfrentar aquele desafio de encarar um lugar quase desconhecido para nós, aqui espero criar e educar o Parentinho, ao lado de minha mulher Marilene, que também topou viver numa cidade na qual nunca tinha pisado. Por tudo isso e pelo amor que tenho por Itaituba, costumo dizer brincando, quando a gente conversa sobre ficar ou ir para outro lugar: eu só irei embora de Itaituba no último barco.
Jota Parente
Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
Gestão de tempo - parte II
Na segunda parte do artigo sobre Gestão do Tempo, enfatizo o texto do consultor de empresa Ernesto Artur Berg, cuja primeira para teve ótima repercussão na edição passada do Jornal do Comércio.
7. Faça reuniões produtivas - Nada mais fácil do que dinamitar uma reunião. É só introduzir assuntos não agendados, discutir o sexo dos anjos, abordar assuntos irrelevantes e deixar que dois ou três galos de briga monopolizem a reunião e fiquem discutindo entre si. Reuniões eficazes exigem um coordenador (para disciplinar a discussão e também marcar o tempo), assuntos previamente agendados do conhecimento de todos, participação e envolvimento dos participantes e, ao final, cópia para todos das decisões tomadas na reunião, com os compromissos assumidos por cada um (quem são os responsáveis pelas tarefas ou projetos) e as datas de realização.
8. Evite o perfeccionismo - “O perfeito é inimigo do ótimo”, diz o ditado. A perfeição é desejável, mas raramente necessária. Isso parece estar acima do nível de compreensão do perfeccionista, o qual acha que tudo – de um simples bocejo à mais avançada astronave – deve ser impecável. Nada pode ter andamento sem antes passar pelo seu neurótico controle de qualidade – relatórios, projetos, digitação, cartão-ponto, limpeza, etc -, e assim decisões importantes e essenciais deixam de ser tomadas, porque o “deus-da-perfeição”, excessivamente comprometido com a importância das picuinhas desnecessárias, não consegue ver as oportunidades passando ao lado. Se o ótimo já está ótimo, deixe o rio continuar fluindo, e não o impeça. Quase sempre o perfeito custa tempo, dinheiro e esforço que não compensam o trabalho. O perfeito só deve ser buscado quando for realmente imprescindível.
9. Saiba como usar sua energia trabalhando a seu favor - Todos temos um “relógio biológico” que regula nosso fluxo de energia no decorrer das 24 horas do dia. Pesquisas científicas comprovaram que nossa capacidade de raciocínio, criatividade e tônus muscular atingem seu auge entre oito e onze horas da manhã. Esse ritmo diminui quase pela metade no período da tarde e à noite não chega a 20%. Nada melhor então do que remar a favor da maré. Pela manhã, sempre que possível, execute atividades nobres, que exijam clareza de raciocínio, dedique-se a um projeto importante, faça reuniões produtivas (e rápidas), estabeleça contatos essenciais etc.
À tarde, de preferência, dedique-se mais a rotinas e trabalhos corriqueiros. Agora, se você gosta de testar seus limites de atleta olímpico, então na hora do almoço faça sempre refeições substanciais, com muita comida gordurosa e regada a muito vinho ou cerveja e, em seguida, vá a uma reunião importante ou desenvolva um trabalho que exija concentração e veja os resultados. Entretanto, se você não for “aquele” atleta, nem quiser testar seus limites, então almoce com frugalidade e evite bebidas alcoólicas. Você continuará produtivo no período da tarde e com disposição até para algum trabalho à noite, se precisar. Reserve, de preferência, o fim de semana para colocar em dia suas necessidades gastronômicas e etílicas, se sentir essa necessidade.
10. Organize-se - Os sintomas da desorganização são: deixar tarefas inacabadas, fazer várias coisas ao mesmo tempo, incapacidade de concentração, adiamentos constantes, não programar suas atividades. Existem tarefas que exigem dias, semanas ou meses de trabalho, e muitas vezes não temos condições de alocar períodos de tempo sem que haja várias interrupções.
11.Saiba o que fazer com os papéis (vale também para e-mails) - Se você coleciona papéis em cima da mesa ou entope as gavetas com eles e sente-se incomodado com isso, então utilize estas alternativas: a. Jogar Fora. b. Transferir. Transfira os papéis (ou e-mails) que não são de sua alçada ou do seu interesse ao chefe, colega ou subordinado etc. e que poderão ser de utilidade a eles. c. Agir. Se tiver que tomar alguma atitude em relação a algum papel (ou e-mail), tome logo, contanto que não interfira nas suas prioridades . d. Arquivar. Se o papel (ou e-mail) tiver alguma utilidade futura, arquive-o.
12. Pratique a relação 80/20 - Já no final do século XIX, o economista italiano Vilfredo Pareto afirmava: 80% das riquezas do mundo são produzidas por 20% das nações; 20% das riquezas restantes são produzidas por 80% das nações. Essa relação vale também para a administração: 80% que de importante você produz num dia vem de 20% de suas atividades; enquanto que 20% da produção de um dia vem de 80% de outros trabalhos.
Descubra quais os 20% do seu trabalho diário (isto é, o que é realmente essencial em seu trabalho) que lhe dão 80% de produtividade. Descubra também quais as picuinhas, rotinas e atividades que tomam 80% do seu tempo e que lhe trazem apenas 20% de produtividade. Descarte-as quanto antes, pois elas o estão fazendo cair na armadilha da improdutividade, camuflada sob a forma de muito trabalho. É bom lembrar que os “super” bem-sucedidos raramente trabalham tanto quanto os meramente bem-sucedidos: é que eles trabalham de um jeito mais inteligente. Falta de tempo é o eterno álibi dos incompetentes. A alta produtividade é o resultado dos que aprenderam a esgrimir com o fantasma do tempo.
Até a próxima!
Professor/administrador Jadir Fank - Superintendente da FAT
Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
7. Faça reuniões produtivas - Nada mais fácil do que dinamitar uma reunião. É só introduzir assuntos não agendados, discutir o sexo dos anjos, abordar assuntos irrelevantes e deixar que dois ou três galos de briga monopolizem a reunião e fiquem discutindo entre si. Reuniões eficazes exigem um coordenador (para disciplinar a discussão e também marcar o tempo), assuntos previamente agendados do conhecimento de todos, participação e envolvimento dos participantes e, ao final, cópia para todos das decisões tomadas na reunião, com os compromissos assumidos por cada um (quem são os responsáveis pelas tarefas ou projetos) e as datas de realização.
8. Evite o perfeccionismo - “O perfeito é inimigo do ótimo”, diz o ditado. A perfeição é desejável, mas raramente necessária. Isso parece estar acima do nível de compreensão do perfeccionista, o qual acha que tudo – de um simples bocejo à mais avançada astronave – deve ser impecável. Nada pode ter andamento sem antes passar pelo seu neurótico controle de qualidade – relatórios, projetos, digitação, cartão-ponto, limpeza, etc -, e assim decisões importantes e essenciais deixam de ser tomadas, porque o “deus-da-perfeição”, excessivamente comprometido com a importância das picuinhas desnecessárias, não consegue ver as oportunidades passando ao lado. Se o ótimo já está ótimo, deixe o rio continuar fluindo, e não o impeça. Quase sempre o perfeito custa tempo, dinheiro e esforço que não compensam o trabalho. O perfeito só deve ser buscado quando for realmente imprescindível.
9. Saiba como usar sua energia trabalhando a seu favor - Todos temos um “relógio biológico” que regula nosso fluxo de energia no decorrer das 24 horas do dia. Pesquisas científicas comprovaram que nossa capacidade de raciocínio, criatividade e tônus muscular atingem seu auge entre oito e onze horas da manhã. Esse ritmo diminui quase pela metade no período da tarde e à noite não chega a 20%. Nada melhor então do que remar a favor da maré. Pela manhã, sempre que possível, execute atividades nobres, que exijam clareza de raciocínio, dedique-se a um projeto importante, faça reuniões produtivas (e rápidas), estabeleça contatos essenciais etc.
À tarde, de preferência, dedique-se mais a rotinas e trabalhos corriqueiros. Agora, se você gosta de testar seus limites de atleta olímpico, então na hora do almoço faça sempre refeições substanciais, com muita comida gordurosa e regada a muito vinho ou cerveja e, em seguida, vá a uma reunião importante ou desenvolva um trabalho que exija concentração e veja os resultados. Entretanto, se você não for “aquele” atleta, nem quiser testar seus limites, então almoce com frugalidade e evite bebidas alcoólicas. Você continuará produtivo no período da tarde e com disposição até para algum trabalho à noite, se precisar. Reserve, de preferência, o fim de semana para colocar em dia suas necessidades gastronômicas e etílicas, se sentir essa necessidade.
10. Organize-se - Os sintomas da desorganização são: deixar tarefas inacabadas, fazer várias coisas ao mesmo tempo, incapacidade de concentração, adiamentos constantes, não programar suas atividades. Existem tarefas que exigem dias, semanas ou meses de trabalho, e muitas vezes não temos condições de alocar períodos de tempo sem que haja várias interrupções.
11.Saiba o que fazer com os papéis (vale também para e-mails) - Se você coleciona papéis em cima da mesa ou entope as gavetas com eles e sente-se incomodado com isso, então utilize estas alternativas: a. Jogar Fora. b. Transferir. Transfira os papéis (ou e-mails) que não são de sua alçada ou do seu interesse ao chefe, colega ou subordinado etc. e que poderão ser de utilidade a eles. c. Agir. Se tiver que tomar alguma atitude em relação a algum papel (ou e-mail), tome logo, contanto que não interfira nas suas prioridades . d. Arquivar. Se o papel (ou e-mail) tiver alguma utilidade futura, arquive-o.
12. Pratique a relação 80/20 - Já no final do século XIX, o economista italiano Vilfredo Pareto afirmava: 80% das riquezas do mundo são produzidas por 20% das nações; 20% das riquezas restantes são produzidas por 80% das nações. Essa relação vale também para a administração: 80% que de importante você produz num dia vem de 20% de suas atividades; enquanto que 20% da produção de um dia vem de 80% de outros trabalhos.
Descubra quais os 20% do seu trabalho diário (isto é, o que é realmente essencial em seu trabalho) que lhe dão 80% de produtividade. Descubra também quais as picuinhas, rotinas e atividades que tomam 80% do seu tempo e que lhe trazem apenas 20% de produtividade. Descarte-as quanto antes, pois elas o estão fazendo cair na armadilha da improdutividade, camuflada sob a forma de muito trabalho. É bom lembrar que os “super” bem-sucedidos raramente trabalham tanto quanto os meramente bem-sucedidos: é que eles trabalham de um jeito mais inteligente. Falta de tempo é o eterno álibi dos incompetentes. A alta produtividade é o resultado dos que aprenderam a esgrimir com o fantasma do tempo.
Até a próxima!
Professor/administrador Jadir Fank - Superintendente da FAT
Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
Você sabe respeitar seus filhos?
Filhos não são produzidos em série como carros. Cada um é diferente do outro. Pais e mães, sobretudo os marinheiros de primeira viagem, precisam conviver bem com isso. É fundamental saber a dose exata que deve ser administrada para esses seres que trazem tudo da nossa genética, mas que em muitos aspectos de sua personalidade são bem diferentes de nós.
É ainda quando somos crianças que as influências externas têm maior impacto sobre a formação de nosso EU. Impactos esses que carregaremos conosco até nos descobrirmos capazes de questionar tudo, até sermos capazes de renascermos para a vida, dessa vez de acordo com nossas próprias crenças.
Amar quem é igual à gente é muito fácil. Qualquer pai, ou qualquer mãe que vê o filho ou a filha seguir a mesma profissão, dele ou dela, vai ter um relacionamento facilitado. Difícil, mesmo, é quando o pai é um delegado de polícia desses durões, e de repente seu filho chega e diz que quer estudar balé, sem nenhum preconceito da minha parte, até porque acho essa arte muito bonita.
Uma mãe que sempre tenha sonhado em ter uma filha bailarina não terá dificuldades em amar a filha enquanto a mesma ajusta os lindos laços cor de rosa de suas sapatilhas de balé. Difícil é ter sonhado com uma filha bailarina e deparar-se com uma adolescente com jeito de moleque, rosto sujo de terra e boné enterrado na cabeça, uma menina que gosta mesmo é de jogar futebol.
Idealizações são inevitáveis. Qual é o pai ou mãe que nunca sonhou algo para seus filhos? Na melhor das intenções? O desafio é compreender que deve existir uma distância saudável e protetora entre os sonhos dos pais e as escolhas dos filhos, que precisarão de algo muito precioso para tornar-se quem de verdade são: precisarão de respeito. Muito! Respeito por sua individualidade. Por sua existência. Por sua forma única de ser.
Filhos não são cópias ou criações dos pais. Eles têm vida própria e precisam de espaço. Não é preciso que os pais concordem com todas as escolhas de seus filhos, é importantíssimo que os pais compreendam que os filhos não são extensões suas. Por mais difícil que seja, os pais precisam ser amorosos o suficiente para permitir que seus filhos existam, precisam ser capazes de suportar certa dose de frustração, afinal muitos dos sonhos que tiveram para seus filhos não se realizarão.
Não é fácil, afinal, muitas vezes os pais têm plena convicção de que sabem o que é melhor para seus filhos e suas intenções são as melhores. Eles mesmos, enquanto filhos, foram de certa forma moldados aos sonhos de um outro alguém.
Cabe aos pais a tarefa de proteger seus filhos, isso sim!
E a cada idade a palavra proteção ganha um significado diferente. Aos 3 protegemos nossos filhos de queimarem as mãozinhas na porta quente do forno. Aos 7 tomamos cuidado para que não sejam atropelados ao atravessar descuidadamente uma rua. Aos 14 avaliamos quais são as baladas que eles ainda devem evitar, e por aí vai.
Mas, cumprida a tarefa protetora, precisamos permitir que eles vivenciem suas próprias experiências, que abram as asas e arrisquem seus vôos, mesmo que caiam de vez em quando, mesmo que errem, que se firam. Com certeza isso acontecerá, e estaremos lá, ao seu lado, prontos a incentivá-los a seguir adiante, ajudando-os a avaliar e aprender com o que lhes ocorre.
Assim, pais, libertem seus filhos. Deixem que cresçam, deixe que aprendam, deixem que experimentem a vida. Só assim poderão tornar-se adultos, independentes e auto-suficientes. Libertar os filhos não significa jogá-los à própria sorte, mas, deixar que alcem seu próprios vôos. Se tivermos feito o dever de casa correto com eles, os filhos saberão abrir os seus caminhos. Respeitar os filhos engloba tudo isso e não é uma tarefa fácil, mas, vale a pena quando o resultado final é satisfatório.
Marilene Parente é Bacharelem Direito
*Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
É ainda quando somos crianças que as influências externas têm maior impacto sobre a formação de nosso EU. Impactos esses que carregaremos conosco até nos descobrirmos capazes de questionar tudo, até sermos capazes de renascermos para a vida, dessa vez de acordo com nossas próprias crenças.
Amar quem é igual à gente é muito fácil. Qualquer pai, ou qualquer mãe que vê o filho ou a filha seguir a mesma profissão, dele ou dela, vai ter um relacionamento facilitado. Difícil, mesmo, é quando o pai é um delegado de polícia desses durões, e de repente seu filho chega e diz que quer estudar balé, sem nenhum preconceito da minha parte, até porque acho essa arte muito bonita.
Uma mãe que sempre tenha sonhado em ter uma filha bailarina não terá dificuldades em amar a filha enquanto a mesma ajusta os lindos laços cor de rosa de suas sapatilhas de balé. Difícil é ter sonhado com uma filha bailarina e deparar-se com uma adolescente com jeito de moleque, rosto sujo de terra e boné enterrado na cabeça, uma menina que gosta mesmo é de jogar futebol.
Idealizações são inevitáveis. Qual é o pai ou mãe que nunca sonhou algo para seus filhos? Na melhor das intenções? O desafio é compreender que deve existir uma distância saudável e protetora entre os sonhos dos pais e as escolhas dos filhos, que precisarão de algo muito precioso para tornar-se quem de verdade são: precisarão de respeito. Muito! Respeito por sua individualidade. Por sua existência. Por sua forma única de ser.
Filhos não são cópias ou criações dos pais. Eles têm vida própria e precisam de espaço. Não é preciso que os pais concordem com todas as escolhas de seus filhos, é importantíssimo que os pais compreendam que os filhos não são extensões suas. Por mais difícil que seja, os pais precisam ser amorosos o suficiente para permitir que seus filhos existam, precisam ser capazes de suportar certa dose de frustração, afinal muitos dos sonhos que tiveram para seus filhos não se realizarão.
Não é fácil, afinal, muitas vezes os pais têm plena convicção de que sabem o que é melhor para seus filhos e suas intenções são as melhores. Eles mesmos, enquanto filhos, foram de certa forma moldados aos sonhos de um outro alguém.
Cabe aos pais a tarefa de proteger seus filhos, isso sim!
E a cada idade a palavra proteção ganha um significado diferente. Aos 3 protegemos nossos filhos de queimarem as mãozinhas na porta quente do forno. Aos 7 tomamos cuidado para que não sejam atropelados ao atravessar descuidadamente uma rua. Aos 14 avaliamos quais são as baladas que eles ainda devem evitar, e por aí vai.
Mas, cumprida a tarefa protetora, precisamos permitir que eles vivenciem suas próprias experiências, que abram as asas e arrisquem seus vôos, mesmo que caiam de vez em quando, mesmo que errem, que se firam. Com certeza isso acontecerá, e estaremos lá, ao seu lado, prontos a incentivá-los a seguir adiante, ajudando-os a avaliar e aprender com o que lhes ocorre.
Assim, pais, libertem seus filhos. Deixem que cresçam, deixe que aprendam, deixem que experimentem a vida. Só assim poderão tornar-se adultos, independentes e auto-suficientes. Libertar os filhos não significa jogá-los à própria sorte, mas, deixar que alcem seu próprios vôos. Se tivermos feito o dever de casa correto com eles, os filhos saberão abrir os seus caminhos. Respeitar os filhos engloba tudo isso e não é uma tarefa fácil, mas, vale a pena quando o resultado final é satisfatório.
Marilene Parente é Bacharelem Direito
*Artigo publicado na edição 92 do Jornal do Comércio
É do Pantera
Sem internet, ontem, por causa de um problema no meu servidor, não pude manifestar-me a respeito da vitória do meu São Raimundo.
Ouvi o jogo pela Alternativa FM, que transmitiu a partida com Darlan Patrick, reportagens de Lamberto de Carvalho, que atacou de comentarista, juntamente com o amigo Antônio Santana.
Gostaria de poder ter ouvido, também, os amigos da Rádio Rural para acompanhar outros detalhes.
O que importa é que o Pantera virou o jogo contra o Macaé, vencendo por 2x1, com mais de 15 mil pagantes e mais de 17 mil e 500 torcedores no estádio Barbalhão.
Todos merecem os parabéns e nessa hora é importante deixar qualquer resquício de rancor de lado, reconhecendo o valor de quem contribuiu para essa conquista.
Do presidente Rosinaldo do Vale ao roupeiro do clube, passando pelo diretor de futebol Jardel Guimarães, pelo Alberto Tolentino, pelo Sandicley, André Cavalcante, todos os atletas que passaram pelo clube nesta temporada, todos merecem ser lembrados e homenageados.
Valter Lima, o Valtinho, que começou esse belo trabalho, não pode ser esquecido, muito menos, tripudiado.
Lúcio Santarém, a quem conheço muito bem, está de parabéns pela competência na condução do time dentro das quatro linhas e por sua inegável capacidade de aglutinar o grupo, o que já tinha mostrado em outras passagens pelo São Raimundo.
Gostaria de estado no Barbalhão, ontem. Mas, recuperando-me de uma virose, com a garganta exigindo cuidados, não poderia arriscar minha saúde.
O jeito foi ficar colado ao pé do rádio, como fazia antes de trabalhar no rádio. Sofri muito e cheguei a pensar que o título tinha escapado, depois que o Macaé abriu a contagem. Mas, o Pantera mostrou sua força, virando o jogo.
Essa ninguém vai tirar do São Raimundo: primeiro campeão brasileiro da Série D.
E o São Raimundo, que durante muito tempo foi tratado com desdém por boa parte da bairrista crônica esportiva de Belém, calou esses críticos mordazes, que só sabem falar bem de Remo e Paysandu.
O Pantera salvou a honra do futebol do Pará neste ano de 2009.
Enquanto Remo e Paysandu fazem amistosos por Ajuruteua, Juriti e outros lugares do mesmo porte, o São Raimundo conquista uma competição oficial do calendário do futebol brasileiro, bancada pela CBF.
Parabéns, Pantera, pelo domingo especial que nos proporcionaste. Obrigado pela alegre que nos alvinegros sentimos por tua causa e pelo orgulho que nos dás.
Jota Parente
Ouvi o jogo pela Alternativa FM, que transmitiu a partida com Darlan Patrick, reportagens de Lamberto de Carvalho, que atacou de comentarista, juntamente com o amigo Antônio Santana.
Gostaria de poder ter ouvido, também, os amigos da Rádio Rural para acompanhar outros detalhes.
O que importa é que o Pantera virou o jogo contra o Macaé, vencendo por 2x1, com mais de 15 mil pagantes e mais de 17 mil e 500 torcedores no estádio Barbalhão.
Todos merecem os parabéns e nessa hora é importante deixar qualquer resquício de rancor de lado, reconhecendo o valor de quem contribuiu para essa conquista.
Do presidente Rosinaldo do Vale ao roupeiro do clube, passando pelo diretor de futebol Jardel Guimarães, pelo Alberto Tolentino, pelo Sandicley, André Cavalcante, todos os atletas que passaram pelo clube nesta temporada, todos merecem ser lembrados e homenageados.
Valter Lima, o Valtinho, que começou esse belo trabalho, não pode ser esquecido, muito menos, tripudiado.
Lúcio Santarém, a quem conheço muito bem, está de parabéns pela competência na condução do time dentro das quatro linhas e por sua inegável capacidade de aglutinar o grupo, o que já tinha mostrado em outras passagens pelo São Raimundo.
Gostaria de estado no Barbalhão, ontem. Mas, recuperando-me de uma virose, com a garganta exigindo cuidados, não poderia arriscar minha saúde.
O jeito foi ficar colado ao pé do rádio, como fazia antes de trabalhar no rádio. Sofri muito e cheguei a pensar que o título tinha escapado, depois que o Macaé abriu a contagem. Mas, o Pantera mostrou sua força, virando o jogo.
Essa ninguém vai tirar do São Raimundo: primeiro campeão brasileiro da Série D.
E o São Raimundo, que durante muito tempo foi tratado com desdém por boa parte da bairrista crônica esportiva de Belém, calou esses críticos mordazes, que só sabem falar bem de Remo e Paysandu.
O Pantera salvou a honra do futebol do Pará neste ano de 2009.
Enquanto Remo e Paysandu fazem amistosos por Ajuruteua, Juriti e outros lugares do mesmo porte, o São Raimundo conquista uma competição oficial do calendário do futebol brasileiro, bancada pela CBF.
Parabéns, Pantera, pelo domingo especial que nos proporcionaste. Obrigado pela alegre que nos alvinegros sentimos por tua causa e pelo orgulho que nos dás.
Jota Parente
Sábado, Outubro 31, 2009
Presidente da ALEPA visitou Itaituba
O deputado estadual Domingos Juvenil visitou Itaituba na tarde de hoje.Sua chegada, que estava prevista para as 11 horas da manhã, só aconteceu
após o meio-dia e meio.
Quando ele e sua comitiva desceram do avião particular que estava à sua disposição, estava chovendo em Itaituba.
Depois de alguns minutos de entrevista coletiva no saguão do aeroporto, Juvenil desceu juntamente com um grande número de partidários que o aguardavam desde cedo.
Ele dirigiu-se para a Câmara Municipal, onde aconteceu uma reunião que durou mais de duas horas.
A reunião foi coordenada pelo presidente do diretório municipal do PMDB, Wilmar Freire. Além de Wilmar, estiverem presentes, o empresário Valmir Climaco, o vereador Peninha, Dr. Edir Pires, recém filiado ao partido, o presidente da Câmara, vereador Hilton Aguiar, a vereadora Eva do Liberdade, o prefeito de Trairão, Danilo Miranda, elém de algumas dezenas de pemedebistas.
Depois da reunião Juvenil participou de um almoço e logo em seguida deslocou-se para o aeroporto, decolando para Santarém, onde cumpre agenda hoje e amanhã.
Um de seus compromissos em Santarém será assistir ao jogo São Raimundo x Macaé, torcendo para o Pantera vencer, segundo disse.
Hilton defende que haja poucos candidatos a deputado
Por ocasião da reunião do PMDB, que marcou a visita do deputado Domingos Juvenil, o vereador Hilton Aguiar, presidente da Câmara, que foi convidado para fazer parte da mesa, ao usar a palavra defendeu que Itaituba tenha poucos candidatos.
Ele disse que se houver compreensão das lideranças políticas, não devem mais se lançar seis, oito, dez ou doze candidatos como já aconteceu, pois isso tira a chance de todos.
Hilton deixou bem claro que deverá concorrer a uma cadeira na ALEPA.
Ele disse que se houver compreensão das lideranças políticas, não devem mais se lançar seis, oito, dez ou doze candidatos como já aconteceu, pois isso tira a chance de todos.
Hilton deixou bem claro que deverá concorrer a uma cadeira na ALEPA.
Trairão vai com Juvenil
Antes mesmo do deputado Domingos Juvenil dizer que daria uma ambulâmcia para o município, o prefeito Danilo Miranda disse que a única possibilidade de não acompanhar o presidente da ALEPA em sua caminhada rumo à Câmara Federal será no caso de Jader Barbalho vir candidato à reeleição.
Como Jader deverá disputar, ou o governo do estado, ou uma vaga para o Senado, O PMDB de Trairão deverá se engajar na campanha de Juvenil.
Como Jader deverá disputar, ou o governo do estado, ou uma vaga para o Senado, O PMDB de Trairão deverá se engajar na campanha de Juvenil.
Problema resolvido. Juvenil dará a ambulância
Em resposta às palavras do prefeito de Trairão, o deputado Domingos Juvenil disse lamentar que o governo do Estado, que tem um orçamento de mais de um bilhão de reais por mês não tenha resolvido um problema de tão pequena monta financeira, mas, de tamanha importância para a população.
"O problema da ambulância está resolvido, porque eu vou dar uma ao município", disse Juvenil.
"O problema da ambulância está resolvido, porque eu vou dar uma ao município", disse Juvenil.
Danilo falou das dificuldades de Trairão
Por ocasião da reunião de hoje na Câmara Municipal, a qual contou com a presença do deputado Domingos Juvenil, o prefeito de Trairão, Danilo Vidal de Miranda relatou com muita clareza as dificuldades que tem encontrado para tocar sua administração.
Uma das maiores reclamações do prefeito é quanto a ausência do governo do Estado, que segundo disse, até hoje não mandou rigorosamente nada para lá.
Danilo disse que já foi recebido em audiência pela governadora Ana Júlia, quatro vezes, mas, que de nada adiantou, pois não foi atendido em nenhum dos seus pleitos.
Até uma ambulância que ele pediu para o município lhe foi negada.
O prefeito afirmou ter recebido respostas negativas da secretária de saúde do Estado e da própria governadora.
Na ocasião ele pediu o empenho de Juvenil para ver se resolve essa questão, que é urgente, pois está complicado transportar doentes que precisam ser atendidos em Itaituba, uma vez que as duas que o município de Trairão tem, estão muito velhas e é temeroso colocá-las na estrada.
Uma das maiores reclamações do prefeito é quanto a ausência do governo do Estado, que segundo disse, até hoje não mandou rigorosamente nada para lá.
Danilo disse que já foi recebido em audiência pela governadora Ana Júlia, quatro vezes, mas, que de nada adiantou, pois não foi atendido em nenhum dos seus pleitos.
Até uma ambulância que ele pediu para o município lhe foi negada.
O prefeito afirmou ter recebido respostas negativas da secretária de saúde do Estado e da própria governadora.
Na ocasião ele pediu o empenho de Juvenil para ver se resolve essa questão, que é urgente, pois está complicado transportar doentes que precisam ser atendidos em Itaituba, uma vez que as duas que o município de Trairão tem, estão muito velhas e é temeroso colocá-las na estrada.
Valfredo também foi
O amigo Valfredo Marques pegou a estrada no final da tarde de hoje rumo a Santarém. É mais um itaitubense que se deslocou para assistir ao jogo São Raimundo x Macaé.
Saiu preocupado em não encontrar ingresso, pois a procura é muito grande. Mas, nem que seja nas mãos de cambistas vai haver entrada.
Saiu preocupado em não encontrar ingresso, pois a procura é muito grande. Mas, nem que seja nas mãos de cambistas vai haver entrada.
Juvenil vai estar no Barbalhão
O deputado estadual Domingos Juvenil, presidente da Assembléia Legislativa, que esteve visitando Itaituba, hoje, já retornou para Santarém, onde cumpre agenda política.
Ele abriu espaço em sua agenda para permanecer naquela cidade para assistir ao jogo São Raimundo x Macaé, amanhã, conforme disse ao blog.
Ele abriu espaço em sua agenda para permanecer naquela cidade para assistir ao jogo São Raimundo x Macaé, amanhã, conforme disse ao blog.
Fila imensa para comprar ingresso para a decisão
Acompanho pelos blogs santarenos o andamento dos preparativos para a grande decisão da Série D, que acontecerá, amanhã, em Santarém.
Desde ontem que é imensa a fila de torcedores para comprar ingresso para a partida. Ontem, segundo o Estado do Tapajós, a fila começava na sede do Pantera e passava da igreja da Paz.
O número de emissoras credenciadas para transmitir São Raimundo x Macaé é o maior que Santarém e esta região já viu. Vai faltar cabine para tantas rádios que estão na Pérola do Tapajós.
A Rádio Alternativa, de Itaituba, marcará presença com a narração de Darlan Patrick e reportagens de Lamberto de Carvalho.
Os comentários deveriam ser deste blogueiro, mas, compromissos profissionais impediram-me de deslocar-me para Santarém.
Desde ontem que é imensa a fila de torcedores para comprar ingresso para a partida. Ontem, segundo o Estado do Tapajós, a fila começava na sede do Pantera e passava da igreja da Paz.
O número de emissoras credenciadas para transmitir São Raimundo x Macaé é o maior que Santarém e esta região já viu. Vai faltar cabine para tantas rádios que estão na Pérola do Tapajós.
A Rádio Alternativa, de Itaituba, marcará presença com a narração de Darlan Patrick e reportagens de Lamberto de Carvalho.
Os comentários deveriam ser deste blogueiro, mas, compromissos profissionais impediram-me de deslocar-me para Santarém.
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